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<title>FórumEmprego.net Tag: desemprego - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:09:57 +0000</pubDate>

<item>
<title>nininharute on "Direito a desemprego após exercer funções que não eram pedidas?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/direito-a-desemprego-apos-exercer-funcoes-que-nao-eram-pedidas#post-280</link>
<pubDate>Thu, 03 Dez 2009 18:40:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>nininharute</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">280@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Boa Noite, sou filha de uma ex-desempregada, que respondeu a uma oferta de emprego, com tipo de contrato permanente a tempo completo, em restaurante tipo tradicional, com profissão de Copeira e salário de 485 Euros por Mês, foi admitida no dia seguinte. Dois dias após a sua admissão pode constatar que no horário que era nocturno, das 18h até ás 2h, não havia cozinheiro, assim não era a função, propriamente dita de copeira, que o restaurante em questão pretendia e que o mesmo queria alguém para responsável de cozinha com funções de cozinheira. Ainda não sendo a sua categoria profissional tentou exercer da melhor forma possível a função mas ao fim de 15 dias viu que não estava a ser capaz de corresponder ao que era pedido e involuntariamente teve que vir embora, razão que levou ao cancelamento do subsidio social de desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para além do mais, não pagavam subsidio nocturno.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Minha mãe tentou obter o desemprego de volta e a entidade empregadora não admite que faz isto com todos os trabalhadores.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;minha mãe tem direito ao desemprego? Se tem, como podemos provar que ele coloca pessoas que exercem uma actividade a fazer outra que supostamente é de mais cargo e de mais ordenado também?&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Obrigado pela vossa atenção
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Desemprego, emprego mal remunerado e baixa instrução explicam nível de pobreza"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-emprego-mal-remunerado-e-baixa-instrucao-explicam-nivel-de-pobreza#post-232</link>
<pubDate>Thu, 16 Abr 2009 12:08:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">232@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;14.04.2009 - 18h07&#60;br /&#62;
Por João Ramos de Almeida&#60;br /&#62;
Para vencer a pobreza é preciso combater os efeitos do desemprego na quebra de rendimentos, mas também do próprio emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta poderia ser a síntese de um dos artigos do boletim trimestral do Banco de Portugal divulgado hoje. O artigo sublinha a importância de as políticas activas serem periodicamente avaliadas sobre o impacto na redução da pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Apesar do Banco de Portugal estimar que o desemprego possa crescer de forma não proporcional à quebra da economia, o certo é que os níveis actuais de desemprego ainda são uma das causas de um dos níveis mais elevados de pobreza da União Europeia – “o número de pobres em Portugal em 2005/2006 ascendia a perto de dois milhões, dos quais 300 mil eram crianças”, refere o artigo. E a recessão económica que se começa a fazer sentir apenas poderá agravar esse cenário.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A situação é mais sensível quando presentemente se regista uma redução acentuada do número de desempregados com acesso ao subsídio de desemprego. E, por outro lado, uma redução do montante do subsídio de desemprego em consequência das alterações da legislação que passou a vigorar a partir de 2007.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O artigo de Nuno Alves – cujas opiniões, como é sublinhado, podem não coincidir com as do banco central – baseia-se no último inquérito do Instituto Nacional de Estatística à despesa das famílias (2005/2006) e parte de um conjunto de trabalhos sobre a pobreza de Manuela Silva, A.Pereirinha, Carlos Pereira, entre outros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em traços gerais, o artigo conclui que “a participação no mercado de trabalho é um elemento importante na diminuição do risco de pobreza”. A análise debruça-se sobretudo a importância do desemprego na queda na pobreza. Em 2005/2006 essa situação tornava-se particularmente visível em determinados casos. Designadamente “famílias em que um ou mais adultos se encontram desempregados; idosos (isolados ou casados) com baixos níveis de educação; famílias compostas por um adulto solteiro que não trabalha e que tem filhos; e famílias numerosas em que pelo menos um adulto não trabalha”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As famílias em que “o representante em idade activa não exercia uma profissão apresentavam uma incidência de pobreza significativamente superior à média da população”, refere o artigo. “Em particular, é de sublinhar que cerca de metade das famílias em que o representante e o cônjuge se encontravam desempregados vivia numa situação de pobreza”. Metade das famílias em que o casal estava desempregado vivia na pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas não é suficiente ter uma actividade e uma profissão para não cair na pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O autor conclui que, quando os membros activos da família desempenham uma profissão, esse facto tem um “impacto significativo na redução da probabilidade de viver uma situação de pobreza. Mas “importa notar que entre 25 a 30 por cento da população pobre em 2005/2006 exercia regularmente uma profissão”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Dados do INE mostram ainda que parte significativa dos pobres encontra-se a trabalhar. Uma percentagem elevada dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção é representada por trabalhadores por conta de outrem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O autor do artigo avalia ainda o impacto do grau de educação como factor relevante nesta situação. E conclui que “no futuro próximo, a entrada na idade activa de indivíduos com um nível de educação superior à média da população – e que apresentam um nível de pobreza inferior ao das gerações mais idosas – deverá contribuir para diminuir a taxa de pobreza em Portugal”.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas até lá, “é fundamental aprofundar o conhecimento social sobre as causas da pobreza”. E para isso, era “particularmente importante” que as opções políticas “tendam a reflectir aquele conhecimento” e seria “particularmente útil” que se definissem objectivos de médio prazo quanto à incidência e intensidade da pobreza, avaliasse o impacto das medidas nesse combate e cruzasse informação que possa ser útil para explicar a pobreza.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374266&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374266&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Luís Filipe Menezes anuncia protocolo que vai criar 1000 empregos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/luis-filipe-menezes-anuncia-protocolo-que-vai-criar-1000-empregos#post-223</link>
<pubDate>Mon, 13 Abr 2009 09:17:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">223@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Gaia, 08 Abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, apresentou esta tarde o protocolo &#60;code&#62;&#60;br /&#62;
&#60;pre&#62;&#60;code&#62;i&#60;/code&#62;&#60;/pre&#62;
&#60;/code&#62; que visa a criação de mil postos de trabalho naquele concelho, durante os próximos meses.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O projecto, que vai ser apresentado na próxima reunião de câmara, será realizado entre a autarquia, o centro de emprego de Gaia e as pequenas e médias empresas do município, representando um custo anual de cerca de 880 mil euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O protocolo &#60;code&#62;&#60;br /&#62;
&#60;pre&#62;&#60;code&#62;i&#60;/code&#62;&#60;/pre&#62;
&#60;/code&#62; prevê duas modalidades: uma ligada ao sector público, com a contratação de 350 pessoas para jardins-de-infância e associações sociais e culturais, e a segunda ligada às PME`s, com apoio de 20 por cento do vencimento, por um ano, a 650 candidatos a estágios INOVJOVEM, profissionais e de qualificação para emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As verbas para este projecto resultam de &#38;quot;um corte na reabilitação da rede viária&#38;quot;, disse o autarca.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Mil postos de trabalho é o mínimo e o máximo que podemos fazer na perspectiva das políticas sociais pró-activas&#38;quot;, salientou Luís Filipe Menezes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quanto aos dados hoje lançados pelo Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses - que colocam o concelho de Gaia em quarto lugar quanto à liquidez negativa (com 29 milhões de euros) - o autarca salientou que o resultado é &#38;quot;igual ao do ano passado&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Não se pode comparar Gaia com Fornos de Algodres e a Vidigueira&#38;quot;, frisou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Menezes sustentou que a Câmara de Gaia tem &#38;quot;uma dívida contida e muita obra&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Estamos satisfeitos com a nossa gestão&#38;quot;, afirmou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;LYL/SO.
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Suíça: seis por cento dos desempregados são portugueses"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/suica-seis-por-cento-dos-desempregados-sao-portugueses#post-198</link>
<pubDate>Tue, 07 Abr 2009 09:33:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">198@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Segunda-Feira, 30 Março de 2009&#60;br /&#62;
Em 2008, havia mais de 117 mil portugueses a trabalhar na Suiça, números que não incluíam os trabalhadores temporários, disse ao Mundo Português Margarida Pereira, responsável do sindicato suíço UNIA. Dados oficiais do governo suíço indicam que, em Janeiro deste ano, o desemprego na Suiça atingia seis a sete por cento do total de trabalhadores portugueses naquele país. “Estamos preocupados, é um número considerável”, alertou Margarida Pereira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;“O desemprego está a crescer na Suiça e os trabalhadores portugueses são uma importante comunidade no mercado de trabalho”, explica Margarida Pereira, que alerta ainda para uma situação nova.&#60;br /&#62;
Segundo a Secretária sindical para a área de migração do Sindicato Unia, o desemprego no seio da comunidade não é visível apenas nos sectores empregadores tradicionais, como a construção civil e a hotelaria, mas fez-se sentir em área ligadas à exportação, onde o emprego era considerado mais «seguro» e que também acolhem trabalhadores portugueses.&#60;br /&#62;
A sindicalista alerta que “o desemprego tem atingido portugueses que trabalham em áreas voltadas para a exportação, como a relojoaria e a metalo-mecânica”. “É uma nova realidade, porque estes não são sectores «tradicionais» em termos de desemprego”, revela acrescentando que a estrutura sindical a que está ligada tem estado em contacto estes trabalhadores “que estão no desemprego pela primeira vez e não sabem como agir e que direito têm”.&#60;br /&#62;
“Nota-se que a procuram o sindicato para saberem que direitos têm neste momento e dirigem-se a nós para procurarem uma orientação”, explica.&#60;br /&#62;
A procura destes trabalhadores por informações levou o UNIA a elaborar, há cerca de duas semanas, um folheto informativo em várias línguas que orienta os trabalhadores acerca dos seus direitos e das formas de acção em caso de desemprego.&#60;br /&#62;
Margarida Pereira cita números revelados pelo governo suíço que indicam que em Janeiro deste ano, havia 128.430 desempregados naquele país, dos quais “seis a sete por cento são portugueses”. Em 2008, ainda segundo os dados oficiais, havia pouco mais de 117 mil cidadãos portugueses a trabalhar na Suiça. Números que não correspondiam à realidade, sublinhou a responsável sindical, pois não incluíam o universo dos trabalhadores temporários, ligados maioritariamente à construção civil e há hotelaria.&#60;br /&#62;
E são estes, acrescentou, os portugueses que mais «sofrem» com o desemprego. “Há um número considerável de trabalhadores sazonais, com contratos de curta duração e que trabalham através de agências de trabalho temporário” disse, explicando que quando o contrato termina, estes ficam em situações muito difíceis, já que não têm direito a nenhum subsídio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Problema global&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O desemprego entre os portugueses em sectores até agora considerados «seguros» foi um dos temas do debate organizado pelo Partido Comunista Português (PCP) em Berna, no dia 22 de Março.&#60;br /&#62;
“É um problema global que atinge a construção, a restauração, a indústria. Há trabalhadores que estão a ficar numa situação precária”, revelou Manuel Alho, do PCP/Suiça, ao Mundo Português, na sequência do encontro que teve por objectivo “aprofundar o conhecimento sobre os efeitos da crise económica e social na comunidade portuguesa”.&#60;br /&#62;
Mas os sectores empregadores tradicionais da comunidade portuguesa ainda são os mais afectados pela crise, sublinhou Manuel Alho, que deu como exemplo na área de Neuchatel, onde os portugueses são os estrangeiro a trabalhar em maior número na construção civil, que diz ser um sector «chave» naquela região.&#60;br /&#62;
O dirigente do PCP alertou para o aumento de casos de portugueses que viram agravada a sua situação social e acrescentou que o Governo português deve dar mais informações aos portugueses “que vêm para cá para trabalhos precários”.&#60;br /&#62;
“Há situações horríveis”, afirmou o dirigente comunista, que defende uma maior actuação do Governo português através de campanhas de informação na comunicação social para os portugueses que querem emigrar, no sentido de os alertar “para terem cuidado”.&#60;br /&#62;
“Em Portugal, há a ideia de que a Suiça é um paraíso de trabalho, mas há aqui empresas de trabalho precário que exploram os trabalhadores, que se sujeitam porque foram enganados em Portugal”, afirmou ao Mundo Português, destacando que “os portugueses são dos imigrantes mais afectados pelo trabalho precário” naquele país.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Demora a reconhecer reformas por invalidez&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Manuel Alho alertou ainda para o problema dos reformados por invalidez na Suiça, que tem afectado cada vez mais portugueses.&#60;br /&#62;
