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<title>FórumEmprego.net Forum: Freelancer, independente e empresário - Recent Topics</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:56:27 +0000</pubDate>

<item>
<title>redefreelancer on "Rede Freelancer: Ponto de encontro entre empresas e profissionais"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/rede-freelancer-ponto-de-encontro-entre-empresas-e-profissionais#post-607</link>
<pubDate>Fri, 03 Fev 2012 18:48:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>redefreelancer</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">607@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Está disponível desde o início de 2012 um projecto inovador de mediação entre empresas e profissionais &#60;strong&#62;&#60;a href=&#34;//www.redefreelancer.net&#38;quot;&#34;&#62;freelancers&#60;/a&#62;&#60;/strong&#62;. O portal &#60;a href=&#34;//www.redefreelancer.net&#38;quot;&#34;&#62;http://www.redefreelancer.net&#60;/a&#62; assume-se como ponto de encontro entre organizações e profissionais dos mais variados sectores de actividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A &#60;strong&#62;Rede Freelancer&#60;/strong&#62; procura oferecer uma resposta aos problemas com que as empresas muitas vezes se debatem no desenvolvimento de projectos, devido à inadequação da sua estrutura de recursos humanos a necessidades transitórias e pontuais de funções, associadas também à exigência de competências muito específicas, que impossibilitam a contratação de um colaborador permanente.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Neste contexto, o recurso a prestadores externos surge com uma solução lógica, que permite às organizações disporem de profissionais altamente qualificados de forma flexível e económica. Porém, muitas vezes, o desconhecimento de onde procurar, e até o receio de errar na escolha, impedem a concretização desta opção.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Rede Freelancer pretende justamente dar resposta a tais dificuldades. A organização proponente (particular ou empresa) insere um projecto no portal e aguarda depois pelas propostas dos Freelancers inscritos. Estes licitam e os proponentes escolhem posteriormente a oferta que melhor se enquadra nos seus objectivos. O registo na Rede Freelancer é gratuito.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Num momento em que o panorama económico do país e o mercado de trabalho são caracterizados por um quadro de extrema exigência e dificuldades, o projecto &#60;a href=&#34;//www.redefreelancer.net&#38;quot;&#34;&#62;http://www.redefreelancer.net&#60;/a&#62; poderá constituir uma importante ponte entre empresas e profissionais com vista à superação dos constrangimentos presentes.
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Trabalhar na internet"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalhar-na-internet#post-109</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 17:43:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">109@http://forumemprego.net/</guid>
<description>O trabalho online, a partir da internet, é uma alternativa viável e interessante para muitos. O site elance.com, onde são colocadas propostas de trabalho freelance, compilou um top de trabalhos mais procurados no site.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Estes serão os trabalhos e a especialização em que qualquer pessoa que esteja a pensar em trabalhar na internet, para a internet, se deve concentrar:&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#60;img src='http://www.elance.com/p/files/image/blog/elance_index_v2(1).png' /&#62;&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Vejam o top completo aqui:&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;http://www.elance.com/p/blog/elance_online_work_index_february_2009_hiring_trends.html?rid=1GY6K&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.elance.com/p/blog/elance_online_work_index_february_2009_hiring_trends.html?rid=1GY6K&#60;/a&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Fisco vai permitir preencher recibos verdes na internet"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/fisco-vai-permitir-preencher-recibos-verdes-na-internet#post-209</link>
<pubDate>Wed, 08 Abr 2009 07:40:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">209@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Contribuintes deixam de ter de comprar as cadernetas dos recibos verdes&#60;br /&#62;
Os trabalhadores independentes vão poder recorrer à internet para preencher os seus recibos verdes. A medida consta do Plano Estratégico para a Qualidade no Serviço ao Contribuinte a que o «Diário Económico» teve acesso e deverá começar a ser trabalhada a partir de Julho deste ano, devendo estar concluída em Julho de 2010.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Tendo em vista a simplificação da emissão desses recibos, sem prejuízo do controlo necessário, será disponibilizado na Internet um serviço de emissão, que pode ser desmaterializado e que pode servir, em simultâneo, para o contribuinte registar as suas operações», lê-se no documento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O novo instrumento permitirá, por um lado, aos contribuintes evitar deslocações aos Serviços de Finanças para comprar as cadernetas dos recibos verdes e, por outro, ajudará as Finanças a controlar melhor a emissão dos recibos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1053482&#38;amp;div_id=1727&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1053482&#38;amp;div_id=1727&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Alterações nos recibos verdes em debate com Governo"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/alteracoes-nos-recibos-verdes-em-debate-com-governo#post-207</link>
<pubDate>Wed, 08 Abr 2009 07:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">207@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Os parceiros sociais vão estar reunidos esta quarta-feira com o Governo em sede de concertação social para começar a debater o novo Código Contributivo. Em cima da mesa estão alterações para os trabalhadores a recibos verdes, nomeadamente o possível aumento dos descontos para a segurança social.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na concertação, também poderão ser acordadas outras questões como o trabalho precário passar a receber subsídio de doença e ainda a possibilidade dos trabalhadores independentes recorrerem à Internet para preencher os seus recibos verdes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outras medidas que têm sido avançadas pelo Governo, com o objectivo de acabar com o emprego precário, mas que ainda não têm efeitos, afectam as empresas. As que tenham trabalhadores independentes, podem ter que pagar mais 5 por cento. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este debate surge numa altura em que o emprego precário ganha novos contornos num contexto de crise. Um bom emprego é cada vez mais complicado de conseguir e os recibos verdes acabam por ser a última saída para muitos portugueses.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes trabalhadores independentes têm uma situação particular. No primeiro ano de actividade, estão isentos de descontar para a segurança social. Depois desses doze meses, a única forma de escapar aos descontos, é emitir despesas que os cubram. No incumprimento dessa obrigação, corre o risco das finanças lhe solicitarem montantes não retidos aquando o preenchimento do recibo. Por isso, opte pelo seguro e faça os seus descontos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Com a primeira caderneta ou não, se o valor dos recibos ultrapassar os dez mil euros, tem sempre que pagar IVA.&#60;br /&#62;
