<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="bbPress" -->

<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
>

<channel>
<title>FórumEmprego.net Tag: crise - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:38:36 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "Mais de um terço das empresas tenciona reduzir postos de trabalho"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mais-de-um-terco-das-empresas-tenciona-reduzir-postos-de-trabalho#post-147</link>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 07:24:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">147@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A conjuntura adversa e as pressões do mercado têm feito com que mais empresas se redimensionem. Mais de um terço prevê reduzir força de trabalho, em virtude da escalada da crise económica internacional, revela um estudo apresentado pela consultora Mercer na EGP-University of Porto Business School.&#60;br /&#62;
Ana Torres Pereira&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:atp@negocios.pt&#34;&#62;atp@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A conjuntura adversa e as pressões do mercado têm feito com que mais empresas se redimensionem. Mais de um terço prevê reduzir força de trabalho, em virtude da escalada da crise económica internacional, revela um estudo apresentado pela consultora Mercer na EGP-University of Porto Business School.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;“O inquérito realizado, no último trimestre de 2008, em 45 empresas de 100 países mostra que a Europa e a América Latina são as regiões do globo mais pessimistas em relação ao ambiente social e de negócios das organizações empresariais”, refere a EGP em comunicado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Paulo Fradinho, consultor associado da Mercer, diz que “a maior parte das empresas inquiridas deverá igualmente rever a política de expansão para mercados internacionais”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com a mesma análise, cerca de três quartos das empresas com maiores dificuldades de solvabilidade prevê o congelamento dos aumentos salariais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os planos de saúde, reforma e formação do quadro de colaboradores estão também entre as principais variáveis onde são previstas reduções de custos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O aumento das dispensas de trabalhadores, o congelamento de salários e a eliminação de bónus são as medidas que mais têm sido tomadas pelos sectores mais afectados pela crise económica, ou seja, banca, tecnologias e sector financeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Já as empresas que ainda não foram tão atingidas pela depressão económica têm privilegiado medidas de redução de colaboradores de baixo rendimento e de desinvestimento nos custos de formação profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Sociedade de Advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva &#38;amp; Associados detalhou as principais alterações legais no Código de Trabalho, tendo em conta a perspectiva de flexibilização exigida pelas direcções de Recursos Humanos, em tempo de dificuldades económicas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As cláusulas de mobilidade funcional e geográfica são, a título de exemplo, alguns dos instrumentos jurídicos da reestruturação empresarial a que recorrem as organizações, de forma a ultrapassar as dificuldades contabilísticas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360474&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360474&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Profissões que conseguem escapar à crise"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/profissoes-que-conseguem-escapar-a-crise#post-127</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">127@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Contra-corrente. Há profissões que, no meio da crise, vão conseguindo não sofrer com desemprego ou falta de clientes. Costureiras, sapateiros ou técnicos de reparação de electrodomésticos, ouvidos pelo DN, não se queixam. Outros sectores tradicionais são nichos para quem tem imaginação. A criatividade pode fazer a diferença: se não há roupa nova, recicla-se&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Há uns anos as pessoas compravam sapatos caros e depois faziam a manutenção no sapateiro. Agora compram sapatos mais baratos, que não têm manutenção, mas que se rasgam ou descolam e as pessoas querem que lhes dê um jeito para aguentarem mais um tempo&#38;quot;. Casimiro Santos, sapateiro no centro de Lisboa, diz não sentir a crise. Não lhe falta trabalho, mas sublinha que só ganha &#38;quot;quando as pessoas têm dinheiro e compram sapatos caros que querem tratar&#38;quot;. E lembra com ar nostálgico: &#38;quot;Ganhei muito dinheiro nos anos 80. Nessa altura havia dinheiro que nunca mais acabava&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As dificuldades económicas sentidas em quase todos os sectores parecem não afectar sapateiros, costureiras e reparadores de electrodomésticos, que continuam a ter &#38;quot;muito trabalho&#38;quot;. Um fenómeno conhecido dos economistas por substituição, normal em alturas de dificuldade económica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Crise