“A Segurança Social em Portugal não reconhece automaticamente as reformas por invalidez atribuídas pela Suiça” o que, acrescentou, dificulta o processo de obtenção das reformas que os trabalhadores portugueses tenham direito em Portugal pelo tempo de trabalho que cá tenham realizado antes de emigrar.&#60;br /&#62;
“Nestes casos, a Segurança Social em Portugal só dá o complemento referente ao tempo de trabalho em Portugal, depois de reconhecer a reforma por invalidez atribuída na Suiça”, explica o responsável comunista, acrescentando que o trabalhador reformado tem que se deslocar a Portugal para fazer os exames, num processo que se prolonga.&#60;br /&#62;
“Até lá, não recebe o complemento”, explica, dando como exemplo o caso de um trabalhador português, de cerca de 55 que recebe 1270 francos de uma reforma por invalidez que ainda não viu reconhecida em Portugal. “Ele trabalhou cerca de 15 anos em Portugal, não conseguiu ainda o complemento relativo a esse tempo de trabalho e está a passar dificuldades”, revelou ainda, defendendo uma maior actuação do Governo português na resolução rápida destes casos. Actualmente, residem oficialmente na Suíça cerca de 205 mil portugueses.&#60;br /&#62;
A.G.P.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.mundoportugues.org/content/1/4346/suica-seis-por-cento-dos-desempregados-sao-portugueses/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.mundoportugues.org/content/1/4346/suica-seis-por-cento-dos-desempregados-sao-portugueses/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Anos de desespero sem um emprego no horizonte"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/anos-de-desespero-sem-um-emprego-no-horizonte#post-194</link>
<pubDate>Tue, 07 Abr 2009 08:51:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">194@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;No concelho onde é maior a taxa de desempregados inscritos no país, são cada vez mais as mulheres na fila e quase metade os casos de longa duração. Trabalho precário é a alternativa e o subsídio vai dando para compensar as dificuldades financeiras&#60;br /&#62;
2009-04-03&#60;br /&#62;
CARLA SOARES&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mais uma tarde perdida e a esperança a desmoronar-se perante a falta de trabalho. A notícia de que Gaia é o concelho do país com o maior número de inscritos não ajudou a levantar o ânimo às dezenas de desempregados que, ontem, iam entrando e saindo do centro de emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Alguns, pela primeira vez, ainda não refeitos do despedimento recente; outros fartos de esperar, ano após ano, por uma proposta condigna.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A estatística mais recente, de Fevereiro, mostrou que Gaia lidera a tabela, com quase 22 mil inscritos nos centros. De acordo com os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, as mulheres são as mais afectadas, dominando com cerca de 58%. E o desemprego de longa duração, superior a um ano, é quase metade, aproximando-se dos 44%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há menos quatro mil desempregados do que em Fevereiro de 2008, mas mais 600 pessoas increveram-se de Dezembro para Janeiro, segundo a Câmara. A indústria continua a fechar portas, levando grupos, mais do que indivíduos, a engrossar as filas do desemprego. Foi o caso de Manuela Moreira e de Fernanda Angélica, acompanhadas de meia dúzia de colegas, uma delas grávida. São de Oliveira do Douro. A empresa, de calçado, fechou a 16 de Março.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Também Fernando Santos, de 47 anos, está há pouco tempo no desemprego: dois meses. Trabalhou nove anos na Sunviauto, indústria de componentes automóveis. &#38;quot;Vão fazer uma fábrica grande&#38;quot; no estrangeiro e &#38;quot;mandaram para lá as máquinas&#38;quot;, conta, explicando que &#38;quot;havia três turnos e agora passaram para um&#38;quot;. Recebeu a indemnização e vai ter direito a subsídio mas não quer &#38;quot;passar a vida a tocar viola&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quem já desespera é Henrique Manuel, de 52 anos, há cinco anos sem emprego, tal como Vítor Fonseca que, aos 25 anos, também não arranja um trabalho &#38;quot;de jeito&#38;quot; há cinco. Como eles, muitos chegavam ontem ao centro para actualizar os processos. Ou para pedir o o reforço do subsídio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#38;amp;Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1189816&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#38;amp;Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1189816&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Lisboa vai recrutar desempregados para zeladores municipais"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/lisboa-vai-recrutar-desempregados-para-zeladores-municipais#post-179</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 10:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">179@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A Câmara Municipal de Lisboa vai criar um grupo de zeladores dos bairros municipais, que serão recrutados temporariamente entre os desempregados e que receberão mais 20 por cento do que auferem no Fundo de Desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A revelação foi feita pela vereadora da Habitação e Acção Social, Ana Sara Brito, e insere-se num plano da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para, com o apoio do Governo e no âmbito das medidas de combate ao desemprego, criar uma ocupação temporária para alguns desempregados que reúnam as características pretendidas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em declarações à agência Lusa, a adjunta da vereadora, Maria de Lurdes Quaresma, explicou que está a ser feita uma candidatura no âmbito do Instituto do Emprego e Formação Profissional e que a iniciativa arrancará mal esta esteja concluída.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com a mesma fonte, iniciativa abrangerá para já 16 Zeladores de Bairro, que para além do dinheiro que recebem do Fundo de Desemprego irão auferir mais 20 por cento por parte da Câmara, bem como subsídio de alimentação e seguro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O trabalho será temporário (durante o tempo permitido de subsídio de desemprego) e será aberta uma candidatura para pessoas que se ajeitem a fazer pequenas reparações domésticas, como pintar, fazer ligações eléctricas, reparar canalizações, entre outras.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os futuros Zeladores de Bairro andarão acompanhados por fiscais da Gebalis (empresa camarária que gere os bairros municipais) e serão estes que identificarão os trabalhos e as reparações a fazer.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A candidatura está online. Logo que esteja aprovada será feito o recrutamento e começará a funcionar&#38;quot;, disse à Lusa Maria de Lurdes Quaresma.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A mesma fonte acrescentou que, além do Zeladores de Bairro, a CML &#38;quot;vai ter mais nove carregadores&#38;quot; - pessoas recrutadas no mesmo esquema de pagamento e que irão ajudar nas mudanças e realojamentos nos bairros municipais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ao abrigo do programa desenvolvido pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, a Câmara vai concorrer para outras áreas e tem já programado utilizar mais 315 desempregados para desempenharem funções de limpeza urbana e manutenção dos espaços verdes, entre outras actividades.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo Maria de Lurdes Quaresma, foi já feita uma candidatura para 150 desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os custos para a Câmara deste projecto atingirão os 900 mil euros no período de um ano (para pagamento dos 20 por cento, subsídio de alimentação e seguro), enquanto os encargos com os zeladores de bairro e os carregadores serão suportados pela Gebalis, revelou a fonte.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://aeiou.expresso.pt/lisboa-vai-recrutar-desempregados-para-zeladores-municipais--=f506936&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://aeiou.expresso.pt/lisboa-vai-recrutar-desempregados-para-zeladores-municipais--=f506936&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Indústria cerâmica perdeu 9 mil empregos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/industria-ceramica-perdeu-9-mil-empregos#post-175</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 09:02:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">175@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;NUNO PASSOS&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em cinco anos sector ficou sem  75% dos efectivos no concelho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estima-se que a cerâmica industrial de Barcelos recuou de 12 mil para três mil trabalhadores de 2001 a 2006. Encolheu 75%, devido à concorrência da China, Índia, Vietname e países da América Central.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O colapso do sector só não se verificou nos números do desemprego pois as mulheres obtiveram logo lugar no têxtil e os homens na construção civil, ainda que emigrados na Espanha.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É a lógica de quem pinta vaso, cose roupa. A mão-de-obra intensiva, com baixos salários e baixo valor acrescentado, transitou sobretudo para o têxtil. Mas a 'questão filosófica' é: com o têxtil em crise, o que nos resta? A dolorosa aprendizagem na cerâmica servirá para o Governo e os políticos agirem?&#38;quot;, disse o director-geral da Associação Comercial e Industrial de Barcelos. João Albuquerque alertou o Governo &#38;quot;cinco anos antes&#38;quot; do descalabro, sugerindo em vão soluções como subsídios a feiras, moldes, catálogos, custo da energia e licenciamento industrial.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em 2001/02 seria até criada a Comissão para a Cerâmica, unindo a Câmara, Associação Industrial do Minho e outros parceiros. Mas não se conseguiu impedir a &#38;quot;sangria lenta e contínua&#38;quot; provocada pelo fecho de fábricas de referência nacional em Manhente, Ucha, Areias, Galegos S. Martinho e Galegos Sta. Maria. A cerâmica industrial - não confundir com o artesanato em si - já não é estratégica no município, mas &#38;quot;importa não perdê-la e salvaguardar as firmas existentes&#38;quot;. Albuquerque sustentou que o ramo &#38;quot;serve de exemplo do que não fazer&#38;quot; no têxtil, o qual representa 30 por cento da economia barcelense e &#38;quot;não se pode basear no individualismo, mas na cooperação, design inovador e elevada qualidade&#38;quot;. &#38;quot;O Governo e a UE perdem muito mais se deixarem fechar as fábricas do que se decidirem subsidiar o emprego industrial e acautelar os dramas sociais associados&#38;quot;, sentenciou o responsável. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&#38;amp;Concelho=Barcelos&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1191876&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&#38;amp;Concelho=Barcelos&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1191876&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Nunca mais votei. Votar para quê?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/nunca-mais-votei-votar-para-que#post-172</link>
<pubDate>Mon, 06 Abr 2009 08:57:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;por Céu Neves 04 Abril 2009&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Alentejo foi a primeira região do País a atingir os dois dígitos ao nível da taxa de desempregados. O que é agravado pela eterna falta de alternativas em termos de emprego local. E é difícil avaliar o que é mais dramático. Se a vida de quem trabalhou desde os dez anos, sem direito a férias e que agora se vê na iminência de pedir apoio social. Se a de casais jovens, que já tiveram bons rendimentos e que agora vão buscar às escondidas refeições à Cáritas. E descobrem que 18 pessoas podem trabalhar e viver num contentor, sem quaisquer condições de higiene.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Nunca mais votei. Andar a votar... para quê?&#38;quot; Maria dos Prazeres, 53 anos, tomou a decisão há cinco anos, quando a Fábrica de Lanifícios de Portalegre encerrou. Tinha, então, 600 operários, mas chegou a laborar com o dobro. Deixou de votar porque viveu 33 anos na fábrica, sempre a acreditar que o futuro estava garantido. E, por futuro, entenda-se um rendimento de 500 euros mensais. Sem direito a bens próprios, férias e jantares ou qualquer outro &#38;quot;luxo&#38;quot;. O marido, António Reixa, 59 anos, 46 na Robinson (cortiça), também está desempregado. E o subsídio social que Maria dos Prazeres recebe acaba em Agosto. Depois? &#38;quot;Se calhar... tenho de ir pedir ao Estado. Não tenho 40 anos de descontos e 55 de idade&#38;quot;, resigna-se Maria.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Sociedade Corticeira Robinson vive uma lenta agonia. Declarou insolvência há um ano e o plano de recuperação passou por criar a Robinson S.A, cujas instalações ocupam parte da Johnson Controls (componentes de automóveis) que encerrou há um ano. Esta unidade iria absorver os operários da empresa-mãe, mas estes deixaram de acreditar na promessa três meses depois. Não recebiam salários e desistiram do &#38;quot;acordo&#38;quot; para poderem receber o subsídio de emprego. Sexta-feira terminou o prazo de um ano do plano de recuperação e tudo indicava que seria pedida a falência, mas o tribunal adiou a decisão por 20 dias.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O primeiro e único emprego de Maria dos Prazeres foi na Fábrica de Lanifícios, tinha 15 anos quando começou. &#38;quot;Gostava de tudo, das máquinas, dos colegas, do convívio&#38;quot;, conta. António Reixa mal terminou a 4.ª classe, com dez anos, foi trabalhar para as pedreiras dos mármores. Entrou para a Robinson com 13.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Nada do que fizeram e aprenderam conta neste momento. Maria dos Prazeres recebeu 11 mil euros do fundo de garantia salarial, o que deu para substituir a mobília, a &#38;quot;antiga estava toda podre&#38;quot;. António Reixa teme que não exista dinheiro para pagar indemnizações. Recebem 850 euros em subsídios, menos 400 do que teriam se trabalhassem. Metade é para pagar uma renda de 250 euros, água, luz e gás e medicamentos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Maria e António têm dois filhos, de 28 e 25 anos, ambos com histórias de trabalhos precários. O mais novo está a tirar um curso de formação em Évora, o que lhe permitirá concluir o 9.