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<title>FórumEmprego.net Forum: Intervalo - Recent Topics</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:50:14 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "Desemprego, emprego mal remunerado e baixa instrução explicam nível de pobreza"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-emprego-mal-remunerado-e-baixa-instrucao-explicam-nivel-de-pobreza#post-232</link>
<pubDate>Thu, 16 Abr 2009 12:08:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">232@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;14.04.2009 - 18h07&#60;br /&#62;
Por João Ramos de Almeida&#60;br /&#62;
Para vencer a pobreza é preciso combater os efeitos do desemprego na quebra de rendimentos, mas também do próprio emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta poderia ser a síntese de um dos artigos do boletim trimestral do Banco de Portugal divulgado hoje. O artigo sublinha a importância de as políticas activas serem periodicamente avaliadas sobre o impacto na redução da pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Apesar do Banco de Portugal estimar que o desemprego possa crescer de forma não proporcional à quebra da economia, o certo é que os níveis actuais de desemprego ainda são uma das causas de um dos níveis mais elevados de pobreza da União Europeia – “o número de pobres em Portugal em 2005/2006 ascendia a perto de dois milhões, dos quais 300 mil eram crianças”, refere o artigo. E a recessão económica que se começa a fazer sentir apenas poderá agravar esse cenário.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A situação é mais sensível quando presentemente se regista uma redução acentuada do número de desempregados com acesso ao subsídio de desemprego. E, por outro lado, uma redução do montante do subsídio de desemprego em consequência das alterações da legislação que passou a vigorar a partir de 2007.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O artigo de Nuno Alves – cujas opiniões, como é sublinhado, podem não coincidir com as do banco central – baseia-se no último inquérito do Instituto Nacional de Estatística à despesa das famílias (2005/2006) e parte de um conjunto de trabalhos sobre a pobreza de Manuela Silva, A.Pereirinha, Carlos Pereira, entre outros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em traços gerais, o artigo conclui que “a participação no mercado de trabalho é um elemento importante na diminuição do risco de pobreza”. A análise debruça-se sobretudo a importância do desemprego na queda na pobreza. Em 2005/2006 essa situação tornava-se particularmente visível em determinados casos. Designadamente “famílias em que um ou mais adultos se encontram desempregados; idosos (isolados ou casados) com baixos níveis de educação; famílias compostas por um adulto solteiro que não trabalha e que tem filhos; e famílias numerosas em que pelo menos um adulto não trabalha”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As famílias em que “o representante em idade activa não exercia uma profissão apresentavam uma incidência de pobreza significativamente superior à média da população”, refere o artigo. “Em particular, é de sublinhar que cerca de metade das famílias em que o representante e o cônjuge se encontravam desempregados vivia numa situação de pobreza”. Metade das famílias em que o casal estava desempregado vivia na pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas não é suficiente ter uma actividade e uma profissão para não cair na pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O autor conclui que, quando os membros activos da família desempenham uma profissão, esse facto tem um “impacto significativo na redução da probabilidade de viver uma situação de pobreza. Mas “importa notar que entre 25 a 30 por cento da população pobre em 2005/2006 exercia regularmente uma profissão”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Dados do INE mostram ainda que parte significativa dos pobres encontra-se a trabalhar. Uma percentagem elevada dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção é representada por trabalhadores por conta de outrem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O autor do artigo avalia ainda o impacto do grau de educação como factor relevante nesta situação. E conclui que “no futuro próximo, a entrada na idade activa de indivíduos com um nível de educação superior à média da população – e que apresentam um nível de pobreza inferior ao das gerações mais idosas – deverá contribuir para diminuir a taxa de pobreza em Portugal”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas até lá, “é fundamental aprofundar o conhecimento social sobre as causas da pobreza”. E para isso, era “particularmente importante” que as opções políticas “tendam a reflectir aquele conhecimento” e seria “particularmente útil” que se definissem objectivos de médio prazo quanto à incidência e intensidade da pobreza, avaliasse o impacto das medidas nesse combate e cruzasse informação que possa ser útil para explicar a pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374266&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374266&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Tribunal julga processo de burla ao Estado para aumentar tempo de reforma"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/tribunal-julga-processo-de-burla-ao-estado-para-aumentar-tempo-de-reforma#post-229</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 10:29:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">229@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Portalegre, 09 Abr (Lusa) - Uma burla tributária relacionada com descontos para a reforma através de relações de trabalho ficcionadas começa a ser julgada terça-feira no Tribunal de Portalegre, onde nos últimos tempos deram entrada mais de 100 inquéritos do género.