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<title>FórumEmprego.net Tag: formação - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:01:32 +0000</pubDate>

<item>
<title>Academia Apamm Ermesinde on "Curso de mediação de seguros"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/curso-de-mediacao-de-seguros#post-361</link>
<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 15:23:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Academia Apamm Ermesinde</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">361@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A Academia APamm de Ermesinde disponibiliza cursos de Mediação de Seguros Ramo Via e Não Vida de Norte a Sul do País.&#60;br /&#62;
O Curso é certificado e reconhecido pelo Instituto de Seguros de Portugal pelo que após conclusão do mesmo estarão aptos a inicar a profissão por conta própria.&#60;br /&#62;
Incrições:&#60;br /&#62;
ACADEMIA APAMM DE ERMESINDE&#60;br /&#62;
Rua José Joaquim Ribeiro Teles, 545 - 4445 Ermesinde&#60;br /&#62;
Email: &#60;a href=&#34;mailto:ermesinde@academiaapamm.com&#34;&#62;ermesinde@academiaapamm.com&#60;/a&#62;&#60;br /&#62;
Telef. 220924475    918963100
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Curso sobre Construção de Edifícios no Técnico de 20 a 24 de Abril"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/curso-sobre-construcao-de-edificios-no-tecnico-de-20-a-24-de-abril#post-156</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:48:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">156@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;“Curso sobre Construção de Edifícios” no Técnico de 20 a 24 de Abril&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Pedro Luis Vieira&#60;br /&#62;
27 de Março de 2009&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Associação para a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura (FUNDEC), organismo inserido no Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico (IST), organiza de 20 a 24 de Abril o &#38;quot;Curso sobre Construção de Edifícios&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com o comunicado do FUNDEC, o curso, que tem a coordenação do professor do IST, Jorge de Brito, apresenta como objectivos &#38;quot;fornecer a engenheiros e arquitectos com pouca experiência no domínio da tecnologia da construção e na direcção de obra alguns conhecimentos de base sobre os aspectos relacionados com a construção de edifícios correntes&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Desta feita, o programa abordará as temáticas de aspectos gerais da construção, técnicas de demolição, estruturas de edifícios de betão, soluções não tradicionais de pavimentos e escadas, paredes de edifícios e coberturas de edifícios.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Resta acrescentar que o curso custa 900 euros, se a inscrição for feita até 9 de Abril, ou 1020 euros, para inscrições posteriores à mesma data.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.construir.pt/2009/03/27/curso-sobre-construo-de-edifcios-no-tcnico-de-20-a-24-de-abril/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.construir.pt/2009/03/27/curso-sobre-construo-de-edifcios-no-tcnico-de-20-a-24-de-abril/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Especialização de medicina geral e familiar"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/especializacao-de-medicina-geral-e-familiar#post-136</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:22:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">136@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;MINISTÉRIO DA SAÚDE&#60;br /&#62;
Portaria n.º 300/2009&#60;br /&#62;
de 24 de Março&#60;br /&#62;
As crescentes exigências e responsabilidades postas no&#60;br /&#62;
exercício das actividades médicas e cirúrgicas especializadas,&#60;br /&#62;
incrementadas pela livre circulação de profissionais&#60;br /&#62;
na União Europeia, requerem elevados níveis de formação&#60;br /&#62;
pós -graduada.&#60;br /&#62;
Através da reformulação do regime legal dos internatos&#60;br /&#62;
médicos operada pelo Decreto -Lei n.º 203/2004, de 18 de&#60;br /&#62;