º ano, e o mais velho a substituir uma funcionária num supermercado de Portalegre. O mais novo foi pai aos 17 anos, neta que fica em casa dos avós paternos aos fins-de-semana. A namorada tem um curso superior de turismo e é caixa num supermercado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vidas que retratam o Alentejo, região do País com pouca oferta de emprego e a primeira onde o desemprego atinge os dois dígitos, segundo o Instituto Nacional de Estatística, maioritariamente mulheres (12,1% em idade activa estão desempregadas). E onde 43,7% dos trabalhadores por conta de outrem (268 mil ) recebem entre 310 e 600 por euros/mês.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Concelhos pouco populosos e onde parece que o cobertor é sempre curto. A agricultura é cada vez menos uma hipótese de trabalho, há poucos concelhos com parques industriais e a administração pública, nacional e local, acaba por ser a grande empregador das cidades.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O distrito de Portalegre tem 6832 desempregados, 3755 dos quais mulheres. Tem também um parque industrial em Ponte de Sor, onde tem sido mediatizada a situação da Delphi, empresa norte-americana subsidiária da General Motors (a viver de subsídios estatais dos EUA) e que fabrica componentes para automóveis. O seu encerramento foi anunciado para finais de 2008, desfecho adiado devido à conjuntura económica. Há um ano deixou de produzir apoios (motores e suspensões) e portas deslizantes, concentrando-se nos volantes e airbags.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Francisco Godinho, 46 anos, sempre foi um exemplo para a gente da terra. &#38;quot;Trabalha na Delphi!&#38;quot;, diziam dele quando passava, o que significava &#38;quot;um bom emprego&#38;quot;. Foi assim durante 24 anos. Há um ano viu o seu posto de trabalho extinto. Frequenta acções de formação e faz o que for preciso e deixou de receber o subsídio de trabalho nocturno. Os 180 trabalhadores eventuais não viram os contratos renovados e os 420 efectivos estão concentrados no turno das 08.00 às 16.00. Contam-se os dias à espera de decisões.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Desde Janeiro, 80% a 90% dos trabalhadores perderam no mínimo 140 euros&#38;quot;, contabiliza Francisco Godinho, mas há quem tenha perdido 25% do salário. Agora, levam para casa uma média de 650 euros por mês. E o futuro? Francisco tem um filho de 20 anos com quem insiste para prosseguir os estudos, mas já sem muitos argumentos. &#38;quot;Claro, que é sempre melhor estudar, mas conheço muita gente com um curso superior e que está numa caixa de supermercado!&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Não se vê futuro. Somos 420 e há trabalho só para 200. Está a complicar-se e não é só aqui. Há uma grande intranquilidade e eu ainda tenho quase 20 anos de trabalho pela frente&#38;quot;, diz Francisco Godinho, membro do Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás (Sinquifa). É que, muitas vezes, acabam por ser os delegados sindicais a dar a cara. As pessoas têm medo de falar. &#38;quot;Sabe-se lá o que nos pode acontecer... ou quem é que nos poderá negar um emprego!&#38;quot; É a justificação para a imprensa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É o caso do António (nome fictício), 55 anos, e da mulher, 51. Entraram ambos para a Delphi em 1981, está a fazer 28 anos. &#38;quot;É uma morte anunciada&#38;quot;, defende . Por isso, discorda da solução &#38;quot;que os sindicatos acordaram&#38;quot; na tentativa de manter a fábrica. &#38;quot;Havia uma hipótese de acordo e eles davam dois meses de salário por cada ano de trabalho. Assim, arriscamo-nos a não receber indemnização&#38;quot;, justifica. Acaba por reconhecer que a solução interessaria ao casal por estarem perto da idade de reforma. A maioria dos operários da Delphi tem mais de 20 anos de serviço.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;António tem dois filhos, uma rapariga de 18 anos e um rapaz de 28, este último motorista. Férias? &#38;quot;Fui algumas vezes ao Algarve e uma vez a Badajoz, mas a miúda está a pensar estudar, não há escolas superiores no concelho, e tem-se perdido o poder de compra. É preciso poupar.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Três mil euros reduzidos a zero&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fábio e Sílvia não conseguem calar a revolta. Não dão a cara, por eles e, sobretudo, pelo filho de oito anos e que tem acompanhamento psicológico dada a situação em que se encontra a família. O filho mais novo tem três anos. O casal chegou a ter um rendimento mensal de mais de três mil euros e, agora, depende das refeições da Cáritas de Beja.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fábio, 27 anos, trabalha desde os 14 e é a primeira vez que está desempregado. É um bom pintor de automóveis, profissão que trocou pela de &#38;quot;técnico de vendas de materiais de oficina&#38;quot;, onde ganhava muito mais: sem ordenado-base e ganhando à comissão. &#38;quot;Entregaram-me a pior volta, Baixo Alentejo e Évora. Estava morta e eu levantei-a. Cheguei a fazer 2700 euros por mês&#38;quot;, conta. Foi assim durante quase três anos, até que as vendas começaram a baixar, mas os pagamentos à segurança social e às finanças não baixaram. Até ao ponto do vencimento já não dar para pagar os descontos. Falhou o primeiro mês, o segundo... até que decidiu dar baixa da actividade. Deixou de poder passar recibos verdes, ou seja, de trabalhar, em Julho de 2008. E quem tem recibos verdes não tem direito a subsídio de desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Silvia, 24 anos, a mulher, trabalhava como empregada doméstica. A patroa, alegando também ela dificuldades, foi-lhe reduzindo os dias de trabalho, o que diminuiu drasticamente os 500 euros mensais que recebia. Até não ganhar quase nada. Deixou de trabalhar, sem direito a subsídio de desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A nossa sorte é que não nos metemos em avarias. Nunca quisemos grandes casas ou Mercedes. Comprámos uma casa antiga no centro da cidade por 70 mil euros e pedimos mais 15 mil para obras. E temos um carro normal, que também estamos a pagar&#38;quot;, conta o Fábio. Mesmo assim, representa 600 euros da prestação da casa, mais 274 do carro, o que dá 874, a que se junta 73 euros do infantário do mais novo. E há dívidas para pagar. E não entra dinheiro há praticamente um ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Só recentemente começaram a receber o Rendimento Mínimo de Inserção Social, 562 euros pelo casal, tendo-lhes valido a ajuda da Cáritas de Beja, refeições, pagamentos de água e electricidade. O filho mais velho almoça na escola e levam-lhe o pequeno-almoço. Um destes dias, a refeição foi entregue em casa e foi a mãe que lhe pôs a comida na mochila. &#38;quot;Ficou tão contente... ele já percebeu&#38;quot;, comenta a Sílvia.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Aceito fazer tudo e, por tudo, entenda-se todo o tipo de funções e em todo o lado, desde que sinta que a sua dignidade como ser humano não esteja posta em causa. Como aquela que o casal viveu há bem pouco tempo. Ele respondeu a um anúncio para trabalhar nas obras e o encontro foi marcado para Sete-Rios, em Lisboa. O dinheiro que tinham apenas deu para pagar o gasóleo até à capital. Também &#38;quot;não precisavam de mais&#38;quot;, pensavam eles. &#38;quot;Disseram-nos que íamos para Leiria e que tínhamos casa e comida.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em Marrazes, onde estava o estaleiro da empresa, encontraram um contentor para 18 pessoas, homens de 14 nacionalidades, que dormiam no mesmo espaço e três partilhavam a mesma cama. Sem nenhumas condições de higiene. Como é que o Fábio ali ia viver com a Sílvia. &#38;quot;Viemos embora, a pé. Arranjámos uma ou outra boleia. Levámos 36 horas a chegar e sem comer nada. Não consigo esquecer os olhos da minha mulher, ela que sempre foi habituada ao conforto , a pedir-me: &#38;quot;'Pede comida àquele, pede!', mas como é que eu ia pedir ?&#38;quot; Já em Lisboa, em Alvalade, apanharam uma boleia para Sete-Rios, de um homem que lhes deu 40 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aquela, não foi a única tentativa fracassada. Um amigo pagou-lhes as viagens para tentarem a sorte em França. &#38;quot;Não consegui mais do que mil euros por mês e ainda tinha de pagar a casa e os infantários das crianças, não dava&#38;quot;, diz o Fábio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fábio e Sílvia estão juntos há oito anos. Não passam um sem o outro e as dificuldades até têm reforçado a relação. &#38;quot;Um puxa o outro. Quando as coisas estão pior eu digo: 'não desanimes, puxa por mim', às vezes, diz ela: 'puxa por mim'&#38;quot;, conta o Fábio.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O pior é que são poucas as alternativas em Beja, não há fábricas, os empregos públicos estão bloqueados e o comércio fecha as portas. O distrito tem 8699 desempregados, dos quais 5066  são mulheres. O casal faz-nos uma visita guiada pelo centro da cidade. É desolador! Logo na Praça da República fecharam o Central Restaurante HenriBar, a drogaria Castilho e uma loja de roupa de criança. Avança-se pelas artérias do centro histórico e a lista não pára de aumentar: mercearias, restaurantes, lojas de decoração e de electrodomésticos, pronto-a-vestir, sapatarias, papelarias, chapelarias e até marcas internacionais, como a Brooklin's e a Alain Manoukian. Estão todos a fechar as portas , abre um ou outro espaço, mas ainda são as ditas lojas de chineses a demonstrar alguma actividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Todos se conhecem, é mesmo verdade, e um ou outro atira para o Fábio: &#38;quot;Já foste lá?&#38;quot; &#38;quot;Entregaste aquilo?&#38;quot; O que quer dizer se já contactou um possível empregador, se entregou mais um currículo. Fábio traz vários currículos numa capa transparente, sempre pronto a pedir um emprego. &#38;quot;Estamos inscritos nos centros de emprego. Entreguei currículos em todo o lado&#38;quot;, desespera.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Cáritas de Beja apoiou 4616 pessoas em 2008, mais 32% que no ano anterior e a tendência é para aumentar. Fazem apoio domiciliário a 70 famílias e não podem ultrapassar este número. Já em relação à distribuição de refeições tiveram que duplicar, de 20 para 40. &#38;quot;É uma resposta emergente, temporária e flutuante e que não podemos deixar de dar&#38;quot;, justifica Teresa Chaves, a presidente da instituição. São os sem-abrigo que almoçam no refeitório e levam o jantar, são as famílias sem rendimentos que preferem levar a comida para casa, como o Fábio e a Sílvia. &#38;quot;Isto bateu no fundo. Tínhamos um bom rendimento, mas nunca fomos pessoas de fazer grandes férias ou fins-de -semana. Eram as despesas da casa, roupa e comida.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Este distrito tem um índice de desemprego bastante alto. Não temos indústria e o problema de encerrar uma fábrica e ficarem todos no desemprego. Temos comerciantes, pequenas empresa familiares que têm fechado. São pessoas sem possibilidade de aceder ao subsídio de desemprego ou a outros apoios do Estado. É preocupante&#38;quot;, explica Teresa Chaves.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em Évora, distrito com 7389 desempregados, 3983 dos quais mulheres, o parque industrial e indústrias adjacentes, tem sido uma garantia de emprego. Tem. As duas maiores fábricas, produção de componentes para automóveis e telecomunicações, tremem face à descida das vendas. A Tyco, componentes electromecânicas Lda, está em lay-off, reduzindo de 1610 para 1117 o número de trabalhadores que em funções. Numa primeira leva, em Janeiro, 346 pessoas ficaram em casa e a receber 76% do salário e, na segunda, em Março, foram mais 63.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os operários da Tyco estão a trabalhar menos um dia por semana e com a redução de 15% do salário, havendo quem tenha metido férias, para manter o rendimento. É o caso de Maria do Carmo Soares, que pôs 12 dias de férias. Tem 48 anos, 29 de casa, dois filhos, um de 26 anos que é mecânico e outro de 20 que está a fazer formação na empresa da mãe. Apesar de todos estes problemas, Maria do Carmo não está preocupada: &#38;quot;Ouço que isto vai fechar desde que vim para aqui, embora eu veja que as coisas estão a ficar pior, mas não é só aqui.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mesmo ao lado, e ainda fora do novo Parque Industrial de Évora, fica a Kemet, fabricante de componentes para automóveis e para telecomunicações, sendo estes em maioria. Tem cerca de 450 trabalhadoras, que esperam a todo o momento uma lista com o nome dos trabalhadores que irão para lay-off.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62; João, 33 anos, está na empresa há seis anos, o que coincide com a mudança do Barreiro para Évora. Foi atrás da mulher. &#38;quot;Até à data, só fui prejudicado dois meses, quando tive o horário concentrado. A maioria já está a trabalhar só no turno de dia e não se recebe o subsídio nocturno&#38;quot;, conta. Contas feitas, acaba por receber 600 euros mensais, em vez dos anteriores 800. A mulher é contabilista, têm um filho e a prestação da casa para pagar. Não quer revelar o nome e logo se percebe porquê. Um funcionário da empresa avisa-nos que não podemos estar no espaço em redor da empresa e vigia todos o nossos passos, mesmo quando não estamos &#38;quot;em propriedade privada&#38;quot;. Aconselhou-nos a falar para a administração, que disse &#38;quot;nada ter a declarar!&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na despedida, percebe-se melhor o silêncio dos residentes no Alentejo. Sobretudo, quando correm o risco de perder o emprego. Também dizem que &#38;quot;as cunhas&#38;quot; têm muita importância e que se pode pagar caro uma denúncia. E não se pode esquecer o pedido de Fábio. &#38;quot;Mandem-nos o jornal. Não o podemos comprar!&#38;quot; &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1191732&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1191732&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Moratória abrange todos desempregados"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/moratoria-abrange-todos-desempregados#post-164</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:57:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">164@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Desempregados em incumprimento vão poder pagar metade da prestação&#60;br /&#62;
A linha de crédito moratória, aprovada ontem em conselho de ministros, pode contribuir para a redução do crédito malparado das instituições financeiras. Os desempregados que já entraram em incumprimento no crédito à habitação junto das instituições bancárias também vão poder ver adiado o pagamento de 50% da prestação do crédito hipotecário, até ao limite de 500 euros. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Maria  João Soares&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:mjsoares@negocios.pt&#34;&#62;mjsoares@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;br /&#62;