também é coisa de que a família Ahrorov não se pode queixar. O casal oriundo do Uzbequistão trabalha lado a lado no centro comercial. Ansor é sapateiro e Dilfuza costureira. Tanto um como o outro confirmam que têm &#38;quot;muito trabalho&#38;quot;. &#38;quot;Os portugueses estão sempre a falar da crise mas não a tenho sentido. Acho que gostam de se queixar&#38;quot;, refere a costureira, que vive em Portugal há oito anos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A maioria dos clientes de Dilfuza quer arranjar &#38;quot;roupas usadas, mudar os forros, botões, fechos e aproveitar essa roupa&#38;quot;. Também o marido, que faz sapatos por medida, nota que &#38;quot;as pessoas compram menos e arranjam mais as coisas que já têm&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando o fantasma das dificuldade se abate sobre a economia é comum as pessoas começarem a procurar algo mais em conta. &#38;quot;Não existe a perda total de uma área de negócio apenas a sua substituição. Estamos perante fenómenos de substituição&#38;quot;, explica ao DN o economista Diogo Lucena. Assim, nos tempos mais difíceis os supermercados com produtos mais baratos ganham clientes e os que vendem produtos mais caros perdem. &#38;quot;Mas também não podemos esquecer que quem ia aos restaurantes mais baratos agora come sandes&#38;quot;, esclarece. Ou seja, &#38;quot;não há enriquecimento dos locais mais baratos, apenas sentem menos a crise porque ao mesmo tempo que perdem uns clientes ganham outros que antes iam a locais mais caros&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A reparação de electrodomésticos é outro recurso à poupança. &#38;quot;Mas com o preço dos aparelhos a baixar, quase não compensa fazê-lo&#38;quot;, diz Paulo Oliveira proprietário de uma loja de venda e reparação. Os clientes optam por só arranjar os aparelhos &#38;quot;de uma marca boa&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Paulo Oliveira garante que a maioria dos seus clientes não quer saber de poupanças. &#38;quot;Os portugueses não gostam de coisas em segunda mão. Preferem comprar novo. E mesmo &#38;quot;quando pedem para arranjar, acabam por comprar novo. Na semana passada, uns clientes deixaram aqui uma televisão para arranjar, mas fizeram questão de comprar um LCD gigante&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Não são só os reparadores de materiais que ganham na crise. Também os &#38;quot;restauradores&#38;quot; do espírito recebem mais pedidos de ajuda. O professor Alaje admite que &#38;quot;a crise está em todo o lado&#38;quot;, e muitas pessoas procuram-no para &#38;quot;tentar arranjar emprego&#38;quot;. No entanto, garante que &#38;quot;é difícil ajudar estas pessoas&#38;quot;. O astrólogo Sana conta que também recebe muitas pessoas à procura de emprego. Mas o número de clientes não aumentou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;AnaBela Ferreira&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178684&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178684&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "O Mundo ao contrário!"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/o-mundo-ao-contrario#post-95</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:44:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">95@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;2009-02-10&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Norte tem sido a região mais fustigada pela actual crise económica. Dificilmente poderia ser de outro modo. Desde logo, pela enorme exposição aos mercados internacionais de um tecido produtivo voltado para a exportação. Se a procura internacional se contrai, a concorrência intensifica-se, movida pelo desespero de quem tenta sobreviver. Onde tal é possível, os salários e as condições sociais do trabalho degradam-se ainda mais. Não querendo, ou não podendo, acompanhar essa &#38;quot;corrida para o fundo&#38;quot;, os encerramentos multiplicam-se entre nós. Com um impacto no desemprego tanto maior quanto mais trabalho- intensiva for a especialização.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Nesse contexto, o provável encerramento da Qimonda surpreende. Maior exportadora nacional, trabalhando no domínio das tecnologias avançadas, com empregados muito qualificados, parecia ser o exemplo do caminho a seguir. Vai-se a ver e, afinal, tinha tantas debilidades quantas as tais empresas obsoletas. Ou seja, conseguia competir na base do custo. Sem inovação permanente que a mantivesse à frente dos seus concorrentes, a Qimonda produzia um produto igual ao de todas as outras empresas do ramo. Uma espécie de T-shirt tecnológica. Com uma dificuldade adicional. Enquanto no vestuário ou no calçado a diferenciação passa pela criatividade, no fabrico de memórias a inovação vem pela via mais difícil: investimento e dimensão. Sem uma unidade de investigação que lhe permitisse uma dinâmica própria, a fábrica em Portugal era um alvo fácil. O governo compreendeu essa ligação e fez esforços para que se criasse tal centro. Infelizmente, a crise apanhou o processo a meio. Pode ser que ainda haja uma solução. Oxalá a haja! Entretanto, fica a lição: as novas tecnologias, só por si, não são &#38;quot;a&#38;quot; alternativa. O sucesso é sempre transitório. E há mais do que um caminho para o ter.