Agosto, com a nova redacção dada pelos Decretos -Leis&#60;br /&#62;
n.os 11/2005, de 6 de Janeiro, 60/2007, de 13 de Março, e&#60;br /&#62;
45/2009, de 13 de Fevereiro, e pela Portaria n.º 183/2006,&#60;br /&#62;
de 22 de Fevereiro, visou -se reforçar a qualidade da formação&#60;br /&#62;
médica e, consequentemente, revalorizar os títulos&#60;br /&#62;
de qualificação profissional que a mesma confere.&#60;br /&#62;
Para o efeito, é medida fundamental o estabelecimento&#60;br /&#62;
de programas de formação para cada área profissional ou&#60;br /&#62;
especialidade, devidamente actualizados, que definam a&#60;br /&#62;
estrutura curricular do processo formativo, com tempos e&#60;br /&#62;
planos gerais de actividades, e fixem os objectivos globais&#60;br /&#62;
e específicos de cada área e estágio e os momentos e&#60;br /&#62;
métodos da avaliação.&#60;br /&#62;
Assim:&#60;br /&#62;
Sob proposta da Ordem dos Médicos e ouvido o Conselho&#60;br /&#62;
Nacional do Internato Médico:&#60;br /&#62;
Ao abrigo do disposto no n.º 3 do artigo 3.º e no n.º 1 do&#60;br /&#62;
artigo 10.º do Decreto -Lei n.º 203/2004, de 18 de Agosto,&#60;br /&#62;
alterado pelos Decretos -Leis n.os 11/2005, de 6 de Janeiro,&#60;br /&#62;
60/2007, de 13 de Março, e 45/2009, de 13 de Fevereiro, bem&#60;br /&#62;
como no artigo 24.º do Regulamento do Internato Médico,&#60;br /&#62;
aprovado pela Portaria n.º 183/2006, de 22 de Fevereiro:&#60;br /&#62;
Manda o Governo, pela Ministra da Saúde, o seguinte:&#60;br /&#62;
1 — É aprovado o programa de formação da área profissional&#60;br /&#62;
de medicina geral e familiar, constante do anexo&#60;br /&#62;
à presente portaria, da qual faz parte integrante.&#60;br /&#62;
2 — A aplicação e desenvolvimento do programa compete&#60;br /&#62;
aos órgãos e agentes responsáveis pela formação nos&#60;br /&#62;
internatos, os quais devem assegurar a maior uniformidade&#60;br /&#62;
a nível nacional.&#60;br /&#62;
A Ministra da Saúde, Ana Maria Teodoro Jorge, em 16&#60;br /&#62;
de Março de 2009.&#60;br /&#62;
ANEXO&#60;br /&#62;
Programa de formação do internato médico da área&#60;br /&#62;
profissional de especialização de medicina geral e familiar&#60;br /&#62;
A formação específica em medicina geral e familiar&#60;br /&#62;
(MGF) tem a duração de 48 meses (4 anos), sendo antecedida&#60;br /&#62;
de uma formação genérica partilhada por todas as&#60;br /&#62;
especialidades e designada por ano comum (12 meses).&#60;br /&#62;
A — Ano comum:&#60;br /&#62;
1 — Duração: 12 meses.&#60;br /&#62;
2 — Blocos formativos e sua duração:&#60;br /&#62;
a) Medicina interna (4 meses);&#60;br /&#62;
b) Pediatria (2 meses);&#60;br /&#62;
c) Cirurgia geral (2 meses);&#60;br /&#62;
d) Obstetrícia (1 mês);&#60;br /&#62;
e) Cuidados de saúde primários (3 meses).&#60;br /&#62;
3 — Precedência — a frequência com aproveitamento&#60;br /&#62;
dos blocos formativos do ano comum é condição obrigatória&#60;br /&#62;
para que o médico interno inicie a formação específica.&#60;br /&#62;
4 — Equivalência — os blocos formativos do ano comum&#60;br /&#62;
não substituem e não têm equivalência a eventuais&#60;br /&#62;
estágios com o mesmo nome da formação específica.&#60;br /&#62;
B — Formação específica:&#60;br /&#62;
1 — Duração: 48 meses.&#60;br /&#62;
2 — Estrutura — na fase específica do internato de&#60;br /&#62;
MGF, a formação é realizada maioritariamente na área&#60;br /&#62;
de especialização — medicina geral e familiar. É constituída&#60;br /&#62;
por estágios obrigatórios e estágios opcionais e&#60;br /&#62;
ainda por estágios designados por curtos. A sobreposição&#60;br /&#62;
de estágios é possível apenas no caso de estágios realizados&#60;br /&#62;
em descontinuidade (estágio de urgência e estágio de&#60;br /&#62;
saúde mental/psiquiatria), sem que possa ser reduzida a&#60;br /&#62;
sua duração total.&#60;br /&#62;
2.1 — São estágios obrigatórios:&#60;br /&#62;
a) Medicina geral e familiar 1 (MGF1);&#60;br /&#62;
b) Medicina geral e familiar 2 (MGF2);&#60;br /&#62;
c) Medicina geral e familiar 3 (MGF3);&#60;br /&#62;
d) Medicina geral e familiar 4 (MGF4);&#60;br /&#62;
e) Pediatria;&#60;br /&#62;
f) Obstetrícia/ginecologia;&#60;br /&#62;
g) Saúde mental/psiquiatria;&#60;br /&#62;