Sara  Antunes&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:saraantunes@negocios.pt&#34;&#62;saraantunes@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A linha de crédito moratória, aprovada ontem em conselho de ministros, pode contribuir para a redução do crédito malparado das instituições financeiras. Os desempregados que já entraram em incumprimento no crédito à habitação junto das instituições bancárias também vão poder ver adiado o pagamento de 50% da prestação do crédito hipotecário, até ao limite de 500 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Governo disponibilizou 150 milhões de euros para a linha de crédito moratória, que estará acessível aos agregados familiares que tenham um elemento no desemprego. O adiamento do pagamento de metade da prestação do crédito à habitação pode ir até 24 meses para os pedidos realizados até ao final deste ano. O acesso estende-se aos desempregados que já tenham entrado em incumprimento, desde que tenham falhado o pagamento do crédito após a situação de desemprego. O prazo de 24 meses pode incluir prestações já vencidas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360806&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360806&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Sector de serviços em Espanha continua a perder vendas e empregos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/sector-de-servicos-em-espanha-continua-a-perder-vendas-e-empregos#post-161</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:52:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">161@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;27.03.2009 - 13h14&#60;br /&#62;
Em Janeiro deste ano, comparando com o período homólogo de 2008, registaram-se perdas de 17,1 por cento no volume de negócios e de 4,8 por cento no emprego, segundo dados oficiais divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística espanhol.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A deterioração da economia espanhola e a quebra no consumo – fenómeno que não se vivia desde a última crise de 1993 - afundaram o sector dos serviços.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Janeiro foi o nono mês consecutivo de quedas nas vendas do sector e o sétimo no que diz respeito às perdas de emprego. É a maior descida recolhida pelo INE desde que começou a divulgar estes dados, em 2003.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As quebras não se ficam só pelo sector dos serviços, estendem-se a todos os sectores. As maiores quedas em negócios ocorreram no comércio - menos 20,1 por cento -, seguindo-se o transporte - menos 17,1 por cento - e serviços a empresas - menos 13,2 por cento. Nem o turismo - menos 7,6 por cento – e as tecnologias da informação - menos 6,7 por cento – escaparam.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os únicos aumentos registados foram nos serviços de investigação e segurança - mais 2,2 por cento - e nas actividades administrativas de escritórios - mais 1,5 por cento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No que diz respeito ao emprego, os sectores mais abalados foram os serviços a empresas – com uma queda de 7,1 por cento – o turismo – 5,3 por cento – seguidos pelo comércio e pelo transporte – ambos com 4 por cento -, segundo o jornal El País.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Governo Espanhol aprova reformas para liberalizar os serviços&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Conselho de Ministros espanhol deverá aprovar hoje um decreto-lei com um pacote de reformas estruturais para combater a crise. O pacote incluirá questões tributárias e financeiras. O Executivo irá debater a liberalização da actividade no sector dos serviços.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na mesa estará a aprovação de um projecto-lei sobre Livre Acesso e Exercício das Actividades de Serviços, que transpõe os princípios gerais da directiva europeia, como sendo a eliminação das autorizações redundantes, a simplificação dos processos administrativos e medidas para garantir a protecção dos usuários, segundo o jornal espanhol El País.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Lei do Comércio promete ser a mais polémica, visto que prevê a eliminação da autorização autonómica para supermercados e grandes superfícies, salvo raras excepções. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371200&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371200&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
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<title>FD on "Moratória abrange todos desempregados"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/moratoria-abrange-todos-desempregados#post-160</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:51:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Voltar a ter emprego não obriga a suspensão do apoio do Estado em 50% da prestação do empréstimo da casa&#60;br /&#62;
Ontem&#60;br /&#62;
LUCÍLIA TIAGO&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estar inscrito num centro de emprego há pelo menos três meses. É este único requisito exigido a quem queira beneficiar da moratória para o crédito da casa. A medida tem um custo neutro para o Estado, que comparticipa até 500 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Governo aprovou ontem a linha de crédito de 150 milhões de euros para apoiar as famílias com empréstimo para casa e com um elemento do agregado no desemprego. A medida pode até ser usada por um casal em que um dos elementos esteja a trabalhar e aufira um salário elevado, pois não está prevista nenhuma restrição a este nível. O ministro das Finanças esclareceu que a moratória se destina a todo e qualquer desempregado, independentemente de estar ainda a receber o subsídio de desemprego ou de já ter esgotado este apoio social. A única exigência feita é a de que esteja inscrito num Centro de Emprego e o único limite é de que a comparticipação do Estado (de 50% do valor mensal da prestação) não pode ir além dos 500 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Significa isto que quem pague de empréstimo uma prestação superior a mil euros, contará apenas com 500 euros. Mas este apoio é dado independentemente do valor do empréstimo e do rendimento do agregado - nas situações em que um dos elementos do casal mantém o emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A moratória estende-se por dois anos e pode ser requerida até 31 de Dezembro deste ano. Quem tenha já entrado em incumprimento com o banco, pode aproveitar para descontar nos 24 meses de apoio a que teria direito as prestações em atraso, desde que o processo não tenha entrado já numa fase de contencioso.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Numa simulação efectuada pelo Deco - tendo por base um empréstimo de 150 mil euros a 30 anos e um spread de 1% e assumindo-se o valor médio da Euribor de Fevereiro para todo o prazo do empréstimo -, verifica-se que quem opte por devolver o adiantamento do Estado até ao fim do prazo, o acréscimo da prestação mensal será de valor reduzido, inferior a 30 euros.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O ministro das Finanças não precisou o momento de entrada em vigor da medida, mas referiu que, dentro de uma semana (depois de consultadas as associações de defesa do consumidor e dos consumidores de produtos financeiros), a parte de produção deve estar concluída.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sublinhando que se trata de uma solução que visa dar um &#38;quot;alívio financeiro temporário&#38;quot; a famílias afectadas pelo desemprego, e ajudar estas famílias a manter o seu património, o ministro das Finanças adiantou que a moratória tem condições favoráveis, pois o reembolso ao Estado é feito ao preço da Euribor subtraída de 0,50%. Na prática, significa que a devolução é feita com um spread negativo. Mas do texto ontem distribuído não fica a certeza se a esta devolução acrescem juros pelo capital aditado. Sabe-se apenas que, como referiu Teixeira dos Santos, para o Estado, esta medida terá um efeito neutro em termos de custo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Já o mesmo não se passa nas alterações ao crédito bonificado para reforçar o apoio aos desempregados, cujo acréscimo de despesa para o Estado deverá rondar os nove milhões de euros anuais. Além de poderem subir no nível do escalão de bonificação (pela perda de rendimentos decorrente do desemprego), estas pessoas vão beneficiar de uma taxa de referência para o cálculo da bonificação mais favorável. Actualmente, esta taxa é equivalente à Euribor acrescida de 0,50%. Durante dois anos, vai ser a Euribor acrescida de 1,5%. Esta alteração vai ter especialmente impacto entre os que têm spreads superiores a 1%. Actualmente, a comparticipação da bonificação é calculada tendo em conta a taxa de juro do contrato ou com base na fórmula da Euribor acrescida de 0,5%, escolhendo o Estado a mais baixa das duas. Com a alteração para 1,5% o benefício é maior. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1182774&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1182774&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "IEFP compromete-se a garantir 74 mil empregos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/iefp-compromete-se-a-garantir-74-mil-empregos#post-157</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:49:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Por CATARINA ALMEIDA PEREIRA&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Objectivo implica a subida de 15% face ao que foi conseguido no ano passado. Os dois primeiros meses do ano não foram favoráveis: o número de colocações caiu 24% em Fevereiro porque as ofertas também desceram.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Num ano particularmente difícil, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) compromete-se a aumentar em 15% o número de colocações de desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório de actividades do IEFP estabelece o objectivo de conseguir 74 mil colocações, depois das 64 mil alcançadas no ano passado. O número está a crescer há três anos, mas fica consecutivamente abaixo das previsões. A degradação da situação económica é o obstáculo óbvio, explica Francisco Madelino, presidente do IEFP, mas não é o único. Ao registar as ofertas, as empresas submetem-se a algum escrutínio em relação à existência de dívidas ao Estado ou aos trabalhadores, ao licenciamento ou à conformidade com outras normas legais. &#38;quot;É como uma maior presença do Estado&#38;quot;, que as empresas evitam, admite o responsável. &#38;quot;Depois, há outras empresas perfeitamente estruturadas que vêem o IEFP como um meio de colocação de pessoas em segmentos menos qualificados&#38;quot;. Uma imagem &#38;quot;que tem de ser superada&#38;quot;, acrescenta o responsável. O esforço está a ser feito, segundo declara, através &#38;quot;da formação ou da assinatura de protocolos com grandes grupos económicos&#38;quot;, nomeadamente no sector da distribuição.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Instituto Nacional de Estatística questiona os inquiridos sobre os procedimentos adoptados para encontrar trabalho. 60% dos 427 mil desempregados registados no ano passado contactaram um centro de emprego; metade dirigiu-se directamente à empresa; 36% estabeleceram contactos com conhecidos ou sindicatos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Colocações caem 20%&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O início do ano não foi fácil. Em Janeiro e Fevereiro os centros de emprego registaram pouco mais de 7700 colocações, o que representa uma queda de 18% em relação ao ano passado, ainda mais acentuada em Fevereiro (24%, a maior desde 2001). Ao longo destes dois meses inscreveram-se nos centros de emprego mais de 130 mil pessoas como desempregadas. A autocolocação e a adesão a programas de formação não estão aqui considerados, esclarece o responsável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados confirmam a predominância de colocações em segmentos menos qualificados: operários, trabalhadores não qualificados , vendedores e empregados de escritório têm maiores probabilidades de encontrar um emprego através do IEFP.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Em mercados onde a informação é plena [como os mais qualificados], as empresas só recorrem ao IEFP quando precisam de algum tipo de apoio&#38;quot;, acrescenta Francisco Madelino. O salário oferecido ronda, segundo refere, os 550 euros negociáveis.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A evolução do número de ofertas pode ajudar a explicar a quebra nas colocações: em Fevereiro, o número de novas ofertas desceu 26% em termos homólogos, numa queda generalizada a todas as regiões do País.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1183175&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1183175&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Campo ganha 400 postos de trabalho"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/campo-ganha-400-postos-de-trabalho#post-149</link>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 07:26:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;00h30m&#60;br /&#62;