Ainda se reiniciar a actividade, terá de descontar um valor mínimo de 150 euros. Quanto maior for o desconto, maior será a pensão de reforma. Aqui é que vêm as piores notícias: esqueça o subsídio de doença e de desemprego porque, para já, não tem direito a nenhum deles. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://diario.iol.pt/economia/portugal-trabalho-trabalhadores-independentes-recibos-verdes-emprego-trabalho-precario/1055369-4058.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://diario.iol.pt/economia/portugal-trabalho-trabalhadores-independentes-recibos-verdes-emprego-trabalho-precario/1055369-4058.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Tire o maior proveito dos &#34;recibos verdes&#34;"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/tire-o-maior-proveito-dos-quotrecibos-verdesquot#post-184</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 10:33:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">184@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Aproxima-se a hora de os trabalhadores independentes acertarem contas com o Estado. Sob o regime simplificado ou com contabilidade organizada, deduza tudo o que pode na sua declaração de IRS. Saiba como tirar o maior proveito dos seus recibos verdes&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlos Santos tem 34 anos, é arquitecto e trabalha a &#38;quot;recibos verdes&#38;quot; desde Dezembro de 2004. No ano passado, pela primeira vez, obteve rendimentos superiores a dez mil euros, ficando sujeito a cobrar e a liquidar o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e a fazer retenção na fonte do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) em 2009.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por um lado, já sabe que, em Setembro próximo, vai receber quase a totalidade do IRS, ao contrário do que acontecia nos anos anteriores. Em 2007, o ajuste de contas com o Estado custou-lhe cerca de 500 euros. Como optou pelo regime simplificado, pouca coisa deduz no IRS. &#38;quot;Desconto despesas de saúde (consultas, exames, etc), tudo o que tenha IVA a 5%. Não tenho contabilidade organizada porque sou pago à hora e não tenho dinheiro para um técnico oficial de contas&#38;quot;, explica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlos Santos não é o único nesta situação. No último trimestre de 2008, existiam cerca de 73,8 mil trabalhadores a &#38;quot;recibos verdes&#38;quot;, em Portugal, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando chega a hora de fazer a declaração do IRS, as regras do jogo mudam para quem opta pela contabilidade organizada ou pelo regime de tributação simplificada. Os primeiros podem deduzir todas as despesas relacionadas com a sua profissão e aos últimos é-lhes deduzido automaticamente 30% dos rendimentos. Faça as contas às suas despesas e veja se ultrapassam esta percentagem. Se sim, terá toda a vantagem em optar pelo regime de contabilidade organizada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ser trabalhador independente significa trabalhar por conta própria, sem dependência económica ou hierárquica de quem beneficia da sua actividade. &#38;quot;É o trabalhador que gere o seu horário, usa os seus meios e instalações para exercer a actividade laboral e não tem chefias. Será, por exemplo, o caso de um médico que tem o seu próprio consultório&#38;quot;, explica Cristina Andrade, co-fundadora do grupo FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Carlos Santos, o grande problema dos recibos verdes tem a ver com a Segurança Social. &#38;quot;Sou obrigado a pagar 159 euros por mês para não ter direito a praticamente nada, só a uma suposta reforma.&#38;quot;. Por isso, os planos no longo prazo estão adiados: casa, carros, filhos ficam para depois.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Com o Instituto Nacional de Estatística a registar uma taxa de desemprego de 7,8% no quarto trimestre de 2008, se esta for a sua saída laboral, saiba tudo o que precisa para tirar o maior proveito dos seus&#38;quot; recibos verdes&#38;quot; e poupar no IRS.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Registe o calendário fiscal&#60;br /&#62;
Tome nota das datas em que deve fazer a entrega da declaração de rendimentos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;16 de Março a 30 de Abril&#60;br /&#62;
Para trabalhadores independentes, com rendimentos da categoria B, que entreguem o Modelo 3 e anexos em papel.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;16 de Abril a 25 de Maio&#60;br /&#62;
Para quem entregue os mesmos documentos pela Internet&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Optar pela categoria A&#60;br /&#62;
Os trabalhadores independentes que prestem serviços a uma só entidade, podem optar pela tributação dos seus rendimentos segundo as regras da categoria A, que se manterá por 3 anos.&#60;br /&#62;
Mas esta opção só é interessante até aos 12.268,80 euros por ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361956&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361956&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Que vantagens pode obter se optar pela contabilidade organizada"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/que-vantagens-pode-obter-se-optar-pela-contabilidade-organizada#post-183</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 10:32:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">183@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;É possível deduzir a generalidade dos encargos que os independentes têm com a sua profissão. Basta que optem pela contabilidade organizada&#60;br /&#62;
Jornal de Negócios  Online&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:negocios@negocios.pt&#34;&#62;negocios@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É possível deduzir a generalidade dos encargos que os independentes têm com a sua profissão. Basta que optem pela contabilidade organizada&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para deduzirem tudo aquilo a que têm direito, os trabalhadores independentes devem começar por contratar os serviços de um Técnico Oficial de Contas (TOC), algo que poderá custar 100 a 200 euros por mês (este montante é dedutível no IRS). A declaração do contribuinte tem de ser sempre assinada pelo TOC.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Qualquer trabalhador a &#38;quot;recibos verdes&#38;quot; pode optar pela contabilidade organizada, mas esta opção é sempre mais interessante quando as despesas relacionadas com a sua actividade são superiores a 30% dos seus rendimentos. Para um valor total de prestação de serviços superior a 99.759,58 euros, é sempre aplicável este regime, assim como para o volume de vendas superior a 149.639,73 euros. O trabalhador pode deduzir os encargos relacionados com a sua actividade, apresentando provas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ao preencher o anexo C da declaração de rendimentos, tenha atenção aos limites impostos: as deslocações, viagens e estadias do trabalhador e agregado familiar não podem ultrapassar 10% do rendimento bruto. O contribuinte só poderá apresentar despesas de uma só viatura, a não ser que a segunda tenha uma cilindrada até 125 centímetros cúbicos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As despesas relacionadas com remunerações, ajudas de custo, utilização de viatura própria, subsídios de refeição e outras prestações de natureza remuneratória do trabalhador ou de alguém do seu agregado familiar não são dedutíveis. Se comprar um carro, poderá amortizá-lo em quatro anos, mas atenção: o Fisco não amortiza ligeiros de passageiros ou mistos acima de 29.927,87 euros. Se quiser entregar despesas relacionadas com a reparação da viatura, é necessário que esta esteja relacionada, de forma duradoura, com o exercício da sua actividade. Quando o trabalhador faz da sua habitação o seu local de trabalho, os encargos relacionados com a amortização, rendas, águas e telefone fixo, não podem ultrapassar 25% das despesas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Contudo, algumas despesas são tributadas autonomamente. Os encargos confidenciais ou não documentados têm uma taxa de imposto de 50% ou de 70% nos contribuintes sujeitos a IRC ou que não exerçam actividades comerciais, agrícolas ou industriais. As despesas de representação e com viaturas ligeiras, motos ou motociclos são tributadas a 10%. Para veículos a gasolina com níveis de CO2 inferiores a 120 g/k, a taxa desce para 5%, assim como a dos veículos movidos a gasóleo com níveis inferiores a 90 g/k. As despesas com ligeiros que custam mais de 40 mil euros são tributadas a 15%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Não esqueça Os contribuintes com contabilidade organizada devem entregar a Informação Empresarial Simplificada até ao último dia domês de Junho, por e-mail.