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No banco dos réus estão três arguidas, a mulher do proprietário de uma salsicharia, entretanto falecido, a filha, professora, e uma mulher de 62 anos, acusada de ter recebido 12 mil euros de reforma a que não teria direito e de ter lesado o Estado em cerca de 2.400 euros anuais, desde 2006.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com a acusação do Ministério Público, a que a Lusa teve acesso, &#38;quot;começou a circular entre as pessoas a notícia de que através de um mecanismo jurídico-processual era possível conseguir tempo de reforma invocando que, em determinado período, se tinha trabalhado para uma suposta entidade patronal, o que, na realidade, não tinha acontecido&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Foi assim que um grande número de pessoas se dirigiu ao Tribunal de Trabalho de Portalegre, onde propuseram acções de processo comum, as quais, invariavelmente, terminavam por transacção reconhecendo o réu que o autor tinha trabalhado para si durante o período mencionado na petição, pois isso tinha previamente combinado&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Munido do documento emitido pelo Tribunal do Trabalho, o interessado requeria então na Segurança Social o pagamento das contribuições em falta e, posteriormente, a reforma, incluindo o tempo simulado de trabalho que, &#38;quot;por norma, se traduzia em vários anos&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na acusação é referido que &#38;quot;só neste tribunal (Tribunal Judicial de Portalegre) deram entrada mais de uma centena de inquéritos respeitantes a situações desta natureza&#38;quot;, envolvendo empresas distintas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A idosa que beneficiou do esquema para conseguir a reforma antes do tempo, com um montante superior àquilo que realmente teria direito, simulou, de acordo com a acusação, ter trabalhado na salsicharia entre 01 de Janeiro de 1968 e 30 de Junho de 1969, factos confirmados pelas outras arguidas perante o Tribunal de Trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Porém, os factos invocados &#38;quot;não correspondem à verdade&#38;quot;, já que a arguida &#38;quot;jamais trabalhou na salsicharia&#38;quot; e, no ano lectivo 1967/68, era &#38;quot;aluna interna&#38;quot; numa escola secundária de Portalegre.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A acusação sustenta que, se não tivesse sido contabilizado o período de descontos do contrato de trabalho encenado, a arguida &#38;quot;auferiria, actualmente, uma pensão no montante reduzido de 171,73 euros e só teria alcançado a reforma em 01 de Novembro de 2006, e não a 23 de Março do mesmo ano, como aconteceu&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Durante o ano de 2006, recebeu indevidamente 12 mil euros&#38;quot; e desde Novembro do mesmo ano aufere indevidamente o montante anual de 2.404 euros, segundo a acusação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para o Ministério Público, as arguidas &#38;quot;agiram livre e conscientemente&#38;quot;, enganando a Segurança Social, e cometeram um crime de burla tributária, em concurso aparente com um crime de falsificação de documento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;AMS.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/Fim&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Tribunal-julga-processo-de-burla-ao-Estado-para-aumentar-tempo-de-reforma.rtp&#38;amp;article=212935&#38;amp;visual=3&#38;amp;layout=10&#38;amp;tm=8&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Tribunal-julga-processo-de-burla-ao-Estado-para-aumentar-tempo-de-reforma.rtp&#38;amp;article=212935&#38;amp;visual=3&#38;amp;layout=10&#38;amp;tm=8&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Desenvolvimento social: educação e formação"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desenvolvimento-social-educacao-e-formacao#post-219</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 07:54:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">219@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Texto de:Florinda Matos (*)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É urgente a qualificação da população portuguesa. Os choques tecnológicos só terão impacto, a longo prazo, no desenvolvimento do país, se forem acompanhados de uma política eficaz de qualificação da população em geral.