MARTA NEVES&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Com a apresentação, esta quarta-feira, da via distribuidora de Campo, em Valongo, o presidente da Câmara, Fernando Melo, anunciou a instalação da Decathlon na freguesia. O projecto vai criar 400 postos de trabalho no concelho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O autarca não tem dúvidas que com a construção da via distribuidora de Campo - obra que arrancou em Janeiro e que deverá estar concluída no final do ano - está dado um &#38;quot;passo importante para o arranque do primeiro parque industrial de Valongo&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na cerimónia, que marcou simbolicamente o lançamento da obra, o presidente da Câmara de Valongo, Fernando Melo, valorizou a artéria que vai &#38;quot;tirar os camiões do miolo da freguesia de Campo e permitir atrair a instalação de um novo projecto empresarial que significará um investimento de 40 milhões de euros em Valongo&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Foram anos à espera do arranque desta obra, mas por fim Valongo foi compensado. Quer a população, quer para os empresários que vão passar a estabelecer-se no concelho&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aliás, os acessos, nomeadamente a construção da via distribuidora de Campo (que terá uma extensão de 1600 metros quadrados, com três rotundas, e significa um investimento de 1,8 milhões de euros), a ligação ao futuro nó da A41, e a proximidade da A41, foram motivos decisivos que levaram o grupo Oxylane, da qual faz parte a insígnia de retalho não alimentar Decathlon, a escolher a zona industrial de Campo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A ligação local que está a ser desenvolvida pela autarquia na zona industrial de Campo também é uma condição importante que torna essa zona industrial com a funcionalidade que é de esperar hoje duma zona industrial moderna&#38;quot;, escreveu a empresa num comunicado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sendo certo que só esta empresa, que fará um investimento de 40 milhões de euros em Valongo, vai criar, numa primeira fase, 400 postos de trabalho, privilegiando a contratação de residentes do concelho e, em especial, da freguesia de Campo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Contudo, nesta freguesia não será aberta uma loja, mas sim uma plataforma logística, que funcionará como armazém de outros estabelecimentos comerciais espalhados no norte de Portugal.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Agora só esperamos que a intervenção da via distribuidora de Campo seja feita com celeridade, porque estamos todos ansiosos que o parque industrial seja em breve uma realidade&#38;quot;, concluiu Fernando Melo. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#38;amp;Concelho=Valongo&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1181594&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#38;amp;Concelho=Valongo&#38;amp;Option=Interior&#38;amp;content_id=1181594&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Suíça: alerta para desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/suica-alerta-para-desemprego#post-135</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:11:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Lisboa, 23 Mar (Lusa) - O PCP/Suíça está preocupado com o desemprego que atinge os emigrantes naquele país e quer que o Governo informe melhor os portugueses que pretendam sair de Portugal para ir trabalhar no estrangeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Há um certo desleixo do Governo português e falta de informação em Portugal. O Governo devia publicitar que a Suíça não é o El Dorado que as pessoas pensam&#38;quot;, disse hoje à Agência Lusa Manuel Alho, do PCP/Suíça.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O dirigente partidário falava depois do encontro que o Partido Comunista Português (PCP) organizou domingo em Berna.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A Suíça é dada como o El Dorado e não é verdade. Há muito desemprego e casos com portugueses que são horríveis. Parecem casos de terceiro mundo&#38;quot;, afirmou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com Manuel Alho, existem actualmente cerca de 10 mil portugueses desempregados na Suíça, situação que &#38;quot;devia criar grandes preocupações ao Governo português&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O dirigente comunista defendeu ainda que o Executivo socialista devia dar mais apoio aos portugueses que são reformados por invalidez na Suíça porque a Segurança Social portuguesa demora muito tempo a reconhecer esses casos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Também presente no encontro esteve o conselheiro das comunidades Manuel Beja, que alertou que se nota &#38;quot;uma tendência de desemprego com emigrantes com uma certa qualificação, sobretudo técnicos e quadros de empresas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Até aqui, o desemprego verificava-se maioritariamente entre a mão-de-obra pouco qualificada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Há empresas que estão a fechar e colocam no desemprego emigrantes que estavam há muitos anos nessa actividade&#38;quot;, disse.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por outro lado, verifica-se também que muitas empresas estão a optar por reduzir os horários de trabalho, especialmente têxteis, metalúrgicas e de serviços.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;A temporada da construção civil está a arrancar agora, por isso, ainda não há sinais preocupantes&#38;quot;, afirmou Manuel Beja.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Actualmente, residem oficialmente na Suíça cerca de 205 mil portugueses.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;MCL.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/fim&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1179089&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1179089&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Mais de 53 mil novos desempregados em dois meses"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mais-de-53-mil-novos-desempregados-em-dois-meses#post-134</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">134@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Nuno  Carregueiro&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:nc@negocios.pt&#34;&#62;nc@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 17,7 %, em Fevereiro, face ao mesmo mês de 2008, o que representa a maior subida desde Dezembro de 2003. Nos dois primeiros meses deste ano o número de novos desempregados já supera os 53 mil.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final do mês de Fevereiro de 2009, estavam registados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 469.299 desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este valor representa um agravamento de 21.333 face ao registado no final de Janeiro e de 53.294 contra o registado no fim de 2008, altura em que estavam registados 416.005 desempregados.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes dados confirmam que o desemprego está a aumentar fortemente em Portugal, à medida que se acentua a crise económica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório hoje revelado pelo IEFP adianta que contra Fevereiro de 2008 o número de desempregados aumentou 17,7%. O aumento do desemprego verificou-se em ambos os géneros, mantendo os homens um acréscimo percentual mais acentuado, com um aumento homólogo de 30,7%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Todos os níveis de habilitação escolar apresentavam em Fevereiro mais desempregados do que há um ano. Os que possuíam o 2º e 3º ciclos do ensino básico tiveram os aumentos percentuais mais elevados, respectivamente +25,4% e +24,2%. Já os habilitados com um nível superior de instrução totalizaram 40 915 registos, tendo apresentado um aumento de 5,3% comparativamente a Fevereiro de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cerca de dois terços dos inscritos nos centros de emprego não têm trabalho há menos de um ano, com o desemprego de longa duração a afectar 32,4% do total.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados regionais mostram o aumento do desemprego em todas as regiões do País, não só em termos anuais como mensais. As regiões Centro, Alentejo, Algarve e Madeira registaram acréscimos anuais superiores à média do País (+17,7%), destacando-se o Algarve com +40,5%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360140&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=360140&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Algarve é a região que mais afectada pelo desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/algarve-e-a-regiao-que-mais-afectada-pelo-desemprego#post-133</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:09:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">133@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A região do Algarve foi a que mais sofreu com o aumento do desemprego em Fevereiro, ao registar um crescimento de 40,5 por cento face ao mesmo mês de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) hoje divulgados, o desemprego aumentou em todas as regiões do país em Fevereiro, tanto face ao mesmo mês de 2008, como em relação a Janeiro deste ano, com a região do Algarve a registar a maior subida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Face a Janeiro, o número de inscritos nos centros de emprego daquela região aumentou 5,4 por cento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As regiões Centro, Alentejo e Madeira registaram igualmente acréscimos superiores à média do país (17,7 por cento).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Madeira subiu 22,8 por cento para 10.789 incritos, seguida do Centro - que aumentou 18,6 por cento para 71.108 inscritos - e do Alentejo - que cresceu 18 por cento para 21.955 individuos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os Açores foram a região do país onde o número de incritos menos subiu, mas ainda assim o número de incritos nos centros de emprego elevou-se 15,5 por cento face ao mês homólogo, para 4.928 pessoas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No Norte, a região do país que concentra o maior número de desempregados (43,1 por cento do total) ocorreu um crescimento homólogo de 15,8 por cento para 202.053 inscritos, o que representa uma subida mensal de 5,4 por cento, para 202.053 indivíduos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os centros de emprego de Lisboa e Vale do Tejo (com um peso de 29,3 por cento do total) tinham no final de Fevereiro 137.694 inscritos, mais 17 por cento do que no mesmo mês de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504721&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504721&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Novos subsídios sobem 73%"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/novos-subsidios-sobem-73#post-123</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 11:04:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">123@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;21 Março 2009&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É a consequência da corrida aos centros de emprego: em Fevereiro foram atribuídos mais de 24 mil novos subsídios. Os novos apoios entram em vigor em Abril.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;É o primeiro indicador oficial da evolução do mercado de trabalho em Fevereiro: no segundo mês do ano foram atribuídos 24 283 subsídios de desemprego, mais 73% do que em período homólogo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Este valor inclui duas situações. Por um lado, os novos subsídios de desemprego, que quase duplicaram (mais 93%); por outro lado, as novas prestações do chamado subsídio social - destinado a famílias com um rendimento por pessoa inferior a 335 euros por mês -, que aumentaram 30%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes dados referem-se aos pedidos que foram aceites pela Segurança Social. Uma vez que as novas situações crescem acima do normal, aumenta também o número global de beneficiários. Há agora 290 mil desempregados subsidiados, o valor mais alto desde o início de 2007, que representa um aumento homólogo de 14%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Resta saber se estes números serão revistos em alta, tal como aconteceu com os dados referentes a Janeiro. No primeiro mês do ano, o crescimento foi de 43%, em vez dos 10,7% que sugeriam os números então divulgados (ver caixa).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados disponíveis mostram que os gastos com subsídios de desemprego estão a aumentar mais lentamente do que o número de beneficiários. Em Janeiro e Fevereiro, o Estado gastou 291,2 milhões de euros, mais 8,7% do que há um ano, revelou a Direcção-Geral do Orçamento. Fonte oficial do Ministério do Trabalho contesta esta leitura, garantindo que a despesa cresce &#38;quot;em linha com o aumento de beneficiários&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;São cerca de 11 200 os beneficiários com subsídio social de desemprego interrompido no primeiro trimestre, segundo dados solicitados ao Instituto de Segurança Social. O dinheiro será pago, com retroactivos, em Abril. É que o diploma que alarga o subsídio social de desemprego, anunciado em Dezembro, só ontem foi publicado em Diário da República, vigorando a partir do próximo mês.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os beneficiários terão direito a mais seis mensalidades, que variam entre os 251 euros (se não tiverem filhos) e 419 euros (se tiverem quatro ou mais).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O mesmo diploma determina que quem se atrasar na apresentação do requerimento para o subsídio será penalizado, mas não perde o direito à prestação; e que quem regressar ao trabalho num prazo de seis meses não será prejudicado em futuras prestações.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1177632&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1177632&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Menos estudos mais desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/menos-estudos-mais-desemprego#post-116</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:10:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">116@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;HABILITAÇÕES ESCOLARES A CONDICIONAR&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Infelizmente, a falta de trabalho é uma realidade transversal a toda a sociedade, mas o grau de qualificação escolar parece ainda ter algum peso. O número de desempregados com habilitações escolares ao nível do ensino básico voltou a aumentar em 2008, enquanto as ofertas de trabalho promovidas nos centros de emprego preencheram, em maioria, empregos pouco ou nada qualificados, segundo uma avaliação do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O relatório &#38;quot;Situação do Mercado de Emprego&#38;quot; revela que, depois de um decréscimo entre 2006 e 2007, o número de desempregados sem habilitações escolares voltou a aumentar no ano passado face aos 12 meses precedentes: a título de exemplo, mais 4,6 por cento para os 21.728 no total de desempregados sem nenhum nível de instrução ou mais 2,7% (para 119.557) com o 1.º ciclo do básico. Já o número de desempregados com habilitação ao nível do secundário aumentou 7,2% (para 70.486), enquanto os desempregados com o ensino superior concluído diminuíram 4,2%, para 37.176 indivíduos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O IEFP refere ainda que os centros de emprego do continente &#38;quot;efetuaram 61.945 colocações&#38;quot; - o que corresponde a uma subida de 6,6% em relação ao ano anterior -, concluindo que, em 2008, observou-se &#38;quot;um maior número de desempregados inscritos, de ofertas de emprego recebidas e de colocações de desempregados realizadas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Data: Domingo, 22 Março de 2009 - 0:41&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.record.pt/noticia.aspx?id=ef43bf04-cb33-4f7a-856f-24a8555a30ab&#38;amp;idCanal=00000127-0000-0000-0000-000000000127&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.record.pt/noticia.aspx?id=ef43bf04-cb33-4f7a-856f-24a8555a30ab&#38;amp;idCanal=00000127-0000-0000-0000-000000000127&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Prorrogação do prazo de atribuição do subsídio social de desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/prorrogacao-do-prazo-de-atribuicao-do-subsidio-social-de-desemprego#post-112</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 10:46:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">112@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;MINISTÉRIO DO TRABALHO&#60;br /&#62;