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Veja-se o caso da Macvila, também de Vila do Conde, como a Qimonda. O que faz? Vestuário de homem. Por subcontratação para grandes marcas internacionais. Todo o contrário do recomendado pelos gurus. Herdeira da Maconde, procura encontrar um espaço de sobrevivência. Empenha-se em fazer os produtos mais complexos. Em responder rapidamente. Para ganhar a confiança desses grandes clientes. Vai sobreviver? Não sabemos. Para já mantém o emprego e encara o futuro imediato com o optimismo que a capacidade de sacrifício lhes dá.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Optimismo que se ouve, também, de Conceição Pinto, a trabalhadora que, há quatro anos, comprou por um euro a fábrica de confecções dos Arcos de Valdevez. Aguentaram o emprego. Com empenho e abnegação. Fácil de medir. A empresa emprega cerca de 100 trabalhadoras. Factura perto de 800 000 euros. Admitam que metade disso é para as matérias-primas, o equipamento, água e luz. Façam as contas e perceberão que, dificilmente, as trabalhadoras levam para casa mais do que o salário mínimo. Mas têm a dignidade que o emprego dá!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Três histórias. Um denominador comum: a concorrência internacional. Ser capaz de aí vencer é pressuposto de qualquer modelo de desenvolvimento. Que sejam os trabalhadores destas empresas a pagar os efeitos da crise, enquanto funcionários públicos e trabalhadores de empresas como a PT e a EDP, não só mantêm o emprego como vêem os seus salários generosamente aumentados, faz pensar! O mundo ao contrário?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1140530&#38;amp;opiniao=Alberto%20Castro&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1140530&#38;amp;opiniao=Alberto%20Castro&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Crise: distribuição abre dezenas de lojas e cria emprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/crise-distribuicao-abre-dezenas-de-lojas-e-cria-emprego#post-75</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 11:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">75@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;2009/03/10 06:04 Paula Gonçalves Martins&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lojas baixam preço dos alimentos, oferecem pão e criam receitas económicas. Vale tudo para ajudar clientes a fugir à crise&#60;br /&#62;
A crise não é para todos. Se em alguns sectores há dezenas de empresas a fechar portas, a despedir pessoas ou a reduzir trabalho, noutros a actividade vai de vento em popa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É o caso da distribuição, que parece ter encontrado a fórmula certa para contornar a crise e se prepara para abrir novas lojas e criar novos postos de trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Não obstante a crise financeira internacional, as empresas de distribuição em Portugal irão continuar com os seus planos de expansão, não se prevendo grandes alterações no sentido da redução ou suspensão desses planos», assegurou José António Rousseau, director-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, à Agência Financeira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fazer da crise uma oportunidade&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Entre as várias insígnias existentes em Portugal, está planeada a abertura de mais de 70 superfícies comerciais. A Jerónimo Martins, que detém as cadeias Pingo Doce e Feira Nova, pretende abrir sete espaços este ano, embora admita que o investimento vai ser mais reduzido em 2009 do que em 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A cadeia que mais lojas pretende abrir nos próximos anos é a do Minipreço: 30 a 40 novas lojas por ano até 2010, criando 250 a 300 postos de trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quanto ao grupo Os Mosqueteiros, responsável pela cadeia Intermarché, entre outras, pretende abrir 20 novas lojas este ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O sector da distribuição costuma criar cerca de 10 mil postos de trabalho por ano e «não se prevêem despedimentos no sector, como já foi publicamente anunciado pelos líderes dos dois maiores grupos portugueses de distribuição, a Jerónimo Martins e a Sonae. Pelo contrário, a expansão através da abertura de novas lojas irá proporcionar a criação de novos postos de trabalho», acrescentou José António Rousseau.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1048152&#38;amp;div_id=1728&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1048152&#38;amp;div_id=1728&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Em tempos de crise: é indicado trocar de emprego?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/em-tempos-de-crise-e-indicado-trocar-de-emprego#post-71</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:41:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">71@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;09 de março de 2009 às 00:09&#60;br /&#62;