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361968&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=361968&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Trabalhadores a recibo verde podem ter que pagar mais à Segurança Social"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalhadores-a-recibo-verde-podem-ter-que-pagar-mais-a-seguranca-social#post-173</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 08:59:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">173@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;03 ABR 09 às 09:39&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No novo código contributivo, que começa a ser discutido com os parceiros sociais, na próxima semana, os trabalhadores a recibo verde vão pagar mais à Segurança Social, segundo a proposta de lei do Governo a que a TSF teve acesso.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Com o novo código contributivo, os trabalhadores independentes passam obrigatoriamente a descontar sobre 70 por cento do rendimento ilíquido para a Segurança Social.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Neste momento, podiam escolher um dos 11 escalões sobre os quais podem fazer os descontos. A maioria paga sobre o mínimo cerca de 420 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um exemplo pode provar que os independentes vão descontar mais com a nova lei. Se o rendimento bruto for de 1000 euros, a contribuição para a Segurança Social passa a ser calculada sobre 700 euros, o que agrava de forma significativa o valor que o trabalhador passa a descontar.  &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Governo segue, desta forma, a sugestão feita pela Comissão do Livro Branco das relações laborais, o documento que esteve na base da reforma do código do trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Contactado pela TSF, o Ministério do Trabalho preferiu não fazer qualquer comentário a esta notícia.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://tsf.sapo.pt/paginainicial/Economia/interior.aspx?content_id=1190302&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://tsf.sapo.pt/paginainicial/Economia/interior.aspx?content_id=1190302&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "ANJE propõe subsídio de desemprego a empresários"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/anje-propoe-subsidio-de-desemprego-a-empresarios#post-153</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:39:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">153@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) vai propor esta sexta-feira ao Governo uma proposta de atribuição de subsídio de desemprego a sócios-gerentes de PME.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta medida pretende acabar «com a falta de protecção social dos empresários, a quem o Estado nega qualquer tipo de apoio em caso de desemprego motivado pela cessação de actividade de médias, pequenas e micro empresas», revela o organismo liderado por Armindo Monteiro. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A associação vai ainda pedir ao Governo que esta medida não tenha um carácter excepcional, apesar de agora se impor com um carácter de urgência. «Trata-se de garantir um mecanismo de protecção no desemprego válido, não só para a actual conjuntura de recessão económica, mas para o futuro».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A ANJE relembra que as PME representam 95% do tecido empresarial e, no entender da associação, a realidade dos sócios-gerentes é muito semelhante à dos trabalhadores por conta de outrem e, em alguns casos mais vulnerável. «Em caso de falência da sociedade, o sócio-gerente não só perde a sua fonte de rendimentos como é pessoalmente responsável por eventuais dívidas que a empresa tenha contraído».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Afasta fraude&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Armindo Monteiro, o argumento de que a atribuição de subsídio de desemprego nestes casos poderá originar fraude, não convence o empresário. «Obviamente que, uma vez provada a natureza fraudulenta de uma falência, seria recusado o subsídio ao empresário responsável», referiu. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No entanto, o presidente da associação lembrou que o subsídio de desemprego concedido a trabalhadores por conta de outrem também pode ser objecto de fraude.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para evitar estas situações, o responsável apelou à necessidade de existir uma estreita articulação com os serviços fiscais e a inspecção económica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://diario.iol.pt/economia/portugal-anje-subsidio-subsidio-desemprego-empresarios-empresas/1052469-4058.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://diario.iol.pt/economia/portugal-anje-subsidio-subsidio-desemprego-empresarios-empresas/1052469-4058.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Apoios à criação do próprio emprego avançam em Abril"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/apoios-a-criacao-do-proprio-emprego-avancam-em-abril#post-146</link>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 11:34:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">146@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A linha de crédito bonificado para os desempregados criarem o seu próprio posto de trabalho e os estágios para trabalhadores com mais de 35 anos que melhoraram as suas qualificações são as duas medidas da Iniciativa Emprego 2009 que, à semelhança da autoliquidação do IVA, também ainda não estão no terreno.&#60;br /&#62;
Raquel  Martins&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:raquelmartins@negocios.pt&#34;&#62;raquelmartins@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A linha de crédito bonificado para os desempregados criarem o seu próprio posto de trabalho e os estágios para trabalhadores com mais de 35 anos que melhoraram as suas qualificações são as duas medidas da Iniciativa Emprego 2009 que, à semelhança da autoliquidação do IVA, também ainda não estão no terreno.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo apurou o Negócios, estas medidas só deverão entrar em vigor durante o mês de Abril. No caso da linha de crédito no valor de 100 milhões de euros (que vem substituir as Iniciativas Locais de Emprego), o Ministério do Trabalho ainda está a negociar com as instituições de crédito as condições que serão dadas aos desempregados. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360376&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360376&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica volta à UBI"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/curso-de-empreendedorismo-de-base-tecnologica-volta-a-ubi#post-92</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:41:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">92@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;17/03/2009&#60;br /&#62;
Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica volta à UBI&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A UBI volta a ser uma das universidades integradas no Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica (CEBT). A quarta edição deste evento decorre entre Abril e Junho de 2009.&#60;br /&#62;