E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL&#60;br /&#62;
Decreto-Lei n.º 68/2009&#60;br /&#62;
de 20 de Março&#60;br /&#62;
O XVII Governo Constitucional encontra -se empenhado&#60;br /&#62;
em reafirmar o seu propósito de garantir uma maior eficácia&#60;br /&#62;
no processo de atribuição das prestações sociais e&#60;br /&#62;
no reforço da garantia de acesso aos direitos de protecção&#60;br /&#62;
social dos cidadãos, num contexto de agravamento das&#60;br /&#62;
condições económicas do País.&#60;br /&#62;
Nesse sentido, procede -se à prorrogação do prazo de&#60;br /&#62;
atribuição do subsídio social de desemprego nas situações&#60;br /&#62;
em que o período de atribuição se conclua durante o ano de&#60;br /&#62;
2009, como medida especial de apoio aos desempregados&#60;br /&#62;
de longa duração.&#60;br /&#62;
Aproveita -se também a oportunidade para clarificar o&#60;br /&#62;
sentido de algumas normas do regime jurídico de protecção&#60;br /&#62;
social na eventualidade de desemprego vigente.&#60;br /&#62;
Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões&#60;br /&#62;
Autónomas.&#60;br /&#62;
Foram ouvidos, a título facultativo, os parceiros sociais&#60;br /&#62;
com assento na Comissão Permanente da Concertação&#60;br /&#62;
Social.&#60;br /&#62;
Assim:&#60;br /&#62;
No desenvolvimento do regime jurídico estabelecido&#60;br /&#62;
pela Lei n.º 4/2007, de 16 de Janeiro, e nos termos das&#60;br /&#62;
alíneas a) e c) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o&#60;br /&#62;
Governo decreta o seguinte:&#60;br /&#62;
Artigo 1.º&#60;br /&#62;
Objecto&#60;br /&#62;
O presente decreto -lei estabelece um conjunto de medidas&#60;br /&#62;
de apoio aos desempregados de longa duração e&#60;br /&#62;
actualiza o regime jurídico de protecção social na eventualidade&#60;br /&#62;
desemprego.&#60;br /&#62;
Artigo 2.º&#60;br /&#62;
Prorrogação&#60;br /&#62;
1 — É prorrogada, por um período de seis meses, a&#60;br /&#62;
atribuição do subsídio social de desemprego inicial ou&#60;br /&#62;
subsequente ao subsídio de desemprego que cesse no decurso&#60;br /&#62;
do ano de 2009.&#60;br /&#62;
2 — O montante diário do subsídio referido no número&#60;br /&#62;
anterior corresponde a 1/30 de 60 % do valor do indexante&#60;br /&#62;
dos apoios sociais (IAS), sem prejuízo do disposto no número&#60;br /&#62;
seguinte.&#60;br /&#62;
3 — O montante diário do subsídio é majorado em 1/30 de&#60;br /&#62;
10 % do IAS por cada filho que integre o agregado familiar do&#60;br /&#62;
titular da prestação, não podendo o montante diário total exceder&#60;br /&#62;
1/30 do valor do IAS.&#60;br /&#62;
Artigo 3.º&#60;br /&#62;
Alteração ao Decreto -Lei n.º 220/2006, de 20 de Novembro&#60;br /&#62;
Os artigos 36.º, 37.º, 55.º e 72.º do Decreto -Lei&#60;br /&#62;
n.º 220/2006, de 3 de Novembro, passam a ter a seguinte&#60;br /&#62;
redacção:&#60;br /&#62;
«Artigo 36.º&#60;br /&#62;
[…]&#60;br /&#62;
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
3 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
4 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
5 — Nas situações a que se refere o n.º 2 do artigo&#60;br /&#62;
72.º, as prestações de desemprego são devidas&#60;br /&#62;
desde a data de apresentação do requerimento ou das&#60;br /&#62;
provas, deduzindo -se no período de concessão os dias&#60;br /&#62;
decorridos entre o termo do prazo para a apresentação&#60;br /&#62;
do requerimento ou apresentação das provas e a data&#60;br /&#62;
da apresentação dos mesmos.&#60;br /&#62;
Artigo 37.º&#60;br /&#62;
[…]&#60;br /&#62;
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
2 — Para efeitos do disposto no número anterior são&#60;br /&#62;
considerados os períodos de registo de remunerações&#60;br /&#62;
posteriores ao termo da concessão das prestações devidas&#60;br /&#62;
pela última situação de desemprego, sem prejuízo&#60;br /&#62;
do disposto no número seguinte.&#60;br /&#62;
3 — Nas situações em que o trabalhador tenha retomado&#60;br /&#62;
o exercício de actividade profissional no decurso&#60;br /&#62;
dos primeiros seis meses de atribuição das prestações&#60;br /&#62;
é considerado ainda, na determinação do período de&#60;br /&#62;
concessão e respectivo acréscimo da prestação de desemprego&#60;br /&#62;
imediatamente subsequente, o período de&#60;br /&#62;
remunerações tido em conta na atribuição da prestação&#60;br /&#62;
de desemprego imediatamente anterior.&#60;br /&#62;
4 — (Anterior n.º 3.)&#60;br /&#62;
Artigo 55.º&#60;br /&#62;
[…]&#60;br /&#62;
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
3 — Nas situações previstas no número anterior, independentemente&#60;br /&#62;
de se encontrar preenchido o prazo de&#60;br /&#62;
garantia para acesso a novas prestações, o pagamento&#60;br /&#62;
das prestações que se encontre suspenso é reiniciado&#60;br /&#62;
pelo período remanescente e com o valor que se encontrava&#60;br /&#62;
a ser atribuído à data da suspensão, sem prejuízo&#60;br /&#62;
do disposto no n.º 5.&#60;br /&#62;
4 — A determinação da protecção mais favorável é&#60;br /&#62;
efectuada oficiosamente, tendo em conta os respectivos&#60;br /&#62;
montantes e períodos de atribuição, sem prejuízo do&#60;br /&#62;
reconhecimento do direito dos interessados à determinação&#60;br /&#62;
do regime que no seu caso em concreto considera&#60;br /&#62;
mais favorável, desde que solicitado no prazo de 60 dias&#60;br /&#62;
após a concessão das prestações de desemprego.&#60;br /&#62;
5 — (Anterior n.º 4.)&#60;br /&#62;
Artigo 72.º&#60;br /&#62;
[…]&#60;br /&#62;
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&#60;br /&#62;
2 — A entrega do requerimento ou das provas previstas&#60;br /&#62;
nos n.os 1 e 2 do artigo 78.º após o decurso do prazo&#60;br /&#62;
previsto no número anterior nos casos em que a mesma&#60;br /&#62;
seja efectuada durante o período legal de concessão&#60;br /&#62;
das prestações de desemprego determina a redução no&#60;br /&#62;
período de concessão das prestações pelo período de&#60;br /&#62;
tempo respeitante ao atraso verificado.&#60;br /&#62;
3 — (Anterior n.º 2.)»&#60;br /&#62;
Artigo 4.º&#60;br /&#62;
Disposição transitória&#60;br /&#62;
O disposto no artigo 2.º produz efeitos a 1 de Janeiro&#60;br /&#62;
de 2009.&#60;br /&#62;
Artigo 5.º&#60;br /&#62;
Entrada em vigor&#60;br /&#62;
O presente decreto -lei entra em vigor no 1.º dia do mês&#60;br /&#62;
seguinte ao da sua publicação.&#60;br /&#62;
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 12 de&#60;br /&#62;
Fevereiro de 2009. — José Sócrates Carvalho Pinto de&#60;br /&#62;
Sousa — Emanuel Augusto dos Santos — José António&#60;br /&#62;
Fonseca Vieira da Silva.&#60;br /&#62;
Promulgado em 13 de Março de 2009.&#60;br /&#62;
Publique -se.&#60;br /&#62;
O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.&#60;br /&#62;
Referendado em 16 de Março de 2009.&#60;br /&#62;
O Primeiro -Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto&#60;br /&#62;
de Sousa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/05600/0180101802.pdf&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/05600/0180101802.pdf&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Mais apoios a desempregados"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mais-apoios-a-desempregados#post-111</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 10:35:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Desempregados começam a devolver a redução na prestação da casa em 2011&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;19.03.2009, Rosa Soares e Nuno Simas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Anunciada por Sócrates, a redução em 50 por cento da prestação da casa só se aplicará durante um ano e meio. Medida idêntica em Espanha não está a ter sucesso&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;À semelhança dos governos de outros países, incluindo Espanha, o primeiro-ministro anunciou ontem, no debate quinzenal no Parlamento, a possibilidade de as famílias com crédito à habitação e com elementos desempregados poderem reduzir a prestação da casa em 50 por cento. A medida, objecto de contrato com os bancos, mas ainda não definida em detalhe, não implica perdão dos restantes 50 por cento da prestação, mas o seu pagamento posterior, com uma taxa de juro bonificada, ou seja, inferior em 50 pontos base ou meio ponto percentual em relação à taxa Euribor em vigor na altura.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Está em causa um adiamento do valor da prestação, que começará a ser pago a partir de Janeiro de 2011 e por um prazo que, segundo informação do Ministério das Finanças, poderá ser igual ao restante empréstimo. Regulamentar a medida e definir detalhes com a banca vai demorar algum tempo, pelo que as famílias que venham a aderir poderão beneficiar de um ano e meio de reduções ou pouco mais.&#60;br /&#62;
O PÚBLICO apurou que a medida em Espanha está a ter um adesão muitíssimo reduzida, em boa parte pelo aumento de encargos que as famílias têm de suportar posteriormente, e porque nada lhes garanta que ao fim dessa &#38;quot;moratória&#38;quot;, como lhe chamou o primeiro-ministro, a situação de desemprego dos elementos do agregado familiar tenha mudado. Sócrates anunciou ainda o reforço no crédito bonificado para famílias com desempregados (ver texto nestas páginas).&#60;br /&#62;
Oposição céptica&#60;br /&#62;
O pacote de apoio às famílias e a moratória às prestações ao crédito à habitação anunciadas ontem por José Sócrates foram recebidas com cepticismo pela oposição. Os adjectivos às medidas - 250 milhões de euros em 2009 - somaram-se, à esquerda e à direita, ao longo de duas horas de debate quinzenal na Assembleia da República em que José Sócrates em que não esteve na sua melhor forma.&#60;br /&#62;
Para o líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, os anúncios não passam de &#38;quot;um pacote de medidas desgarradas, um pacote mea culpa&#38;quot; em que o Governo &#38;quot;chora lágrimas de crocodilo no apoio às famílias&#38;quot;, depois de ter chumbado a Lei de Bases da Família que o PSD apresentou há um ano. Rangel considera &#38;quot;uma ironia&#38;quot; criar o provedor do Crédito e classifica como &#38;quot;espantosa&#38;quot; a moratória no pagamento das prestações da habitação: &#38;quot;Cria mais dívida, mais uma linha de crédito para cidadãos sobreendividados.&#38;quot;&#60;br /&#62;
O secretário-geral do PCP considerou as medidas &#38;quot;positivas, mas pontuais e tardias&#38;quot; e lembrou como o Governo &#38;quot;desdenhou&#38;quot; a proposta comunista quanto ao &#38;quot;controlo&#38;quot; das taxas de juro. Para Jerónimo de Sousa, &#38;quot;antes de dar com uma mão [o Governo] tirou com as duas a quem menos tem e menos pode, enquanto para quem mais tem (...) foi sempre à vara larga&#38;quot;.&#60;br /&#62;
O presidente do CDS, Paulo Portas, devolveu a Sócrates a crítica de demagogia feita pelo primeiro-ministro a propósito das posições do partido sobre segurança. &#38;quot;Demagogia é vir aqui propor um provedor, quando propus um mediador do crédito e me chamou nomes&#38;quot;, respondeu Portas.&#60;br /&#62;
Já o líder do BE, Francisco Louçã, lembrou que o seu partido já tinha proposto há meses a redução dos juros aos desempregados de longa duração e assinalou como um &#38;quot;recuo&#38;quot; do Governo às suas próprias políticas a decisão de aumentar a comparticipação dos medicamentos aos idosos.&#60;br /&#62;
Só quase no final do debate José Sócrates revelou os custos deste pacote, em resposta a uma pergunta da deputada Heloísa Apolónia, dos Verdes. As medidas de apoio às famílias custarão ao Estado 100 milhões de euros. Em 2008, o Estado gastou um total de 1432 milhões de euros em prestações às famílias. com L.B. e S.R.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fc%3DA%26dt%3D20090319%26id%3D16228037&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fc%3DA%26dt%3D20090319%26id%3D16228037&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Mais apoios a desempregados"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/mais-apoios-a-desempregados#post-110</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 10:32:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">110@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;00h30m&#60;br /&#62;
I.C.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As famílias com desempregados há mais de três meses podem adiar o pagamento de 50% da prestação mensal da casa. Na prática, o Estado vai acordar com as instituições bancárias que, no caso de &#38;quot;agregados familiares em que um dos membros esteja desempregado, haverá uma moratória de 50% das prestações no crédito à habitação&#38;quot;, adiantou o Ministério das Finanças.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta moratória, referiu, &#38;quot;será concedida a pedidos realizados até ao final de 2009, vigorando até final de 2010&#38;quot;. Quando o prazo terminar, em 2011, as famílias &#38;quot;iniciam o reembolso dos encargos não pagos entre 2009 e 2010&#38;quot;. Nesta altura, explica o Ministério das Finanças, &#38;quot;o Estado proporciona condições de reembolso dos 50% das prestações alvo da moratória, na parte por si assumida, a uma taxa Euribor de 50 pontos base e num prazo não superior à maturidade do empréstimo&#38;quot;. O crédito para estes casos vai custar 150 milhões de uros ao Estado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mais benefícios nos contratos com crédito bonificado&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os empréstimos para a compra de habitação em regime de crédito bonificado deixaram de existir em 2002. No entanto, o Governo lançou uma outra medida que visa proporcionar a famílias com desempregados há mais de três meses e que ainda detenham contratos de crédito bonificado (que será um universo de 500 mil famílias) a possibilidade de passar &#38;quot;para o escalão de bonificação seguinte (mais favorável) face ao que teria direito caso estivesse empregado&#38;quot;, explicou o Ministério das Finanças. A taxa de referência do crédito bonificado (TRCB) tem &#38;quot;por referência a Euribor a 6 meses mais 0,5%. Com a presente medida, para os cidadãos desempregados, a TRBC passará a ter por referência a Euribor a 6 meses mais 1,5%, aumentando assim o valor da bonificação para desempregados&#38;quot;, adiantou o Ministério. O escalão mais favorável é de 44% de taxa de bonificação e o mais baixo é de 10,5%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(...)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Acção social escolar a 100% para filhos de desempregados&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os alunos abrangidos pelo segundo escalão do abono de família que tenham pelo menos um dos pais no desemprego há mais de três meses vão passar a usufruir dos apoios de acção social escolar até agora reservados aos mais desfavorecidos (os 399 mil beneficiários do primeiro escalão). Ou seja, refeições gratuitas no básico e no secundário e livros gratuitos no básico e com a comparticipação máxima (120 euros) no secundário. Actualmente, os alunos do segundo escalão (311 mil) são subsidiados em 50%. Alargar a medida ao terceiro escalão dependerá de análises caso a caso. O reforço do apoio nos livros aplicar-se-á no próximo ano lectivo, mas o relativo às refeições entra em vigor ainda este ano. A medida foi aplaudida pelos pais, que pedem que ela não se limite a tempos de crise, sobretudo &#38;quot;no caso do secundário&#38;quot;. Para Albino Almeida, da Confederação das Associações de Pais, permitiria que os alunos ficassem na escola finda a escolaridade obrigatória.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1175051&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1175051&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