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Apesar de se falar muito em educação e formação, nos últimos anos, a economia portuguesa tem continuado a subsistir com base em trabalho pouco qualificado e salários baixos, o que se deve aos baixos níveis de escolaridade e de qualificação profissional da maioria dos portugueses.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Portugal é o segundo país da OCDE, logo atrás da Turquia, com mais trabalhadores sem qualquer qualificação (cerca de 60%). Ao nível dos trabalhadores qualificados, Portugal também aparece em penúltimo lugar, com apenas 28% da população, de novo seguido pela Turquia.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando se fala de trabalhadores com formação superior, o cenário é o mesmo, apenas cerca de 13% da população tem formação superior, enquanto em países como o Canada 50% da população empregada tem formação superior. As diferenças são abismais e isso reflecte-se em todos os domínios da sociedade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quanto às recentes iniciativas das &#38;quot;Novas Oportunidades&#38;quot;, criadas com o objectivo principal de melhorar o nível de escolaridade dos portugueses, dando uma oportunidade aos cerca de 2,5 milhões de portugueses que não cumpriram a escolaridade obrigatória, temos que esperar para ver os resultados. Apesar dos números do Governo apontarem para mais de noventa mil adultos, que até ao momento obtiveram certificados, uma coisa é a estatística da contabilização dos certificados, outra é a melhoria efectiva do grau de escolaridade da população, com reflexos sociais a vários níveis.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na minha opinião, só com estratégias intensivas e ousadas, ao nível da escolarização e da formação, podemos travar a regressão económica e social do país. Não podemos continuar a permitir que os jovens cheguem ao mercado de trabalho sem escolaridade mínima obrigatória e sem qualificações profissionais reconhecidas. Não podemos permitir que os trabalhadores, independentemente da idade ou da precariedade da situação laboral, não tenham acesso a formação profissional adequada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Acima de tudo, não podemos permitir que, em plena democracia, uma boa parte da população portuguesa não faça uso dos seus direitos por não ter acesso a informação ou por não a saber usar. Todos os dias, muitos portugueses são inibidos de usarem os seus direitos porque os desconhecem ou porque não sabem o que fazer. Em muitas situações, é o próprio Estado, através das suas Instituições, que descrimina estes portugueses, criando sistemas altamente burocratizados e complexos, que não têm em conta a baixa escolaridade da maior parte população portuguesa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Portugal está muito afastado dos padrões económicos e sociais da Europa. É necessário um forte envolvimento do Estado e dos cidadãos para criar politicas de emprego que travem a desqualificação, que promovam a certificação profissional, que facilitem a articulação entre trabalho e educação e que promovam a ligação entre educação formal e formação profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Se não forem tomadas medidas drásticas e urgentes, com a crise económica que agora vivemos, a situação ainda se irá agravar mais e, certamente, nas próximas estatísticas da OCDE, deixaremos o penúltimo lugar para os instalarmos, &#38;quot;alegremente&#38;quot;, no último lugar!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(*) Investigadora MRC /ISCTE e Consultora PMEConsult&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&#38;amp;op=f0935e4cd5920aa6c7c996a5ee53a70f&#38;amp;id=5b90878e5028a6a4e9d7f677b85793b3&#38;amp;dropsdrop_edicao=192&#38;amp;dropsdrop_edicao=192&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&#38;amp;op=f0935e4cd5920aa6c7c996a5ee53a70f&#38;amp;id=5b90878e5028a6a4e9d7f677b85793b3&#38;amp;dropsdrop_edicao=192&#38;amp;dropsdrop_edicao=192&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "O assassino que queria ser médico"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/o-assassino-que-queria-ser-medico#post-214</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 07:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">214@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Mesmo num país com um sistema penal notoriamente brando, o caso de Karl Svensson, o homem que matou um sindicalista a tiro e agora se increveu no curso de medicina, está a causar escândalo.&#60;br /&#62;
Luís M. Faria&#60;br /&#62;