As universidades da Beira Interior, Coimbra e Aveiro associaram-se pela quarta vez à Câmara do Comércio e Indústria do Centro para promover o Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica. Os responsáveis pretendem, ao longo deste período, &#38;quot;manter uma forte interligação entre as várias fases programáticas e alternância entre apresentação de conceitos e a sua aplicação prática&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este curso vai desenvolver-se &#38;quot;numa lógica de trabalho em equipas multidisciplinares&#38;quot;, acrescentam os promotores, isto para que exista &#38;quot;uma troca de experiências e se consiga alcançar o objectivo pretendido, que passa por transformar tecnologias em empresas tecnológicas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Recém-licenciados, alunos finalistas, alunos de pós-graduação, empresários, quadros de empresas, docentes e investigadores são alguns dos destinatários desta acção cujas inscrições, em número limitado, se encontram abertas até ao próximo dia 6 de Abril.&#60;br /&#62;
Todo o curso conta com 30 horas de formação repartidas por onze sessões que vão decorrer semanalmente, entre as 17 e as 20 horas, no CFIUTE (Centro de Formação Interacção UBI Tecido Empresarial). Mais informações podem ser consultadas na página deste evento: &#60;a href=&#34;http://www.cebt.ubi.pt&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.cebt.ubi.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=51242&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=51242&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Combater o desemprego com o seu próprio negócio"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/combater-o-desemprego-com-o-seu-proprio-negocio#post-90</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:23:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">90@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;2009/03/17 13:09 Redacção/MD&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Investigadores portugueses escrevem livroAs pessoas devem encarar cada vez mais abrir o seu próprio negócio como solução para os problemas de emprego, defendem dois investigadores portugueses num livro sobre políticas públicas de empreendedorismo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«A falta de compreensão acerca da importância do empreendedor tem retirado capacidade concorrencial aos países», disse à Agência Lusa, João Leitão, investigador no Instituto Superior Técnico, em Lisboa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Juntamente com Rui Baptista, também docente e investigador no IST, reuniram artigos de especialistas europeus e americanos «sobre a necessidade de repensar as políticas públicas de empreendedorismo».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O livro «Public Policies for Fostering Entrepreneurship: A European Perspective», da editora Springer tem por base «a análise de diversos casos de implementação de políticas de empreendedorismo e inovação, no espaço europeu».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«É necessário irrigar as instituições públicas com capital humano jovem&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um dos lançamentos está agendado para Chicago, por ocasião da Academy of Management, em Agosto, onde os autores irão apresentar também trabalhos de sua autoria, subordinados à temática de empreendedorismo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Como ponto de partida, ambos consideram «necessário irrigar as instituições públicas com capital humano jovem e independente, dotado de uma orientação que contemple, simultaneamente, o empreendedorismo e a inovação».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A partir daí, «deve haver um fomento da cultura de risco», com «mudanças profundas» a operar por intermédio de «políticas públicas que reabilitem condutas que comportem um risco elevado».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Leitão e Baptista não há outro remédio senão «os indivíduos passarem a considerar a opção de ser empreendedores como uma parte do problema de escolha ocupacional, que irão, permanentemente, enfrentar ao longo do seu trajecto de desenvolvimento pessoal e profissional».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No entanto, ambos mostram-se preocupados «pelo desinvestimento no sector da educação, porque sem qualificação não há empreendedorismo». Sugerem a criação de incentivos orientados para a dinamização da entrada de empresas nas instituições de ensino superior.
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "START - Prémio Nacional de Empreendedorismo 2009"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/start-premio-nacional-de-empreendedorismo-2009#post-59</link>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 11:06:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">59@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;O START - Prémio Nacional de Empreendedorismo 2009 é um projecto lançado pelo BPI, Optimus e Universidade Nova de Lisboa (UNL), que surgiu para cumprir os seguintes objectivos:&#60;br /&#62;
Estimular o Empreendedorismo e a Inovação;&#60;br /&#62;
Envolver, de forma articulada, potenciais empreendedores, investigadores, comunidade empresarial e investidores;&#60;br /&#62;
Premiar e divulgar ideias inovadoras para a criação de empresas;&#60;br /&#62;
Fomentar a elaboração de sólidos planos de negócio.&#60;br /&#62;
Júri&#60;br /&#62;
Um júri, constituído por personalidades de grande prestígio do mundo empresarial e académico, seleccionará e premiará os melhores projectos:&#60;br /&#62;
Artur Santos Silva (Pres. do Júri, Pres. do CA do BPI)&#60;br /&#62;
Eduardo Carqueja (Administrador da InfoPortugal)&#60;br /&#62;
Luís Filipe Reis (COO da Sonaecom)&#60;br /&#62;
Manuel Carrondo (CEO do IBET)&#60;br /&#62;
Maria João Queiroz (Pres. do CA da Eurotrials)&#60;br /&#62;
Miguel Lucas (Sócio da McKinsey Portugal)&#60;br /&#62;
Paulo Pereira da Silva (Pres. da Renova)&#60;br /&#62;
Paulo Rosado (CEO da OutSystems)&#60;br /&#62;
Paulo Soares de Pinho (Pró-Reitor para o Empreendedorismo da Universidade Nova de Lisboa)&#60;br /&#62;
Rui Guimarães (Director-Geral da COTEC Portugal)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Prémios&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mais de € 300.000 em prémios a distribuir pelos Finalistas:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;€ 50.000 para o vencedor, a incorporar no capital social da empresa.&#60;br /&#62;
Condições preferenciais no BPI.&#60;br /&#62;
Comunicações Optimus:&#60;br /&#62;
- Descontos em mensalidades;&#60;br /&#62;
- Descontos em equipamentos.&#60;br /&#62;
€20.000 de publicidade no jornal Público para o vencedor.&#60;br /&#62;
Licença e manutenção de dois anos e cursos de formação da OutSystems Platform Professional Edition para o vencedor.&#60;br /&#62;
Plataforma OutSystems Express Edition - grátis até 5 utilizadores por empresa - para os semifinalistas.&#60;br /&#62;
Curso de Gestão de Start-ups patrocinado pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, IAPMEI e Inovcapital para o vencedor, finalistas e semifinalistas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ciclo de Conferências&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para incentivar o empreendedorismo e promover a divulgação do Prémio START em Portugal, entre os próximos dias 26 de Fevereiro e 31 de Março, decorrerá um Ciclo de Conferências que irá percorrer algumas das principais cidades do país. Estas sessões de apresentação serão bastante atractivas e interessantes, já que contarão com a intervenção de conceituados Empreendedores. Cada sessão terá duração de cerca de 1h30 e será composta pelas seguintes apresentações:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Prémio START 2009;&#60;br /&#62;