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Desmotivação, falta de desafio, insatisfação salarial. Estes são alguns dos motivos que levam os profissionais a procurarem outro emprego. De repente, a proposta surge. Mas, diante desse cenário de crise econômica mundial, esta seria uma boa hora para trocar de emprego?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na opinião do consultor do IDORT/SP, David Carlessi, o profissional precisa fazer uma avaliação bastante criteriosa, antes de tomar qualquer atitude.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Em tempos de crise, o profissional precisa refletir sobre como está o mercado em que ele atua. Há uma redução da mão-de-obra? O mercado está estável? E a empresa que lhe ofereceu a proposta: está crescendo ou estável? A partir dessas respostas ele pode chegar a uma decisão&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Critérios&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O consultor revela também que, ao receber uma nova proposta de emprego, antes de pedir demissão, o profissional precisa analisar a sua carreira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Antes de dizer sim para uma oportunidade, a pessoa precisa responder a si mesma algumas perguntas, como, por exemplo, como está a sua carreira? A quanto tempo você trabalha na atual empresa? A nova empresa oferece um desafio profissional maior?&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sim ou não?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlessi alerta que trocar de emprego só pelo salário não vale a pena. Para ele, a nova proposta de emprego precisa oferecer oportunidade de crescimento profissional, desafios e benefícios diferenciados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A empresa que lhe ofereceu emprego incentiva o crescimento dos seus colaboradores? Oferece benefícios, como o pagamento de cursos e maior participação nos lucros? Compare a instituição que você trabalha com a da proposta!&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo o consultor, uma troca de emprego motivada exclusivamente pelo salário pode ocasionar uma frustração profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando mudar?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Carlessi, não há um tempo determinado para a troca de emprego. O profissional pode permanecer 15 anos em uma mesma empresa e ter desafios.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A troca de emprego deve ser feita quando o profissional se vê em uma rotina, ou seja, seu trabalho não oferece mais desafios e ele está na zona de conforto&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Entretanto, o consultor faz uma ressalva: a troca constante de emprego é prejudicial à carreira, já que todo mundo precisa de um tempo de maturação para obter resultados e consolidar o seu trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cuidado!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para finalizar, Carlessi aconselha ao profissional que não faça uma troca de emprego de forma impulsiva. &#38;quot;Mesmo quem está procurando um novo emprego precisa analisar bem a proposta antes de aceitá-la, pois o mercado, agora, exige mais reflexão&#38;quot;.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.administradores.com.br/noticias/em_tempos_de_crise_e_indicado_trocar_de_emprego/21421/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.administradores.com.br/noticias/em_tempos_de_crise_e_indicado_trocar_de_emprego/21421/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Desemprego - Crise vai afectar mais as mulheres"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-crise-vai-afectar-mais-as-mulheres#post-67</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 11:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">67@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; A nível global, as mulheres vão continuar a ser mais afectadas pelo desemprego neste ano de 2009. Mas, nas economias desenvolvidas, em que se incluem os países da União Europeia, os homens serão os mais atingidos pela crise.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A crise económica global vai afectar homens e mulheres no que toca ao desemprego. Mas, as mulheres vão ser mais atingidas porque, regra geral, têm empregos mais vulneráveis, com piores condições de trabalho, menos produtivos e, consequentemente, com salários mais baixos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;São alguns dos dados revelados num Relatório da Organização Internacional do Trabalho sobre as Tendências de Emprego Feminino em 2009, na véspera do Dia Internacional da Mulher.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define três cenários para este ano e o mais optimista aponta para taxas de desemprego de 6,5% para as mulheres e 6,1% para os homens, a nível mundial.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No cenário mais pessimista, que para a OIT é o mais realista e provável, as taxas de desemprego, a nível global, podem subir até aos 7% para os homens e 7,4 para as mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Só nas Economias Desenvolvidas e na União Europeia é que esta tendência é contrariada: apesar de o número de desempregadas ser superior, o crescimento do número de desempregados está a fazer-se de forma mais acelerada: o ano passado, o desemprego dos homens cresceu 1,1%, enquanto o das mulheres, aumentou 0,8%. E assim, a taxa de desemprego para os homens, este ano, pode chegar aos 7.9%, enquanto a das mulheres, poderá ficar nos 7,8%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta situação prende-se com o facto de a crise económica ter atingido mais fortemente os sectores industrial, de transportes, comunicações e energia, onde os homens predominam.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas, para a OIT, há ainda uma outra certeza: O emprego vulnerável vai aumentar para todos, mas sobretudo para os homens. A tendência só se inverte claramente, atingindo mais as mulheres, nos países da América Latina e Caraíbas.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "O caso da AutoEuropa"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/o-caso-da-autoeuropa#post-31</link>