22:16 Sábado, 11 de Abr de 2009 &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Que qualidades são indispensáveis num médico? Essa questão ganhou recentemente nova acuidade quando foi notícia que um assassino tinha conseguido ser admitido no curso de medicina de uma prestigiada universidade sueca.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na verdade, ele não foi admitido numa, mas em duas. Primeiro no Instituto Karolinska , em Estocolmo, onde o seu passado veio primeiro à luz, e depois na universidade de Uppsala , uma das mais antigas do país.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há um ano, quando os alunos, professores e administradores de Karolinska souberam que o estudante do primeiro ano Karl Svensson era na realidade Hampus Hellekant, um neo-nazi condenado em 1999 pela morte de um sindicalista, o choque foi geral. Svensson havia cumprido a sua pena (parte dela, pelo menos; seis anos e meio de uma pena de onze) e nada o podia impedir de estudar.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O facto de ele ter omitido a sua história criminal não era obstáculo. As universidades suecas estão proibidas de investigar o passado dos candidatos, e ninguém parecia ter-lhe perguntado o que é que ele fizera durante aqueles seis anos e meio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Após grande debate público, a universidade conseguiu expulsar Svensson com base no pretexto de que falsificara registos escolares. Mas ele não desistiu. Agora acaba de se saber que foi novamente admitido num curso de medicina de uma universidade de topo, e que mais uma vez ninguém lhe terá perguntado nada. Mais uma vez os seus colegas vêm discutir o assunto, e mais uma vez as opiniões se dividem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De um lado estão os que acham que mesmo um assassino condenado tem direito à reabilitação plena, o que implica o direito a exercer profissões como a medicina. Quem discorda afirma que Svensson desprestigia a escola, envenena o ambiente, e cria uma situação insustentável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os comentários da comunidade médica, na Suécia e noutros países, têm-se inclinado no sentido de achar inadmissível que Svensson se torne médico. Não é só o facto de o princício e dever básico da profissão consistir em salvar vidas. A medicina implica uma relação de confiança. Que confiança pode um paciente ter num médico que sabe ser neo-nazi, e mais do que isso, assassino? E mesmo que não o saiba a respeito de um médico concreto, o facto de haver médicos que são reconhecida e admitidamente assassinos poderá criar uma suspeição geral.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Svensson, pela sua parte, tem-se mantido silencioso. Mas há elementos acessórios no caso, incluindo o misterioso desaparecimento de parte do seu processo, que tornam tudo ainda mais escuro. O assassinato do sindicalista Bjorn Soderberg, qualificado como crime de ódio (&#38;quot;hate crime&#38;quot;), aconteceu porque ele tinha denunciado um outro proeminente neo-nazi que era membro do sindicato dos empregados comerciais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Soderberg foi baleado na sua própria casa por Svensson e outro homem. Não consta que algum deles tenha dado especiais sinais de arrependimento. Aliás, Soderberg era apenas um de mais de mil nomes numa lista de pessoas a abater.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Numa época em que a profissão médica surge com alguma frequência associada à violência mais sinistra - basta pensar nos dirigentes da Al Qaeda que são médicos, ou nos &#38;quot;facilitadores&#38;quot; de Abu Graib, ou em serial killers como o britânico Harold Shipman - a última coisa de que essa profissão ou o público em geral precisam, dir-se-ia, é de alguém como Karl Svensson Hampus Hellekant.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://aeiou.expresso.pt/o-assassino-que-queria-ser-medico=f508069&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://aeiou.expresso.pt/o-assassino-que-queria-ser-medico=f508069&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Ninguém canta o trabalho"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/ninguem-canta-o-trabalho#post-165</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 16:12:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">165@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Lucy Kellaway&#60;br /&#62;
28/03/09 00:05&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na semana passada, o jornal &#38;quot;The Guardian&#38;quot; publicou a lista das mil melhores músicas pop escritas até hoje.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há músicas sobre amor, sexo, desgostos, queixas e protestos, vida e morte. Sobre a vida no escritório, no entanto, a produção musical é escassa, ou melhor, residual. &#38;quot;9 to 5&#38;quot;, de Dolly Parton, é a única listada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Pergunto por que carga de água a vida no escritório não serve de inspiração a músicas pop? Há séries televisivas sobre a vida no escritório, novelas e outras variantes, e até a sétima arte lhe dedica espaço, mas músicas sobre o assunto não. Os administrativos bem podem passar todo o santo dia ligados ao iPod ou a serviços gratuitos de &#38;quot;music stream&#38;quot; em estações de rádio personalizadas, que o invés é mentira. A inspiração nunca flui dos administrativos para os compositores.