Testemunho de 2 Empreendedores.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Candidaturas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Até ao dia 7 de Abril de 2009, as candidaturas deverão ser efectuadas em &#60;a href=&#34;http://www.PremioStart.com&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.PremioStart.com&#60;/a&#62; devendo constar:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um Sumário Executivo sucinto sobre o negócio/ideia com o qual pretendem candidatar-se, que poderá conter até 750 palavras e que deverá incluir o resumo do negócio/ideia e a explicação das respectivas virtualidades;&#60;br /&#62;
Os Curricula Vitae dos proponentes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Calendário&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ciclo de conferências do Prémio START&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fevereiro e Março de 2009&#60;br /&#62;
Apresentação das candidaturas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Abril de 2009&#60;br /&#62;
Selecção e divulgação dos semifinalistas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Maio de 2009&#60;br /&#62;
Curso de Gestão de Start-ups&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Junho e Julho de 2009&#60;br /&#62;
Elaboração e entrega dos planos de negócio&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Setembro de 2009&#60;br /&#62;
Selecção e divulgação dos projectos finalistas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outubro de 2009&#60;br /&#62;
Apresentação dos projectos finalistas a empresários e investidores&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outubro de 2009&#60;br /&#62;
Anúncio do vencedor&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Novembro de 2009&#60;br /&#62;
Cerimónia final e entrega de prémios&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Novembro de 2009&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os Vencedores de outros prémios relevantes de empreendedorismo do ano 2008 têm a possibilidade de se juntar imediatamente aos 20 Semifinalistas do Prémio START 2009. No site &#60;a href=&#34;http://www.PremioStart.com&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.PremioStart.com&#60;/a&#62; poderá ser consultado o Regulamento com a lista dos prémios que dão acesso directo às semifinais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para mais informações, visite &#60;a href=&#34;http://www.PremioStart.com&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.PremioStart.com&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.bancobpi.pt/pagina.asp?s=2&#38;amp;a=7&#38;amp;f=2274&#38;amp;opt=f&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.bancobpi.pt/pagina.asp?s=2&#38;amp;a=7&#38;amp;f=2274&#38;amp;opt=f&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Empreendedorismo: Governo abre em Março novo fundo de apoio a empresárias"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/empreendedorismo-governo-abre-em-marco-novo-fundo-de-apoio-a-empresarias#post-42</link>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 12:19:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">42@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Porto, 01 Mar (Lusa) - O Governo vai lançar um novo concurso de apoio ao empreendedorismo feminino, a abrir no final de Março, disse hoje fonte governamental, quando está prestes a encerrar outro concurso destinado às mulheres que querem criar um negócio próprio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;À agência Lusa, fonte do gabinete do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Jorge Lacão, referiu que o próximo concurso será aberto no âmbito da tipologia 7.6 do Programa Operacional Potencial Humano (POPH), destinada especificamente ao apoio ao empreendedorismo feminino.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É uma tipologia gerida pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e que tem uma vertente de apoio social a mulheres que têm mais dificuldades&#38;quot;, disse a fonte, acrescentando que, além de apoio financeiro ao arranque da actividade, as candidatas recebem formação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A dimensão do empreendorismo feminino não é apenas ao nível das actividades empresariais, tem também uma dimensão muito significativa ao nível do POPH, procurando valorizar outras dimensões sociais como as ligadas ao associativismo, à criação de redes empresariais geridas por mulheres, na perspectiva da valorização da mulher e do auto-emprego&#38;quot;, disse à agência Lusa Jorge Lacão.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na segunda-feira termina o prazo de candidatura a um segundo concurso do POFC aberto em 02 de Dezembro e &#38;quot;destinado, única e exclusivamente, a projectos de empreendedorismo feminino&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É uma segunda iniciativa, depois de uma primeira que mobilizou cerca de nove milhões de euros, estando agora previsto que esta mobilize cerca de 13 milhões de euros&#38;quot;, disse Jorge Lacão.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os projectos candidatos a estes concursos deverão promover a inovação no tecido empresarial através do estímulo ao empreendedorismo qualificado promovido por mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Trata-se de introduzir no QREN uma dimensão tradicionalmente desconhecida: a importância do empreendedorismo feminino, tanto na dinamização da coesão social, como na dinamização das actividades empresariais, tendo em vista que as capacidades das mulheres devem poder ser rentabilizadas tanto quanto as dos homens&#38;quot;, afirmou o secretário de Estado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No primeiro concurso, aberto em 2008, foram aprovadas 54 candidaturas, correspondendo a um investimento de cerca de 10 milhões de euros, que abrangerão 740 mulheres, segundo dados do gabinete de Jorge Lacão.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) prevê também apoios ao empreendedorismo feminino através do Sistema de Incentivos à Inovação (SI Inovação) do Programa Operacional Factores de Competitividade (POFC).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em resultado dos dois concursos foram já aprovadas 14 candidaturas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Ao nível do POFC foi prevista a possibilidade de as iniciativas empresariais que tenham uma dimensão significativa de mulheres na gestão ou na participação de capital poderem ser especialmente apoiadas, com incentivos que possam criar factores de majoração na ordem dos dez por cento&#38;quot;, disse Jorge Lacão.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As candidatas terão de deter, directa ou indirectamente, uma participação igual ou superior a 50 por cento no capital social durante dois anos, desempenhar funções executivas na empresa e mantê-las, pelo menos, dois anos após a conclusão do projecto.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No concurso que termina segunda-feira, as despesas elegíveis de cada projecto estão limitadas ao intervalo entre 25 mil e um milhão de euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;FZ/NVI.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/Fim&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.&#60;br /&#62;
2009-03-01 09:30:01&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=390208&#38;amp;visual=26&#38;amp;tema=7&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=390208&#38;amp;visual=26&#38;amp;tema=7&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Empreendedores contra a corrente"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/empreendedores-contra-a-corrente#post-40</link>
<pubDate>Sat, 28 Fev 2009 22:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">40@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Apesar da crise e dos despedimentos, há quem arrisque&#60;br /&#62;
