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<title>FórumEmprego.net Tag: burla - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:23:47 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "Tribunal julga processo de burla ao Estado para aumentar tempo de reforma"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/tribunal-julga-processo-de-burla-ao-estado-para-aumentar-tempo-de-reforma#post-229</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 10:29:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">229@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Portalegre, 09 Abr (Lusa) - Uma burla tributária relacionada com descontos para a reforma através de relações de trabalho ficcionadas começa a ser julgada terça-feira no Tribunal de Portalegre, onde nos últimos tempos deram entrada mais de 100 inquéritos do género.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No banco dos réus estão três arguidas, a mulher do proprietário de uma salsicharia, entretanto falecido, a filha, professora, e uma mulher de 62 anos, acusada de ter recebido 12 mil euros de reforma a que não teria direito e de ter lesado o Estado em cerca de 2.400 euros anuais, desde 2006.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com a acusação do Ministério Público, a que a Lusa teve acesso, &#38;quot;começou a circular entre as pessoas a notícia de que através de um mecanismo jurídico-processual era possível conseguir tempo de reforma invocando que, em determinado período, se tinha trabalhado para uma suposta entidade patronal, o que, na realidade, não tinha acontecido&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Foi assim que um grande número de pessoas se dirigiu ao Tribunal de Trabalho de Portalegre, onde propuseram acções de processo comum, as quais, invariavelmente, terminavam por transacção reconhecendo o réu que o autor tinha trabalhado para si durante o período mencionado na petição, pois isso tinha previamente combinado&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Munido do documento emitido pelo Tribunal do Trabalho, o interessado requeria então na Segurança Social o pagamento das contribuições em falta e, posteriormente, a reforma, incluindo o tempo simulado de trabalho que, &#38;quot;por norma, se traduzia em vários anos&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na acusação é referido que &#38;quot;só neste tribunal (Tribunal Judicial de Portalegre) deram entrada mais de uma centena de inquéritos respeitantes a situações desta natureza&#38;quot;, envolvendo empresas distintas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A idosa que beneficiou do esquema para conseguir a reforma antes do tempo, com um montante superior àquilo que realmente teria direito, simulou, de acordo com a acusação, ter trabalhado na salsicharia entre 01 de Janeiro de 1968 e 30 de Junho de 1969, factos confirmados pelas outras arguidas perante o Tribunal de Trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Porém, os factos invocados &#38;quot;não correspondem à verdade&#38;quot;, já que a arguida &#38;quot;jamais trabalhou na salsicharia&#38;quot; e, no ano lectivo 1967/68, era &#38;quot;aluna interna&#38;quot; numa escola secundária de Portalegre.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A acusação sustenta que, se não tivesse sido contabilizado o período de descontos do contrato de trabalho encenado, a arguida &#38;quot;auferiria, actualmente, uma pensão no montante reduzido de 171,73 euros e só teria alcançado a reforma em 01 de Novembro de 2006, e não a 23 de Março do mesmo ano, como aconteceu&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Durante o ano de 2006, recebeu indevidamente 12 mil euros&#38;quot; e desde Novembro do mesmo ano aufere indevidamente o montante anual de 2.404 euros, segundo a acusação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para o Ministério Público, as arguidas &#38;quot;agiram livre e conscientemente&#38;quot;, enganando a Segurança Social, e cometeram um crime de burla tributária, em concurso aparente com um crime de falsificação de documento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;AMS.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/Fim&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Tribunal-julga-processo-de-burla-ao-Estado-para-aumentar-tempo-de-reforma.rtp&#38;amp;article=212935&#38;amp;visual=3&#38;amp;layout=10&#38;amp;tm=8&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Tribunal-julga-processo-de-burla-ao-Estado-para-aumentar-tempo-de-reforma.rtp&#38;amp;article=212935&#38;amp;visual=3&#38;amp;layout=10&#38;amp;tm=8&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Revoltados, sem trabalho e dinheiro"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/revoltados-sem-trabalho-e-dinheiro#post-94</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:42:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">94@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Trabalhadores concentraram-se à porta da empresa que acusam de os ter enganado. Queixam-se de ter adiantado dinheiro para ir trabalhar para Angola, mas já estão há meses à espera de ir e sem receber vencimento&#60;br /&#62;