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Talvez isto aconteça por ser um tema aborrecido, chato, mas a justificação não pode ficar por aqui já que há músicas pop dedicadas a temas tão aborrecidos como dormir e beber chá. Tal como há muitas sobre o tédio, o aborrecimento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A explicação mais plausível reside no facto de os compositores não terem experiência como administrativos e não sabem o que dizer sobre o assunto. Mas nem isto explica tudo. Freddy Mercury nunca foi um &#38;quot;rapaz pobre que matou um homem&#38;quot; nem se inibiu de cantar &#38;quot;Galileo, Galileo, Figaro - magnífico&#38;quot;. Como não o impediu de compor uma das mais famosas e bem conseguidas músicas pop de todos os tempos - &#38;quot;Bohemian Rhapsody&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Decidi aprofundar o assunto e descarreguei para o meu computador um novo serviço de &#38;quot;music stream&#38;quot;, o Spotify. Tenho ao meu dispor vários milhões de músicas e, depois de uma análise atenta, pude confirmar o que suspeitava: ninguém compôs uma música sobre folhas de cálculo nem apresentações em PowerPoint. Mas encontrei umas quantas sobre a vida no escritório, suficientes para elaborar uma pequena ‘playlist' que é muito agradável de ouvir.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As duas primeiras músicas são dedicadas aos operários norte-americanos. Ao que parece, a vida dos trabalhadores manuais exerce maior fascínio nos compositores comparando com os trabalhadores não manuais ou de colarinho branco.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há um punhado delas sobre trabalho árduo, mas as minhas preferidas têm a assinatura de Bruce Springsteen, &#38;quot;Working on the Highway&#38;quot;, e de Glen Campbell, &#38;quot;Wichita Lineman&#38;quot;. Uma é rude e brutal, a outra mais suave, mas a mensagem é comum: é duro ser operário. Bruce canta &#38;quot;é preciso procurar uma vida melhor&#38;quot;, enquanto Glen sussurra que precisa &#38;quot;de umas férias curtas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A terceira música da minha lista é mais recente e poderia ocupar o primeiro lugar de uma nova categoria - &#38;quot;rock redundante&#38;quot;. &#38;quot;Don't You Love Me No More&#38;quot; fala-nos do despedimento e foi composta por Henry Priestman, que editou o primeiro álbum aos 53 anos. Parte da letra é conseguida, &#38;quot;Muitos chefes e poucos Índios/Eu, eu não passo de um vosso lacaio&#38;quot;, mas o refrão descamba porque soletrar D-E-S-P-E-D-I-D-O numa canção soa mal e embrulha a língua. Talvez R-E-S-P-E-I-T-O fluísse melhor...&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em quarto e quinto lugar vêm duas músicas cantadas no feminino. Uma já a referi, Dolly Parton com &#38;quot;9 to 5&#38;quot;, que fala das manhãs em que bebe &#38;quot;uma chávena de ambição&#38;quot; que vai esmorecendo à medida que o dia avança: &#38;quot;Usam a nossa cabeça, mas nunca nos dão valor/É quanto basta para nos pôr loucos... se deixarmos&#38;quot;. Enigmático q.b. Ou quem sabe Dolly não fez o trabalho de casa, isto é, não pesquisou o suficiente sobre o assunto para poder aprofundá-lo. Em relação ao outro tema, &#38;quot;Morning Train&#38;quot;, cantado por Sheena Easton, ficamos a saber que o seu mais que tudo &#38;quot;apanha o comboio manhã cedo/Trabalha das nove às cinco/E repete o ritual no regresso&#38;quot;, mas ignoramos o que faz no horário de expediente.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A música que ocupa o sexto lugar nunca foi editada, mas ganhou estatuto de culto no YouTube. Dois gestores do Bank of America decidiram pegar no tema &#38;quot;One&#38;quot; dos U2 e reformulá-lo. Revi o vídeo quando estava a escrever esta crónica - recomendo vivamente aos leitores que dêem uma espreitadela - e dei por mim a pensar que, afinal, não tem nada de cómico e tudo de pungente. Uma verdadeira mensagem da &#38;quot;outra vida&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Pergunto-me como pude passar ao lado da primeira vez que vi o vídeo, quando a mensagem é mais do que óbvia: a banca morreu. Devíamos ter percebido que alguma coisa estava mal no instante em que dois homens adultos resolvem subir ao palco e cantar solenemente &#38;quot;Um banco, um acorde, uma consciência, as três partilhamos para nos guindarem a padrões mais elevados&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De regresso ao mundo da pop, em sexto há lugar um tema dos Kaiser Chief, &#38;quot;Oh my God&#38;quot;, em que a banda apela a uma maior alienação: &#38;quot;O teu nome vem numa chapa pregada na camisa/Um buraco que se alarga como uma fenda na placa tectónica/Não quero saber, pouco importa/O que quero mesmo é estar longe daqui&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um sentimento que encontra eco na música &#38;quot;Taking Care of Business&#38;quot;, dos Bachman-Turner Overdrive, e sugere alternativa ao pesadelo da vida no escritório: compre uma guitarra em segunda-mão e aposte no auto-emprego. Estas músicas têm em comum a ideia um tanto grosseira de que é mau ter um emprego e de que é mau perdê-lo. Os trabalhadores são o máximo e os patrões umas bestas. Em suma, uma vida miserável e infeliz. Parece que isto é escrito e cantado por quem não conhece a realidade da vida num escritório.