Empreendedores contra a corrente&#60;br /&#62;
27.02.2009 - 09h08&#60;br /&#62;
Por Ana Rute Silva&#60;br /&#62;
Foram 14 anos de trabalho na Petratex, &#38;quot;uma das melhores empresas têxteis do mundo&#38;quot; para Jorge Silva. Mas há aquelas alturas em que tudo se decide. Ou continuava a fazer o mesmo e a ter os resultados de sempre, ou arriscava e criava a sua própria empresa. &#38;quot;Uma loucura&#38;quot;, avisou a família. Jorge Silva, 36 anos, casado e pai de uma menina não se importou. &#38;quot;Os loucos conseguem&#38;quot;, respondeu.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A estreia absoluta de Jorge Silva no mundo empresarial deu-se no olho do furacão. Em Novembro os níveis de confiança dos consumidores e empresários europeus estavam ao nível mais baixo desde Agosto de 1993, altura em que a economia da União Europeia (UE) também tinha entrado em recessão. Ao contrário do que era esperado, a descida do preço dos combustíveis e das taxas de juro não deram uma sensação de poder de compra às famílias. O contexto obrigou Jorge Silva a refinar o projecto inicial.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Depois de se ter desvinculado da Petratex, com quem chegou a acordo para receber subsídio de desemprego, começou a vender e a alugar barcos. &#38;quot;Percebi que para quem começa do zero ter uma empresa só com este propósito não é fácil&#38;quot;, explica. Alterou o plano de negócios que inicialmente tinha submetido ao Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) - que através das Iniciativas Locais de Emprego (ILE) financia até 40 por cento do investimento, não excedendo os 150 mil euros - e criou a Luxury Services.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Pode haver quebra no consumo mas quem tem dinheiro há-de gastar sempre&#38;quot;, diz. A empresa, sedeada em Paços de Ferreira, fornece serviços aos mais endinheirados que vão desde o aluguer de jactos privados, à contratação de um alfaiate. Através de um site na Internet vende para todo o mundo e já tem clientes do Brasil e do Reino Unido, &#38;quot;poucos mas consistentes&#38;quot;. &#38;quot;Esta fase é má, comecei num período de crise, mas nunca me dissuadi. O empresário tem de ter visão&#38;quot;, justifica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O ambiente não é propício a negócios. Em Janeiro, foram constituídas 3321 empresas, menos 23,6 por cento face ao período homólogo de 2008, segundo dados da Informa D&#38;amp;B. O último Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que anualmente identifica a taxa empreendedora de vários países, mostra que os potenciais empresários identificam menos oportunidades e têm maior receio de que o negócio falhe. Ao mesmo tempo, as filas nos centros de emprego engrossam. Só em Janeiro inscreveram-se 70.334 pessoas, mais 27 por cento em comparação com 2008&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Jorge Silva manteve o optimismo e juntou 109 mil euros recorrendo a capitais próprios e ao apoio do IEFP. Ainda tentou a banca, mas sem sucesso. &#38;quot;Fui a dois bancos de quem já sou cliente há 18 anos. Disseram-me que era difícil. Estão com medo e não emprestam&#38;quot;, conta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O inquérito sobre o mercado de crédito realizado no último trimestre de 2008 pelo Banco de Portugal reflecte esta atitude conservadora da banca. As cinco instituições questionadas admitiram ser mais restritivas nos critérios de concessão de empréstimos às empresas. O aumento dos custos de financiamento, as restrições de balanço dos bancos e a deterioração dos riscos apercebidos pela banca, fizeram aumentar os níveis de exigência.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Onde estão os apoios?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É um contra-senso&#38;quot;, dizem Sério Louro, Márcio Santos, Paulo Marques e Pedro Campos que criaram a Quattro Energy em Janeiro. &#38;quot;Fala-se em empreendedorismo, mas apoios para quem arrisca não os há na realidade. Sem histórico ou garantias pessoais ou de terceiro não há financiamento bancário&#38;quot;, criticam. Os quatro sócios de Aveiro deixaram o emprego e o salário certo para criar uma empresa que fornece soluções de poupança energética, nomeadamente equipamentos de aquecimento de águas sanitárias. O plano de negócio foi desenhado à medida da crise, &#38;quot;de forma realista&#38;quot;. A banca não ajudou mas os empreendedores, com idades entre os 28 e os 38 anos, viraram-se para as sociedades de capitais de risco e para os Business Angels (investidor privado que apoia negócios em fase de arranque). &#38;quot;Exigiu acima de tudo um grande esforço em termos de organização de ideias e formalização sob a forma de um plano de negócios&#38;quot;, dizem, por e-mail. A InovCapital, operadora de capital de risco de referência do Ministério da Economia investiu cem mil euros no projecto, tal como a Beta Capital. Um business angel pôs 35.500 euros e os quatro sócios 62.500 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A crise torna ainda mais árdua a tarefa de angariar capital, mas Francisco Banha, fundador e presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels e líder da Gesventure, garante que como investidor não alterou os seus critérios de financiamento. &#38;quot;Se o empreendedor detecta uma necessidade por satisfazer e se tem as condições indicadas deve ir em frente&#38;quot;, diz. No entanto, em tempos conturbados e de fraca confiança, é melhor não apostar em negócios demasiado inovadores. Há ideias que &#38;quot;ainda não estão no ponto&#38;quot; e precisam de &#38;quot;ultrapassar a barreira do mercado&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Que não haja ilusões. Não há capital disponível para todos, sobretudo para empresas ainda a começar, com pouca estrutura e experiência. Investidores como Francisco Banha optam por apostar em projectos diversificados e que não precisam de muitos anos para dar frutos. Por outro lado, há negócios que funcionam melhor em tempo de crise. &#38;quot;As empresas são sensíveis a tudo o que lhes permita poupar nos custos fixos&#38;quot;, sugere Armindo Monteiro, presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE). O ambiente de aversão ao risco traz outras vantagens. Permite conter o entusiasmo de quem está a lançar-se por conta própria e faz com que as perspectivas de investimento e de resultados financeiros sejam mais comedidas. Como refere Armindo Monteiro, a &#38;quot;inovação é mais económica&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Também é possível fazer boas compras a preços de saldo&#38;quot;, continua o presidente da ANJE. Niels Bosma, director de investigação do GEM, diz mesmo que os recursos tendem a ser mais baratos e, com excepção do crédito, mais disponíveis. As empresas estão a baixar os preços de tabela, a vender equipamento e até a fazer promoções temporárias do género &#38;quot;pague o que quiser&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aproveitar a turbulência&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Bruno Trindade e Daniel Paes estão a aproveitar tudo o que a crise tem de bom. Para além de se terem juntado a outros dois sócios, cada um com experiências complementares, compraram equipamentos a empresas em dificuldades, conseguindo poupanças de 80 por cento nos preços negociados. A Bzpharma nasceu em Junho do ano passado e o projecto já é um dos finalistas do Prémio do Jovem Empreendedor, que a ANJE vai anunciar em Abril.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O focus do negócio, sedeado em Lisboa, é a comercialização e produção de medicamentos e cosméticos. Os quatro empreendedores conseguiram apoio bancário para juntar cem mil euros. Cerca de 70 por cento é assumido pelos próprios sócios, que também garantiram com fundos próprios o capital social de 50 mil euros. &#38;quot;O crédito está mais difícil, mas a banca analisa o perfil do promotor e terá sempre que ter uma garantia. O nosso capital tem mais peso, há uma partilha de risco&#38;quot;, diz Bruno Trindade, que assume a pasta financeira da Bzpharma.