Ontem&#60;br /&#62;
TIAGO RODRIGUES ALVES&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Acenaram-lhes com salários acima dos 5 mil euros mensais para ir trabalhar na construção civil em Angola. O emprego era certo. Apenas precisavam de pagar 192 euros para as despesas burocráticas e rapidamente partiriam para o novo Eldorado africano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Porém, as semanas passavam e as idas iam sendo adiadas pela empresa com a desculpa dos vistos. Alguns dos trabalhadores foram para França, com a promessa de seguir depois para África. Uns já voltaram sem receber nada, e outros continuam lá, também sem receber, mas prestes a regressar, pois nem dinheiro para comer têm. A grande parte dos que agora se queixam ficou cá e já não tem grandes esperanças de partir ou de reaver o dinheiro pago. Mas, prometem não desistir sem luta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ontem, concentraram-se algumas dezenas de trabalhadores à porta da empresa Moredo Prestige, na Rua de Santa Catarina, no Porto. Querem os passaportes, o dinheiro e que se faça justiça. Vários agentes da PSP estavam à porta e no interior do escritório para serenar os ânimos. O JN tentou ouvir a versão da empresa, mas a gerente remeteu-se ao silêncio e apenas os que tinham passaportes a reclamar passavam da porta da rua. Cá fora, os restantes davam largas à indignação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Paguei seiscentos euros. Mandaram-me despedir em Dezembro, que arrancava em Janeiro. Ainda cá estou e ando há três meses a ter de pagar carro, casa, luz água e comida, sem receber nada&#38;quot;, explicava, ao JN, um dos contestatários. &#38;quot;Eu paguei quase duzentos. Tinha tudo pronto, até já tinha os papéis para levar os medicamentos no avião e anularam-me a viagem na última semana&#38;quot;, desabafava outro. &#38;quot;Não dão a cara e ninguém vê o dinheiro. Devem-me dois mil euros&#38;quot;, reclamava Gilcrécio Morais, recém chegado de França.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com alguns dos trabalhadores que subiram ao escritório, estavam dezenas de passaportes em cima de uma mesa. O número de pessoas afectadas, ninguém sabe ao certo, mas os operários estimam que sejam várias centenas ou mesmo milhares. Igual ponto de vista tem o presidente do Sindicato de Trabalhadores da Construção do Norte (STCN), Albano Ribeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Havia dias em que aquela empresa tinha mais de duzentas pessoas à porta&#38;quot;, recorda. E diz que tem conhecimento de várias outras empresas a agir desta maneira. &#38;quot;Penso que a Judiciária deve investigar porque vão surgir mais casos destes, não só em França, como na Inglaterra, Holanda e até a Noruega&#38;quot;, antecipa Albano Ribeiro e reafirma que o panorama é grave: &#38;quot;As autoridades têm de tomar medidas porque existem verdadeiras redes mafiosas que, articuladas com redes estrangeiras, estão a levar trabalhadores portugueses para fora&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo contas do sindicato, há cerca de 120 mil operários no estrangeiro. Uma tendência que tende a aumentar com a subida do desemprego. E, &#38;quot;porque há quem viva à custa da miséria, as burlas também vão aumentar&#38;quot;, antecipa o presidente do STCN. As burlas serão ainda potenciadas pelo facto de muitos dos que recorrem à emigração, através da construção civil, serem originários de outros sectores e não estarem habituados a estas práticas. Por isso, Albano Ribeiro aconselha todos aqueles que pretendam ir para o estrangeiro a contactar os sindicatos para saberem o melhor modo de agir. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1171368&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1171368&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Enganaram centenas com falsos cursos de formação"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/enganaram-centenas-com-falsos-cursos-de-formacao#post-86</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:56:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">86@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;18 Março 2009 - 00h30&#60;br /&#62;
Cerca de 200 pessoas enganadas na região do Tâmega&#60;br /&#62;
‘Vendiam’ falsos cursos financiados pela Europa&#60;br /&#62;