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<title>FD on "Busca desesperada por um novo emprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/busca-desesperada-por-um-novo-emprego#post-104</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 17:11:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">104@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;ISADORA ATAÍDE&#60;br /&#62;
Desemprego. José Carlos e Sofia perderam o emprego há vários meses. Recebem o subsídio e temem o seu fim sem encontrarem alternativa de sustento. Ele tem 53 anos e ela 27, ambos não conseguem encontrar um posto de trabalho adequado à sua experiência profissional. José enfrentou a depressão e planeia abrir o próprio negócio. Ela &#38;quot;está&#38;quot; dona de casa e vai voltar a estudar. Como milhares de portugueses, eles não desistem&#60;br /&#62;
O Centro de Emprego de Seixal e Sesimbra está sempre a &#38;quot;mexer&#38;quot;. A crescente desindustrialização e a baixa qualificação da mão-de-obra na região, para além da crise, ajudam a explicar os 7500 inscritos. &#38;quot;Fazemos o registo dos desempregados e uma entrevista para mapear o seu histórico profissional e as habilitações, de modo a verificar a melhor hipótese para cada pessoa. Realizamos cursos de qualificação&#38;quot;, explica o director, Paulo Leite Ribeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Qualificar através da certificação escolar e cursos de formação profissional, descobrir potenciais para que os indivíduos criem o seu próprio emprego a partir de subsídios do Estado a fundo perdido e encontrar postos de trabalho estão entre os afazeres dos 27 funcionários que atendem cerca de 100 pessoas por dia.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O trabalho em rede - com a autarquia, a Segurança Social, o sistema de saúde e de educação e organizações do terceiro sector - é a estratégia do centro para encaminhar os milhares de desempregados. &#38;quot;Há pessoas com problemas de saúde, inclusive psicológicos, que precisam de tratamento médico; as minorias étnicas e ex-reclusos, por exemplo, exigem atenção diferenciada e as pessoas que têm filhos pequenos necessitam de apoio para frequentar os cursos de qualificação escolar e profissional. Sem esta rede e estes serviços complementares não há como reinserir estas pessoas no mercado de trabalho&#38;quot;, salienta Ribeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No ano passado, houve um recuo de 3,7% nos desempregados inscritos no Centro de Emprego do Seixal, mas o recrudescimento da crise económica anulou o resultado. Só no mês de Janeiro o número de inscritos saltou de 6500 para 7500 pessoas. Actualmente, há 148 postos de trabalho a ser ofertados pelo centro, as vagas têm origem nos anúncios directos das empresas ao centro e em ofertas publicitadas na imprensa. A equipa investe em visitas nas empresas da região para potenciar as ofertas de trabalho e parcerias, a exemplo da qualificação profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;É importante que os desempregados se mantenham activos e se requalifiquem. O trabalho do centro de emprego depende da conjuntura económica do País, mas também da articulação em rede da sociedade e das escolhas dos indivíduos&#38;quot;, observa o director.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A criação do próprio emprego foi a alternativa para 57 trabalhadores inscritos no Centro do Seixal em 2008. A partir da sua formação e experiência profissional e dos fundos de incentivo do Estado, tornaram-se pequenos empresários. &#38;quot;É uma opção para as pessoas com boa qualificação profissional e empreendedoras que não encontram posto de trabalho. É preciso um bom planeamento do negócio e nós ajudamos em todas as etapas&#38;quot;, sublinha Paulo Leite Ribeiro.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/13/dnbolsa/busca_desesperada_um_novo_emprego.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/13/dnbolsa/busca_desesperada_um_novo_emprego.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Desemprego cresce 37% entre os imigrantes"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-cresce-37-entre-os-imigrantes#post-103</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 17:10:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">103@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;CATARINA ALMEIDA PEREIRA&#60;br /&#62;
Efeitos da crise, integração no sistema ou trabalho irregular? Cresce o número de desempregados estrangeiros inscritos no IEFP. São mais de 27 mil&#60;br /&#62;
Onúmero de estrangeiros registados como desempregados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) aumentou 37% no espaço de um ano, quando em termos gerais a subida foi de 12%. Uma evolução relacionada com a quebra na construção ou na hotelaria, que esconde a eventual transição para situações de trabalho irregular.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em Janeiro, existiam 27 810 estrangeiros registados como desempregados no IEFP, contra pouco mais de 20 mil há um ano. Já os beneficiários estrangeiros de subsídios de desemprego aumentaram 31%, para mais de 17 mil pessoas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Associação Solidariedade Imigrante gere duas Univa (unidades de inserção na vida activa) em Lisboa e em Beja. &#38;quot;Desde o ano passado que sentimos um aumento brutal de pessoas à procura de trabalho, legalizadas ou não&#38;quot;, diz Timóteo Macedo, identificando os sectores da construção civil e da restauração e hotelaria como os mais problemáticos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Uma leitura confirmada por Francisco Madelino, presidente do IEFP: &#38;quot;A principal razão é a quebra da construção civil, mas também na hotelaria, sobretudo no Algarve.&#38;quot; Para a subida contribui ainda a &#38;quot;progressiva inclusão das pessoas no sistema de Segurança Social&#38;quot; e a tradicional exposição dos estrangeiros a trabalho temporário e contratos a prazo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Timóteo Macedo desvaloriza, contudo, os números oficiais, por não reflectirem a transição para o trabalho irregular. &#38;quot;Muitos patrões optam por mandar para o desemprego pessoas que depois trabalham em situações irregulares, mesmo quando já estão legalizadas. Sempre foi assim e o Governo sabe disto. Há interesse político e económico em manter esta situação de desregulação total&#38;quot;, acusa. &#38;quot;Continua a haver muito emprego entre os cidadãos indocumentados&#38;quot;, diz, por seu lado, Luís Leiria, da Casa do Brasil. Também aqui é sentido &#38;quot;algum&#38;quot; aumento do desemprego, agravado pelo retorno de imigrantes brasileiros vindos de Espanha.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/13/dnbolsa/desemprego_cresce_37_entre_imigrante.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/13/dnbolsa/desemprego_cresce_37_entre_imigrante.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<item>
<title>FD on "Aumento do desemprego desloca portugueses para Angola"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/aumento-do-desemprego-desloca-portugueses-para-angola#post-78</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:57:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">78@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;Com o desemprego a aumentar, muitos são os portugueses que decidem ir ou retornar a Angola. No dia em que o presidente angolano inicia uma visita a Portugal, a reportagem da TSF conta a história de um português que partiu há um ano para Angola, onde pensa ficar por muitos e bons anos.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Com uma casa nova por pagar ao banco e três filhas em idade escolar, Martim Pinheiro e Melo viu que o seu ordenado não chegava até ao fim do mês.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Há cerca de um ano optou por partir para Angola, onde actualmente trabalha numa firma holandesa de dragagens na zona do Soyo, onde vai ficar instalada uma refinaria.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Martim Pinheiro e Melo garante que são cada vez mais os portugueses a procurarem o país africano.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Recentemente regressou a Portugal, onde e com alguma surpresa, não faltaram amigos a pedir-lhe ajuda.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
No seu caso, Martim Pinheiro e Melo deixou a família em Portugal, mas sublinha que são muitos os que optam por levar a família.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A ganhar substancialmente mais do que em Portugal e enquanto no seu país não tiver trabalho, Martim Pinheiro e Melo não pensa voltar.&#60;/blockquote&#62;
&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1165975&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1165975&#60;/a&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "1.500 desempregados do têxtil podem beneficiar de apoios europeus"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/1500-desempregados-do-textil-podem-beneficiar-de-apoios-europeus#post-77</link>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">77@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Cerca de 1.500 antigos trabalhadores do sector têxtil que perderam o emprego devido ao encerramento ou ao redimensionamento de 49 empresas nas regiões do Norte e do Centro terão um apoio extraordinário para conseguirem voltar a entrar no mercado de trabalho, à semelhança do que aconteceu com um grupo desempregados do sector automóvel.&#60;br /&#62;
Raquel  Martins&#60;br /&#62;
&#60;a href=&#34;mailto:raquelmartins@negocios.pt&#34;&#62;raquelmartins@negocios.pt&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Cerca de 1.500 antigos trabalhadores do sector têxtil que perderam o emprego devido ao encerramento ou ao redimensionamento de 49 empresas nas regiões do Norte e do Centro terão um apoio extraordinário para conseguirem voltar a entrar no mercado de trabalho, à semelhança do que aconteceu com um grupo desempregados do sector automóvel.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) já enviou para Bruxelas a candidatura ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) - um pacote criado especificamente para apoiar os trabalhadores europeus que perderam o emprego devido aos efeitos da globalização - no valor de 1,6 milhões de euros e aguarda agora a decisão formal para que as medidas sejam accionadas o quanto antes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta não é a primeira vez que Portugal se candidata ao Fundo. Em meados do ano passado, a Comissão Europeia desbloqueou um pacote de 2,4 milhões de euros para apoiar 1.200 desempregados do sector automóvel. Contudo, a execução das verbas foi muito baixa: do montante total apenas foram utilizados 410 mil euros e das cinco linhas de apoio criadas só quatro foram accionadas.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=358058&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;amp;id=358058&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Filas de 100 metros à porta do centro de emprego começam a ser habituais"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/filas-de-100-metros-a-porta-do-centro-de-emprego-comecam-a-ser-habituais#post-70</link>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 15:41:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">70@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; Ao sol ou à chuva começa a ser habitual, no início de cada mês, uma fila que já dá a volta ao quarteirão, onde cerca de cem pessoas procuram tirar uma senha para se inscrever no centro de emprego de Sintra&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No inicio de cada mês, por volta das 8:30 da manhã, é possível ver uma avalanche de pessoas que esperam, ao longo de mais de 100 metros de distância do centro de emprego de Sintra, pela abertura de portas do edifício.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Algumas das pessoas que se encontravam no local, quarta-feira, adiantaram à agência Lusa, que esta é uma prática cada vez mais habitual nos primeiros dias de cada mês.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Carlos Manuel da Costa, desempregado há três dias, foi a primeira pessoa a chegar às portas do centro de emprego, depois de no dia anterior ter chegado às 6h00.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Estou desempregado e vim para ver se me inscrevo no fundo de desemprego. Já estive cá ontem mas faltava-me um documento portanto voltei cá hoje ainda mais cedo, às 5h30 da manhã», disse à agência Lusa, o munícipe de 58 anos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lamentando a enorme fila que encontrou em dois dias consecutivos, Carlos Manuel da Costa, responsabiliza a crise que recentemente obrigou o seu ex-patrão a abdicar dos seus serviços.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Há uma crise muito grande de emprego. Eu saí da empresa porque há mesmo falta de trabalho e o meu ex-patrão tem tentado fazer tudo para se esclarecer como é que as leis funcionam», adiantou, acrescentando que o seu antigo patrão «diz que vai a todo o lado mas que ninguém o sabe informar em condições».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Às 8:45, o recente desempregado Pedro Silva chegou ao local e deparou-se com a presença de mais de cem pessoas à sua frente, tudo para conseguir uma ficha de atendimento.