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Tudo depende da qualidade do projecto e da confiança transmitida pelos empreendedores. O plano de negócios é muito importante e o facto é que os bancos também precisam de continuar a vender dinheiro&#38;quot;, acrescenta Daniel Paes, director de marketing. Nenhum dos quatro empreendedores deixou o trabalho por conta de outrem porque &#38;quot;ainda não é preciso&#38;quot;. As reuniões executivas realizam-se aos fins-de-semana e cada um assume uma área diferente. As decisões estratégicas são tomadas por todos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ter dinheiro para investir torna tudo mais fácil. E é aqui que a frase &#38;quot;a crise traz oportunidades&#38;quot; - repetida nos últimos tempos até à exaustão - se enquadra na perfeição. Com o poder negocial reforçado pelo capital é mais fácil conseguir obter ganhos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Investir para depois colher&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cerca de 70 por cento dos empreendedores arriscam colocar capitais próprios no negócio, revela um estudo da Cotec, Associação Empresarial para a Inovação. Mas são poucos os que têm mais do que o capital social necessário para abrir a empresa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Temos os cinco mil euros e mais não há&#38;quot;, conta Edgar Gomes, director comercial da Farma360, sedeada no Algarve. O restante investimento será feito pelo cliente quando contratar os serviços da empresa, que faz seguimento farmacoterapêutico em residências para idosos e gere tudo o que tem a ver com a distribuição e preparação do medicamento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A estratégia dos quatro sócios (três são farmacêuticos) é dar um passo de cada vez. A crise ensinou a ter prudência redobrada, mas também impulsionou o arranque definitivo da Farma360. Edgar Gomes ficou desempregado depois de a agência de publicidade onde trabalhava estar a registar quebras sucessivas no volume de negócios.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;O projecto estava criado e a minha situação acabou por me incentivar a agir. Candidatámos a empresa a receber apoios do IEFP&#38;quot;, conta. O Centro Regional para a Inovação do Algarve (CRIA), da Universidade do Algarve, ajudou os empreendedores a fazer o plano de negócios e o estudo de viabilidade económica. &#38;quot;Acredito que dentro de dois, três anos, esta será uma empresa de sucesso. É preciso muita paciência e persistência. Se conseguirmos entrar na crise, quando o ambiente der a volta vamos estar muito bem&#38;quot;, garante.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os empreendedores que decidiram ir contra a corrente acreditam que é melhor aprender a gerir no meio de tempestade do que na bonança. E, neste contexto, cada conquista é celebrada como uma boa notícia. &#38;quot;Tínhamos previsto vender zero e em três semanas facturámos sete mil euros&#38;quot;, revela Isabel Flores, 40 anos, fundadora da Key4kids que lançou no final do ano passado o primeiro &#38;quot;kit&#38;quot; de aprendizagem de inglês com jogos didácticos. A ideia do negócio foi nascendo ao longo dos anos de experiência como professora, mas só avançou depois de ter conhecido Francisco Banha, o seu primeiro aluno adulto. &#38;quot;As aulas com ele são sempre focadas no vocabulário dos negócios e despertaram-me o bichinho. Enchi-me de coragem e apresentei-lhe um documento em Setembro de 2007. Disse-me que tinha pernas para andar&#38;quot;, recorda.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Seguiu-se uma longa fase de preparação: primeiro elaborou o plano de negócios, aperfeiçoou a ideia e um ano depois criou formalmente a empresa. A crise obrigou a diminuir o investimento inicialmente previsto, de cem mil euros para 50 mil euros. Conseguiu 45 mil euros do Programa Finicia e entrou com cinco mil euros de capitais próprios. Agora é gerir um desafio de cada vez.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Armindo Monteiro, o presidente da ANJE, diz que há uma geração inteira de empreendedores pronta a entrar em campo. E mais do que nunca precisa de capital. &#38;quot;Só se olha para as empresas que estão a morrer e não para as que estão a nascer. É preciso olhar para a maternidade&#38;quot;, apela.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366928&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366928&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Demitido? Está na hora de criar seu próprio emprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/demitido-esta-na-hora-de-criar-seu-proprio-emprego#post-27</link>
<pubDate>Wed, 25 Fev 2009 13:25:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; *Luiz Alberto Ferl&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;25/02/2009&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Muito se fala que crise é oportunidade, mas nada como uma notícia destas - &#38;quot;infelizmente não vamos precisar mais dos seus serviços&#38;quot; - para a gente aproveitar e criar o nosso próprio negócio, aquela empresa - ou mesmo emprego - que você sempre sonhou, mas que por acomodação nunca teve coragem de criar. Aqui vão algumas dicas para você se lançar no mundo do empreendedorismo. Bem-vindo à bordo e boa viagem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;1) Entreviste você mesmo. Antes de se lançar nesta aventura, reflita se você terá as doses de flexibilidade, paciência, cara-de-pau, iniciativa própria e trabalho duro que esta viagem vai exigir. Ser patrão de si mesmo envolve uma mudança radical na vida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;2) Conheça o mundo no qual você está se metendo. Mesmo que você vá iniciar seu caminho numa nova área, conhecer profundamente seu produto ou serviço é um passaporte para o sucesso. Se você não se sente ainda seguro em termos de conhecimento, não inicie uma nova empresa. Converse com quem está no ramo, faça cursos, acompanhe seus competidores.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;3) O cliente é quem vai assinar seu cheque. Um fator determinante para o sucesso é conhecer o que o seu futuro cliente quer. Muitos empreendedores falham porque tinham na cabeça uma idéia do que o cliente desejava, quando na verdade o público alvo queria algo completamente diferente. Ou simplesmente nada. Lembre-se que os clientes não procuram comprar apenas um produto ou serviço. Antes disso, eles desejam adquirir um conjunto de benefícios que atendem às suas necessidades e expectativas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;4) Planeje. Escreva a descrição da sua futura empresa (ou emprego), faça uma análise do mercado e dos preços que você vai cobrar. Depois, um plano de marketing e - o que é fundamental - um planejamento financeiro, deixando claro de onde você vai tirar o dinheiro (reservas, bancos, cartão de crédito, financiamentos especiais, família, amigos?) e como vai utilizá-lo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;5) Bem acompanhado. Antes de começar, é importante contar com apoiadores. Escolha o melhor contador que você conhece, um bom advogado (muita gente não gosta, mas eles são fundamentais) e, principalmente, um mentor, uma pessoa mais velha e experiente na qual você confia. Este mentor, ou mentora, pode ser achado numa faculdade, numa empresa de consultoria ou no próprio mercado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;6) Ande na linha. Ser oficial - fazer os registros e licenças necessárias, pagar impostos e seguir às demais orientações legais para formalização do negócio - é muito mais barato do que a chamada &#38;quot;economia informal&#38;quot;. Se você for pego pela fiscalização terá de pagar todo o passado e provavelmente terá de abandonar seus sonhos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;7) Onde estão os clientes? Comece espalhando a notícia entre quem você conhece. Esteja onde o cliente está: numa feira de negócios, convenções e eventos de interesse da área. Resumindo, mostre a cara!