Prometiam cursos financiados por fundos comunitários, mas exigiam &#38;quot;entradas&#38;quot; até aos 1500 euros para despesas de inscrição. Prometiam subsídios equivalentes ao salário mínimo, mais cem euros de ajudas para deslocações e utilizavam o nome da Penafiel Activa, empresa municipal que dá cursos de formação e de Informática. A GNR acredita que as duas mulheres, de 33 e 43 anos, burlaram cerca de 200 pessoas de vários concelhos da região do Tâmega e Sousa. Foram detidas pelos investigadores que recuperaram 4000 euros e fichas de inscrição com os logotipos das empresas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Eu estava desempregada e receber dinheiro para fazer um curso pareceu-me aliciante. Dei 1500 euros, com a promessa de reaver o dinheiro no início do curso&#38;quot;, contou ao CM uma das vítimas. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&#38;amp;contentid=504A7106-E6DC-4948-B940-D0B9476838C9&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&#38;amp;contentid=504A7106-E6DC-4948-B940-D0B9476838C9&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Enganaram centenas com falsos cursos de formação"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/enganaram-centenas-com-falsos-cursos-de-formacao#post-85</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">85@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Mulheres prometiam salário mínimo mais subsídios, mas exigiam pagamentos antecipados&#60;br /&#62;
00h30m&#60;br /&#62;
JOSÉ VINHA&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Centenas de pessoas do Vale do Sousa e Baixo Tâmega foram lesadas num esquema de falsos cursos de formação profissional para cozinheiras e electricistas. Duas mulheres foram detidas e constituídas arguidas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As suspeitas usavam indevidamente o nome de uma empresa municipal e de uma firma privada de formação para angariarem formandos para cursos que nunca existiram. O número de pessoas enganadas deverá ser muito superior àquele que se conhece - perto de duas centenas, a avaliar pela documentação apreendida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Penafiel.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os contactos com os candidatos a formandos eram feitos num apartamento da Avenida Soares de Moura, em Penafiel, onde mora a alegada mentora do esquema, uma mulher casada, de 34 anos, que está grávida e é vizinha da empresa privada de formação profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A mulher terá posto em prática o estratagema em Janeiro deste ano, prometendo cursos excepcionalmente bem remunerados e financiados pela União Europeia. Aliciava as pessoas com a promessa de pagar 450 euros por mês, durante ano e meio, por apenas duas horas diárias (das 20 às 22 horas), entre segunda a sexta-feira. Dizia que os cursos seriam realizados nas empresas &#38;quot;Penafiel Activa, E.M.&#38;quot;, da autarquia, e &#38;quot;Inforfiel - Formação Profissional, Lda&#38;quot;, privada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aos inscritos era prometido, se fossem casados, além do salário mínimo, 100 euros para transporte e mais 100 euros por cada filho menor. Só que a mulher começava por exigir 35 euros de inscrição e aos casados pedia mais 100 para o subsídio de transporte e outros 100 para a ama. Garantia que o dinheiro adiantado seria devolvido pouco tempo depois. Para alargar o esquema recorreu a angariadoras locais, a quem pagava 34 euros por formando inscrito. Uma mulher, de 44 anos, dona de uma mercearia em Macieira, Lousada, terá conseguido 60 inscrições. É a segunda arguida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Curiosamente, o curso de cozinheiro deveria começar anteontem, mas a promotora alegou que &#38;quot;não havia tachos, nem panelas&#38;quot;, para começar as aulas, referiu ao JN Maria da Conceição Costa, 43 anos, de Lousada, uma das vítimas. Maria da Conceição e a cunhada, Maria de Fátima, 40 anos, souberam do caso pelo JN e nem queriam acreditar. As duas cunhadas foram contactadas pela dona da mercearia de Lousada, prima de ambas. Aliás, o esquema passava muito pela divulgação entre conhecidos e há famílias inteiras burladas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Não acredito que a minha prima tenha alguma coisa a ver com isso. É uma pessoa séria e acreditava naquilo. Andava muito animada por ir frequentar o curso de cozinheira&#38;quot;, assegura Maria da Conceição. Também Maria de Fátima defende a prima: &#38;quot;Ela angariava pessoas na sua boa fé. Como eu, que arranjei mais gente. Afinal, as condições eram boas e ninguém desconfiou que fosse mentira&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1172228&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1172228&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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