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na casa dos trinta anos, Pedro Silva, residente em Almargem do Bispo, afirma que desde 2004 que se desloca uma vez por ano ao centro de emprego de Sintra, já que, no local onde trabalha, ao atingir os «dois contratos», volta a ficar «um mês por ano desempregado».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Costumava vir sempre da parte da tarde e pela primeira vez vim de manhã. Assusta-me um bocado olhar para a frente e ver mais de cem pessoas à minha frente», disse, acrescentando não saber «se isto está sempre assim».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Algumas pessoas que se encontravam no local referiram que esta presença assídua de pessoas ao centro de emprego, se deve à recente crise e aos despedimentos, justificando que é precisamente no final do mês que a maioria dos trabalhadores vê os seus contratos terminados, recorrendo por isso, no início do mês seguinte, ao centro de emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em Janeiro, estavam inscritos no centro de emprego de Sintra 14.204 pessoas, sendo que 5.466 se encontram nessa situação há mais de um ano.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Estes números são, segundo o presidente da Associação Empresarial de Sintra (AESINTRA), Manuel do Cabo, «preocupantes» pois existem muitas empresas «que não aguentam esta situação de crise e portanto há reduções do número de postos de trabalho».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Empresas com mais dificuldades acabam por fechar. Faz-se um grande sacrifício para aguentar este barco», disse à Lusa o responsável, elogiando a recente proposta aprovada pela câmara de Sintra que contempla a isenção e redução de taxas municipais, permitindo, por exemplo, que a ocupação do solo de esplanadas e a mudança de horários dos estabelecimentos seja feita sem encargos para os comerciantes.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo Manuel do Cabo, neste tempo de «crise económica» o número de associados da AESINTRA oscila entre os quatro mil e os 4500 «porque há muitas entradas e muitas saídas».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Se por um lado temos empresas que fecham, há efectivamente também empresas que abrem, e muitas. O crescimento do concelho de Sintra vê-se a olhos vistos pois temos cada vez mais pessoas a querer cá morar e isso origina também um crescente aumento do comércio», justificou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/SOL&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=128337&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=128337&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Desemprego - Crise vai afectar mais as mulheres"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-crise-vai-afectar-mais-as-mulheres#post-67</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 11:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">67@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; A nível global, as mulheres vão continuar a ser mais afectadas pelo desemprego neste ano de 2009. Mas, nas economias desenvolvidas, em que se incluem os países da União Europeia, os homens serão os mais atingidos pela crise.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A crise económica global vai afectar homens e mulheres no que toca ao desemprego. Mas, as mulheres vão ser mais atingidas porque, regra geral, têm empregos mais vulneráveis, com piores condições de trabalho, menos produtivos e, consequentemente, com salários mais baixos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;São alguns dos dados revelados num Relatório da Organização Internacional do Trabalho sobre as Tendências de Emprego Feminino em 2009, na véspera do Dia Internacional da Mulher.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define três cenários para este ano e o mais optimista aponta para taxas de desemprego de 6,5% para as mulheres e 6,1% para os homens, a nível mundial.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No cenário mais pessimista, que para a OIT é o mais realista e provável, as taxas de desemprego, a nível global, podem subir até aos 7% para os homens e 7,4 para as mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Só nas Economias Desenvolvidas e na União Europeia é que esta tendência é contrariada: apesar de o número de desempregadas ser superior, o crescimento do número de desempregados está a fazer-se de forma mais acelerada: o ano passado, o desemprego dos homens cresceu 1,1%, enquanto o das mulheres, aumentou 0,8%. E assim, a taxa de desemprego para os homens, este ano, pode chegar aos 7.9%, enquanto a das mulheres, poderá ficar nos 7,8%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta situação prende-se com o facto de a crise económica ter atingido mais fortemente os sectores industrial, de transportes, comunicações e energia, onde os homens predominam.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas, para a OIT, há ainda uma outra certeza: O emprego vulnerável vai aumentar para todos, mas sobretudo para os homens. A tendência só se inverte claramente, atingindo mais as mulheres, nos países da América Latina e Caraíbas.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Emprego: como manter ou encontrar um novo"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/emprego-como-manter-ou-encontrar-um-novo#post-60</link>
<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 12:18:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">60@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Entrevista a especialista em coaching&#60;br /&#62;
Emprego: como manter ou encontrar um novo&#60;br /&#62;
2009/03/04 19:30 Paula Gonçalves Martins&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Maria Duarte Bello explica o que não pode descurar numa entrevista de emprego, o que pode fazer para não parar se ficou desempregado e como assegurar o lugar que ocupa na empresa onde trabalha&#60;br /&#62;
Numa altura em que a crise está na ordem do dia e em que o desemprego é um dos maiores dramas sociais que assolam o País, é importante saber como manter ou conseguir um novo emprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A especialista em coaching Maria Duarte Bello explica, em entrevista à Agência Financeira, como ajuda pessoas desempregadas a traçarem um novo rumo para as suas vidas e como ajuda trabalhadores a cumprirem os objectivos que as respectivas empresas esperam deles, para garantir um lugar activo no mercado do trabalho.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«A procura tem aumentado nos últimos tempos, por força das circunstâncias e da conjuntura», admite. «Há mais desempregados, sobretudo pessoas na faixa etária dos 40, dos 50, que perderam o emprego e que não sabem o que fazer da vida com esta idade. Acham que já estão desactualizados e que não têm capacidades para fazer mais nada da vida. E isso não é verdade».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«As pessoas às vezes nem sabem em que é que são boas, não sabem o que podem fazer e bem. E um coach pode ajudar. Muitas vezes o processo até resulta num auto-emprego, as pessoas abrem negócios próprios e vão fazer aquilo que sempre quiseram mas que nunca conseguiram porque, há 20 e tal anos atrás, optaram por outro rumo», explica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas não é só. Quem está à procura de emprego, pode aprender com um destes especialistas como se preparar. Há quem os procure para preparar uma apresentação em público, uma participação num congresso ou simplesmente a gerir a sua imagem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No fundo, se quer definir objectivos para a sua carreira e para a sua vida, ou se já os tem mas precisa de ajuda para os atingir, um coach pode fazer milagres. Como diz o lema do coaching: «A vida é feita de escolhas. Se não está satisfeito, escolha outra vez».&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1047067&#38;amp;div_id=1728&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1047067&#38;amp;div_id=1728&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Governo não vai alterar subsídio de desemprego"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/governo-nao-vai-alterar-subsidio-de-desemprego#post-33</link>
<pubDate>Thu, 26 Fev 2009 09:24:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">33@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;SUSETE FRANCISCO&#60;br /&#62;
Debate. Oposição a uma voz exige mais medidas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Primeiro foi Jerónimo de Sousa. Depois Paulo Rangel. Seguiram-se Paulo Portas, Francisco Louçã e Madeira Lopes. Para todos, José Sócrates teve uma única resposta: Portugal tem um dos subsídios de desemprego mais longos da Europa, a taxa de substituição é das mais altas da OCDE. Tradução: o Governo não vai mexer no subsídio de desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os dados mais recentes do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que apontam para mais 70 mil inscritos nos centros de emprego, só no passado mês de Janeiro, atravessaram ontem as intervenções de toda a oposição, durante o debate parlamentar com José Sócrates. O primeiro-ministro respondeu com o primeiro mês de execução da Iniciativa Emprego 2000 - &#38;quot;Cerca de 1800 trabalhadores estão abrangidos por formação em período de redução de actividade; cerca de 3000 jovens estão a beneficiar de estágios profissionais; 11 mil desempregados beneficiam de empregos de transição&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Argumentos que não convenceram a oposição. Jerónimo de Sousa, que ontem abriu o debate quinzenal pelo PCP: &#38;quot;A sério, vocês não sabem o que estão a fazer, particularmente aos jovens.&#38;quot; Paulo Portas, pelo CDS: &#38;quot;Os antigos administradores do BPN têm o descaramento de se apresentar ao subsídio de desemprego, mas os jovens com menos de um ano de trabalho não têm acesso, os casais no desemprego não têm majoração&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outro dos temas que ontem dominou o debate foi a decisão da Caixa Geral de Depósitos (CGD) de comprar acções da Cimpor ao empresário Manuel Fino, no valor de 62 milhões de euros. Já à saída, em declarações aos jornalistas, Sócrates afirmou que só soube deste negócio (que já motivou pedidos de explicação até de socialistas) no dia de ontem, &#38;quot;pela comunicação social&#38;quot;. Não tinha que saber, argumentou o primeiro-ministro, que durante o debate tinha já defendido que o Governo não dá &#38;quot;orientações para actos de gestão em concreto&#38;quot;. &#38;quot;A orientação que o Estado deu à CGD foi no sentido de orientar a sua acção para dar mais crédito à economia portuguesa&#38;quot;, afirmou o líder do Executivo. Já o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, argumentou que a CGD evitou com aquela decisão &#38;quot;registar um prejuízo de 80 milhões de euros nos resultados&#38;quot;. Francisco Louçã, pelo BE, retomaria o tema: &#38;quot;É extraordinária a facilidade com que dinheiro público pode ser lançado para um prémio individual&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mau uso dos dinheiros públicos foi também uma crítica ouvida na bancada do PSD, com o líder parlamentar, Paulo Rangel, a acusar o Governo de gastar 4,5 milhões de euros em cerimónias de inaugurações - 500 mil euros em cada uma. &#38;quot;O Estado não paga um euro&#38;quot;, responderia Sócrates, acusando o PSD de uma &#38;quot;manobra de diversão&#38;quot;. O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, também desvalorizou: &#38;quot;O PSD falou em cerca de quatro milhões de euros a dividir por mais de 600 inaugurações. Nem sabia que era tão pouco. Mas não é o Estado que gasta, mas sim a concessionária&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Durante o debate, Rangel acusou ainda o Governo de estar a prever a construção de uma terceira auto-estrada entre Lisboa e Porto - uma soma das quatro concessões rodoviárias lançadas nos últimos meses pelo Executivo. É a política da &#38;quot;auto-estrada cor de rosa&#38;quot;, acusou, numa questão que ficou sem resposta.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/02/26/nacional/governo_vai_alterar_subsidio_desempr.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/02/26/nacional/governo_vai_alterar_subsidio_desempr.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Despedimentos sobem 59% em Janeiro"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/despedimentos-sobem-59-em-janeiro#post-32</link>
<pubDate>Wed, 25 Fev 2009 13:45:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">32@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;CATARINA ALMEIDA PEREIRA&#60;br /&#62;
Trabalho. 14 724 inscrições nos centros de emprego&#60;br /&#62;
O número de pessoas que se inscreveram no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) na sequência de um despedimento unilateral registou um aumento homólogo de 59% em Janeiro. Foram 14 724 casos, o valor mais alto desde, pelo menos, 2003.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O agravamento começou a ser flagrante em Setembro, altura em que o número de despedidos superou já as 10 mil pessoas. Nos últimos três meses, com mais de 34 mil casos, estas situações registaram o maior aumento homólogo (58%) desde o início da série.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Notável é também a evolução do que o IEFP classifica como &#38;quot;despedimentos por mútuo acordo&#38;quot;: mais 77,5% em comparação com Janeiro do ano passado. Apesar do aumento, estas situações são muito menos frequentes, rondando os 2270 casos. Este é, ainda assim, o valor mais alto desde a entrada em vigor da lei que limita as rescisões amigáveis.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O IEFP considera vários motivos na origem do desemprego. Pessoas que acabam de estudar, que chegam ao fim de um período de formação, que se despedem ou cujo contrato não foi renovado. O fim do trabalho não permanente (24 793) é a razão que mais pesa. Os dados divulgados na segunda-feira mostram, contudo, que os maiores aumentos se deram nos despedimentos unilaterais e por mútuo acordo, que já explicam um quarto das novas situações de desemprego.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Em Janeiro inscreveram-se 70 334 mil desempregados nos centros de emprego, o que representa o segundo valor mais alto em 30 anos, tal como o DN ontem noticiou. O número dos que permaneceram de-sempregados no final do mês também deu um salto inédito (mais 31 mil). Segundo o IEFP, há agora quase 448 mil desempregados.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/02/25/economia/despedimentos_sobem_59_janeiro.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/02/25/economia/despedimentos_sobem_59_janeiro.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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