<pubDate>Wed, 25 Fev 2009 13:44:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">31@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Em tempo de crise, soluções precisam-se&#60;br /&#62;
Por Antonio Chora&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em tempo de crise, soluções precisam-se&#60;br /&#62; Por Antonio ChoraHoje, a crise para além de nacional é global, o que a torna muito mais grave e perigosa para o povo em geral, e para os e as Trabalhadores em particular.&#60;br /&#62;
Para a enfrentar, nada é mais necessário do que juntar forças na busca nacional e global de soluções, e isso significa unir, não fechar e sectarizar, na política como no sindicalismo...&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Portugal está em crise há mais de 800 anos, começou na tomada do trono por D. Afonso Henriques numa guerra contra a própria mãe, passou pela crise de 1385, pelo Sebastianismo, pelo sismo, o Republicanismo e o fascismo, continuou com o Gonçalvismo, estendeu-se com o Soarismo, agravou-se com o Cavaquismo, Guterrismo, Barrosismo, teve um período grave, curto e lírico com o Santanismo, e atingiu agora o auge da crise com o Sócratismo.&#60;br /&#62;
Hoje, a crise para além de nacional é global, o que a torna muito mais grave e perigosa para o povo em geral, e para os e as Trabalhadores em particular.&#60;br /&#62;
Para a enfrentar, nada é mais necessário do que juntar forças na busca nacional e global de soluções, e isso significa unir, não fechar e sectarizar, na política como no sindicalismo, foi isso que fez a Comissão de Trabalhadores da VW Autoeuropa na passada semana 7.&#60;br /&#62;
Na semana 3 deste ano, a Autoeuropa comunicou à CT os números de produção para o primeiro trimestre e com eles, 17 dias de paragem de produção, a redução diária da mesma e a dispensa de 254 trabalhadores temporários a laborar na empresa.&#60;br /&#62;
De imediato, a CT apresentou propostas que visavam uma solução, e que passavam pela manutenção dos números de produção originais no primeiro semestre, permitindo assim, o emprego para estes trabalhadores por mais uns tempos ate nova análise da produção.&#60;br /&#62;
Tal não foi aceite pela VW, o que levou a CT a imediatamente denunciar publicamente esta situação, mas porque temos por principio o agir e não o reagir (com o agitacionismo habitual nestas circunstancias, fruto de quem não tem soluções para além das denominadas por “chapa 5”), agimos junto da empresa, da ATEC (academia de formação) e do IEFP.&#60;br /&#62;
Da junção de todas estas entidades com a Comissão de Trabalhadores saiu uma solução que não evitando o desemprego oficialmente, criou as condições para que todos os interessados (e foram a esmagadora maioria dos 254), possam começar no próximo dia 2 de Março uma acção de formação para técnicos do sector automóvel e não só, que engloba uma carga horária de 7 horas com uma hora de refeição, num máximo de 16 meses (em função da formação de cada um) uma equivalência internacional de técnico de nível III e escolar do 12º ano.&#60;br /&#62;
Todos vão auferir o subsídio de desemprego, ou subsidio social de desemprego a que tem direito, acrescido de subsídios adicionais, e aqueles que não tinham ainda direito a qualquer subsídio, auferirão uma bolsa de formação, que com os respectivos subsídios de refeição e transporte ultrapassa o salário mínimo nacional.&#60;br /&#62;
Tal formação vai ter cargas horárias distintas, que se dividem desde línguas, informática, electricidade, hidráulica e pneumática, máquinas ferramentas CNC, pintura, montagem de peças e órgãos mecânicos e soldadura.&#60;br /&#62;
A Autoeuropa comprometeu-se perante estas pessoas, a logo que seja necessário admitir novos trabalhadores eles terão prioridade, a nossa luta, a luta da CT, será que face aos níveis de formação tais admissões sejam feitas directamente para a empresa.&#60;br /&#62;
Juntar forças tão diversas como as que juntámos para encontrar esta solução, só foi possível porque feita a análise objectiva da situação, foi possível encontrar propostas consensuais, concretas e rápidas de realizar, propostas cujo objectivo foi proporcionar a estas pessoas, porque é de pessoas que falam os números do desemprego, um melhor nível de empregabilidade no futuro, logo do nível de vida, não foi fácil, mas provou-se ser possível.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Antonio Chora&#60;br /&#62;
Coordenador da CT da Autoeuropa&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110819&#38;amp;mostra=2&#38;amp;seccao=opiniao&#38;amp;titulo=Em_tempo_de_crise_solucoes_precisa&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110819&#38;amp;mostra=2&#38;amp;seccao=opiniao&#38;amp;titulo=Em_tempo_de_crise_solucoes_precisa&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>

</channel>
</rss>