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ao fim de uma pesquisa exaustiva descobri duas músicas que fogem a esta onda de negatividade. &#38;quot;Car Wash&#38;quot; de Rose Royce, que canta a felicidade dos trabalhadores da lavagem automática por verem que &#38;quot;há sempre carros a chegar&#38;quot; e a forma carinhosa como falam do empregador quando dizem que &#38;quot;o chefe não se importa que, de vez em quando, a gente se faça de parvos&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Só descobri uma música que enaltece o trabalho e, curiosamente, também envolve água e lavagens. Chama-se &#38;quot;Cleaning Windows&#38;quot;e é composta por Van Morrison. &#38;quot;Sou dos melhores naquilo que faço/Sou feliz como lavador de vidros&#38;quot;. Aplaudo o sentimento, mas confesso-me surpreendida. Limpar janelas é das piores tarefas que conheço porque há sempre uma mancha algures a ameaçar o nosso esforço. Mas tenho esperança que Van Morrison ainda escreva uma música a explicar o segredo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Exclusivo Financial Times&#60;br /&#62;
Tradução de Ana Pina&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://economico.sapo.pt/noticias/ninguem-canta-o-trabalho_6861.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://economico.sapo.pt/noticias/ninguem-canta-o-trabalho_6861.html&#60;/a&#62;
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<title>FD on "Mundo Rural: Jovens do interior não querem apostar em projecto local"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mundo-rural-jovens-do-interior-nao-querem-apostar-em-projecto-local#post-126</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:10:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;2009.03.20 21:59 Vitor Almeida&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(Lusa) - A maioria dos jovens do interior inquiridos no âmbito de um estudo divulgado hoje em Proença-a-Nova não demonstraram interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local, apesar de gostarem de viver lá.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O estudo, apresentado na conferência &#38;quot;Os territórios de baixa densidade em tempos de mudança&#38;quot;, pela mestranda da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) Raluca Vieira, foi feito sobre jovens da Guarda.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Apesar de gostarem de viver nas suas terras, perto de 70 por cento dos inquiridos &#38;quot;não demonstrou interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local&#38;quot;, referiu a investigadora, ao intervir no painel final de hoje, sobre &#38;quot;Iniciativas e empresas em espaço rural&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Contudo, os jovens inquiridos manifestaram vontade de se fixar nas zonas onde residem, porque gostam do ambiente e valorizam as relações familiares.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Ninguém nasce empreendedor, os jovens não nascem empreendedores, têm de ser formados&#38;quot;, vincou Raluca Vieira, ao insistir na necessidade de existir mais formação para o empreendedorismo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No estudo &#38;quot;Os projectos empresariais dos jovens do interior&#38;quot;, verificou-se também que &#38;quot;em Portugal, os jovens aos 30 anos ainda permanecem em casa dos pais, ao contrário do que acontece no resto da Europa&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Há uma desresponsabilização relativamente à independência financeira e não projectam tanto as suas ideias a nível empreendedor. Falta-lhes uma cultura de risco, para a qual é preciso formação&#38;quot;, sublinhou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Raluca Vieira, &#38;quot;é preciso fazer mais sessões sobre empreendedorismo para jovens e dotá-los de mais capacidades para terem mais confiança neles próprios e desenvolverem a sua ideia de negócio&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Moderado por Teresa Mendes, do Instituto Pedro Nunes, da Universidade de Coimbra, o painel contou também com intervenções de Luís Moreno, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, Miguel Torres, da ACERT (Associação Cultural e Recreativa de Tondela), e Pedro Hespanha, professor da FEUC.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A cultura e o trabalho através da cultura é uma ferramenta fundamental para que as pessoas possam ficar no sítio que escolheram para viver&#38;quot;, considerou Miguel Torres, que falou sobre alguns dos projectos da ACERT e do seu papel na consolidação da auto-estima das comunidades.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A conferência, organizada pela Câmara de Proença-a-Nova (Castelo Branco) e pelo Centro Ciência Viva da Floresta, termina sábado com um painel sobre &#38;quot;Património, identidade e desenvolvimento rural&#38;quot;, a que se segue um percurso pelo concelho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os trabalhos decorrem no Centro Ciência Viva da Floresta, nas Moitas, Proença-a-Nova.