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;8) Crie a sua identidade online. Dedique parte do seu tempo a criar e manter um website, com excelente design e funcionalidades, e inicie uma conversa com seus futuros clientes e com o mundo. Uma página virtual é hoje parte essencial da estrutura da empresa e é o seu cartão de visitas para o mundo. Em 2009 a Internet trará surpresas para muita gente - se consolidará como a forma mais rápida, barata e certeira de fazer negócios.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;9) Invista em redes sociais. Sites de relacionamento como Orkut e LinkedIN, YouTube, Twitter e blogs são ferramentas que podem e devem ser utilizadas para ampliar o reconhecimento da sua marca. O marketing online tem baixo custo e, se feito da forma devida, trará bons resultados. Mas atenção: não adianta pensar na web exclusivamente como um grande espaço para classificados. Para conquistar o respeito dos internautas é preciso criatividade e conhecimento da linguagem própria de cada tipo de página online, afinal a Internet é um meio que privilegia a interatividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;10) Não desanime com as pequenas quedas. Empreendedores não se sentem ameaçados pelos obstáculos, imaginam caminhos novos. Aproveite os deslizes para mudar e criar valores. Iniciativa, persistência, especialização, persuasão e capacidade de assumir riscos são alguns dos traços que caracterizam o sucesso. Confie no seu potencial e mãos à obra.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Boa sorte.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;*Luiz Alberto Ferla, CEO das empresas Knowtec (www.knowtec.com.br) - especializada em Inteligência Competitiva - e Talk Interactive (www.talkinteractive.com.br) - especializada em comunicação interativa. Engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é também co-autor do livro &#38;quot;Viagem ao Mundo do Empreendedorismo&#38;quot;, elaborado pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) em parceria com a Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje) e o Instituto Friedrich Naumann &#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1237&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1237&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Passos para ser um profissional freelancer"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/passos-para-ser-um-profissional-freelancer#post-3</link>
<pubDate>Mon, 16 Fev 2009 17:04:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">3@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Um profissional freelancer é uma pessoa que trabalha por conta própria prestando serviços a outras entidades, sejam elas pessoas, empresas ou organismos diversos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta informação é apenas indicativa, está sujeita a erros/omissões e deverá ser sempre complementada pelo aconselhamento de um profissional qualificado. No entanto, serve perfeitamente para se ter uma ideia geral de como tudo se processa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quanto a impostos, o freelancer tem que se preocupar numa primeira fase apenas com o pagamento do IRS.&#60;br /&#62;
Para tal, a primeira coisa a fazer será declarar numa repartição de finanças ou através do site &#60;a href='https://www.e-financas.gov.pt/'&#62;e-Finanças&#60;/a&#62; o início de actividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para fazer a entrega da declaração de início de actividade através do e-Finanças deverá aceder ao site e seguir os seguintes passos:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;-&#38;gt; Contribuintes&#60;br /&#62;
-&#38;gt; Entregar&#60;br /&#62;
-&#38;gt; Actividade&#60;br /&#62;
-&#38;gt; Entrega de Declaração de Início de Actividade&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Irá abrir uma nova janela com um formulário que deverá preencher.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Dentro desta declaração é necessário saber algumas coisas de antemão.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Rendimentos: a categoria dos rendimentos poderá ser empresarial, profissional ou ambas. Deve escolher empresarial sempre que se trate de rendimentos obtidos a partir de actividades comerciais e/ou industriais (compra e venda, fabrico, etc.). A categoria profissional destina-se a rendimentos normalmente obtidos a partir da prestação de serviços e directamente relacionados com a profissão (advogado, engenheiro, etc.).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;CAE: o Código de Actividade Económica é o código da actividade que vamos desempenhar. Pode consultar os &#60;a href='http://metaweb.ine.pt/sine/caer3.htm'&#62;códigos CAE actualmente em vigor no site do Instituto Nacional de Estatística&#60;/a&#62;. É normalmente (há excepções) facultado sempre que se trate de actividades comerciais e/ou industriais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;CIRS: código CIRS é o código da &#38;quot;profissão&#38;quot;/actividade que vamos desempenhar - caso a mesma não se encontre nos CAE. Pode consultar os &#60;a href='http://www.e-financas.gov.pt/ajuda/DGCI/P1011_2001.pdf'&#62;códigos CIRS actualmente em vigor no site das Finanças&#60;/a&#62;. Neste caso é quase sempre facultado quando se trate de rendimentos profissionais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;IVA: o Imposto (sobre o) Valor Acrescentado é um imposto criado para tributar &#38;quot;compras&#38;quot;. Sempre que alguém compra alguma coisa, seja um bem material ou um serviço, é cobrado o IVA, cujo valor reverte sempre a favor do Estado. Os freelancers que facturem no ano anterior menos de 10.000€ estão isentos da cobrança de IVA aos seus clientes. Na prática, isto quer dizer que até atingir os 10.000€ de facturação num único ano, os freelancers estão isentos desta obrigação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Se não se tiver um programa de facturação, convém comprar um livro de recibos verdes para se passar os respectivos recibos aos clientes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A seguir a entregar a declaração de início de actividade junto das Finanças é necessário, caso não desconte já para a Segurança Social a partir de outro emprego ou actividade, fazer a inscrição (se ainda não está inscrito) ou iniciar o pagamento das contribuições.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este é um dos principais custos de um freelancer que, infelizmente e em comparação com um empregado por conta de outrém, poucos benefícios apresenta.&#60;br /&#62;
Existem duas taxas: 25,4% (obrigatório) e 32% (alargado, opcional).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ora, com base nos &#60;a href='http://www2.seg-social.pt/left.asp?03.03.03.02'&#62;escalões indicados no site da Segurança Social&#60;/a&#62;, o mínimo a pagar para 2009, excepto em casos de baixos rendimentos, é 25,4% sobre o 1.º escalão a que corresponde 1,5 x IAS (&#60;a href='http://dre.pt/pdf1sdip/2008/12/24800/0902309027.pdf'&#62;que em 2009 é 419,22€&#60;/a&#62;). Na prática, isto quer dizer que um freelancer que ganhe mais de 7.545€ por ano (628,75€/mês) terá sempre que pagar por mês à Segurança Social 159,72€...&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A seguir existe outra obrigação importante que é a contratação de um seguro de acidentes de trabalho, pelo que se deverá efectuar um novo contrato assim que se inicie a actividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Depois de tudo isto, o importante é mesmo ter saúde e trabalho. :)
&#60;/p&#62;</description>
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