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.averdade.com/?mCAT=&#38;amp;aID=3291&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.averdade.com/?mCAT=&#38;amp;aID=3291&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Trabalho e família: o grande desafio"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalho-e-familia-o-grande-desafio#post-125</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Texto de: Florinda Matos (*)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Assistimos, nos últimos anos, a um conjunto de mudanças estruturais que nos obrigam a repensar a forma de organização da vida profissional. A conciliação entre trabalho e família é hoje condição para o desenvolvimento económico e social sustentável de um país.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Algumas mudanças, mais significativas, nesta relação entre a vida profissional e a vida familiar, têm a ver com o aumento da participação das mulheres na força de trabalho, a nova distribuição dos papeis dos homens e das mulheres na sociedade, a alteração da relação entre trabalho remunerado e trabalho doméstico, a alteração das estruturas familiares, nomeadamente com famílias monoparentais ou famílias em que ambos os cônjuges têm carreira profissional, a alteração de valores, o aumento da longevidade e a competitividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Actualmente, em muitos sectores de actividade, os horários de trabalho ultrapassam, por vezes, as 60 horas semanais, fazendo desaparecer a fronteira entre a vida profissional e privada e invadindo todos os espaços e tempos da vida de um indivíduo. Vivemos uma realidade complexa, se por um lado o número de desempregados aumentou drasticamente, muitos dos que estão na vida activa trabalham horas a mais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É frequente ouvir dizer-se que o dia devia ter 48 horas e que não há tempo para nada. Na verdade, a vida profissional absorve uma grande parte do nosso dia, criando contradições entre a realidade e os modelos de carreira profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O facto de as mulheres, neste momento, formarem uma parte importante da força de trabalho, nomeadamente no mundo ocidental, coloca vários desafios às políticas estatais e organizacionais que ainda funcionam com base na premissa de existência de uma força de trabalho sem responsabilidades familiares. Os modelos de carreiras são, por isso, desadequados e com consequências sociais ainda pouco reconhecidas, mas claramente negativas para o desenvolvimento de uma sociedade equilibrada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estão em causa a criação de condições favoráveis ao desenvolvimento saudável das crianças ao nível cognitivo, emocional e psicossocial, a qualidade do cuidado, da atenção, do afecto e do apoio emocional e instrumental a idosos e outros dependentes adultos, o acesso e perspectivas de carreira no mercado de trabalho, o aproveitamento eficaz das capacidades e qualificações das pessoas com exigências familiares, entre outras.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vivemos numa sociedade que, por um lado, tende a penalizar as mulheres pela diminuição da taxa de natalidade e pelo envelhecimento da população mas, por outro lado, ainda existem situações em que os responsáveis das organizações penalizam as mulheres que dão prioridade à maternidade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Hoje, a sociedade é inclemente, nomeadamente para a mulher, a quem exige que seja boa esposa, boa mãe, boa dona de casa, profissional competente com uma carreira de sucesso, com tempo para ir ao ginásio e cuidar da imagem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A competição leva os indivíduos a demonstrar o seu investimento pessoal no trabalho, pelo aumento de mais horas passadas a trabalhar, o que inclui, muitas vezes, trabalhar à noite e ao fim-de-semana e estar sempre disponível e contactável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Depois ouvimos tristes notícias, como as divulgadas recentemente, pela comunicação social, em que um pai se esqueceu do filho bebé dentro do carro, levando à morte da criança! E perguntamos porquê? Como é possível?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É portanto fundamental que a sociedade reflicta sobre este assunto e sobre os mecanismos facilitadores da conciliação entre a vida profissional e a vida familiar.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta conciliação deve hoje ser vista como um dos maiores desafios e uma das prioridades do Estado, das empresas e de todas as organizações. Deve promover-se uma cultura de trabalho e de empresa social e familiarmente responsável, pois só assim podemos construir uma sociedade sustentável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;* Investigadora MRC/ISCTE&#60;br /&#62;
Consultora PMEConsult
&#60;/p&#62;</description>
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