h) Urgência.&#60;br /&#62;
2.2 — São estágios opcionais os que forem definidos&#60;br /&#62;
pelos participantes no processo formativo, avaliada a&#60;br /&#62;
sua pertinência e exequibilidade pelos órgãos do internato.&#60;br /&#62;
2.2.1 — Na selecção destes estágios deve ser tido em&#60;br /&#62;
conta o perfil profissional do médico de família e as necessidades&#60;br /&#62;
formativas do interno dele decorrentes.&#60;br /&#62;
2.2.2 — São estágios opcionais, entre outros possíveis,&#60;br /&#62;
os seguintes:&#60;br /&#62;
a) Cardiologia;&#60;br /&#62;
b) Dermatologia;&#60;br /&#62;
c) Endocrinologia;&#60;br /&#62;
d) Medicina interna;&#60;br /&#62;
e) Neurologia;&#60;br /&#62;
f) Pneumologia;&#60;br /&#62;
g) Oncologia;&#60;br /&#62;
h) Otorrinolaringologia;&#60;br /&#62;
i) Reumatologia.&#60;br /&#62;
2.3 — São estágios curtos os que se destinam à aquisição&#60;br /&#62;
de competências em procedimentos específicos, nomeadamente&#60;br /&#62;
fundoscopia, colocação de implantes, colocação&#60;br /&#62;
de dispositivo intra -uterino, entre outros.&#60;br /&#62;
2.4 — A coordenação de internato de MGF da respectiva&#60;br /&#62;
zona promoverá a realização de cursos curriculares, para&#60;br /&#62;
além dos estágios definidos.&#60;br /&#62;
2.5 — Sequência dos estágios:&#60;br /&#62;
a) A formação específica inicia -se com o estágio de&#60;br /&#62;
MGF1 e termina com o estágio de MGF4;&#60;br /&#62;
b) O estágio de urgência e o estágio de saúde mental/&#60;br /&#62;
psiquiatria podem ser realizados de forma contínua ou&#60;br /&#62;
de forma descontínua, de acordo com a organização dos&#60;br /&#62;
serviços onde decorram;&#60;br /&#62;
c) O estágio de urgência não pode ser realizado em&#60;br /&#62;
sobreposição com os estágios de obstetrícia/ginecologia,&#60;br /&#62;
pediatria, psiquiatria/saúde mental e MGF4;&#60;br /&#62;
d) Os estágios curtos para aquisição de aptidões e de&#60;br /&#62;
procedimentos técnicos específicos devem ser programados&#60;br /&#62;
para o decurso dos estágios de MGF3 ou de MGF4.&#60;br /&#62;
2.6 — Duração dos estágios:&#60;br /&#62;
a) A duração dos estágios é prevista tendo em conta&#60;br /&#62;
a existência de 11 meses úteis de trabalho em cada ano&#60;br /&#62;
civil;&#60;br /&#62;
b) Os estágios MGF1 e MGF2 podem ter duração variável,&#60;br /&#62;
desde que a sua soma totalize 10 meses;&#60;br /&#62;
c) Os estágios MGF3 e MGF4 podem ter duração variável,&#60;br /&#62;
desde que a sua soma totalize 18 meses;&#60;br /&#62;
d) Os estágios curtos consideram -se incluídos nos estágios&#60;br /&#62;
de MGF3 e de MGF4;&#60;br /&#62;
e) Pediatria — 3 meses;&#60;br /&#62;
f) Ginecologia/obstetrícia — 3 meses;&#60;br /&#62;
g) Saúde mental/psiquiatria — 3 meses (ou equivalente,&#60;br /&#62;
se realizado de forma descontínua);&#60;br /&#62;
h) Urgência — 2 meses (ou 12 horas semanais durante&#60;br /&#62;
6 meses, se realizado de forma descontínua);&#60;br /&#62;
i) Os estágios opcionais têm, no seu conjunto, uma&#60;br /&#62;
duração de 5 ou de 7 meses (5 meses quando o estágio de&#60;br /&#62;
urgência for realizado em continuidade e 7 meses quando&#60;br /&#62;
o estágio de urgência for realizado em descontinuidade);&#60;br /&#62;
j) A duração total dos estágios curtos é de 180 horas (ou&#60;br /&#62;
até um total de 1 mês) sendo a duração de cada um deles&#60;br /&#62;
variável, dependendo dos objectivos específicos definidos.&#60;br /&#62;
3 — Local de formação:&#60;br /&#62;
a) Os estágios obrigatórios de MGF são realizados no&#60;br /&#62;
centro de saúde (CS) ou agrupamento de centros de saúde&#60;br /&#62;
(ACES) de colocação;&#60;br /&#62;
b) Os estágios realizados fora do CS ou ACES são&#60;br /&#62;
efectuados, preferencialmente, em unidades de saúde de&#60;br /&#62;
referência da instituição de colocação do interno;&#60;br /&#62;
c) Os locais de estágio deverão dar garantia de formação&#60;br /&#62;
correspondente às definições curriculares estabelecidas.&#60;br /&#62;
4 — Objectivos de desempenho e de conhecimentos:&#60;br /&#62;
4.1 — Estágio MGF1:&#60;br /&#62;
4.1.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Caracterizar os aspectos demográficos, sócio-económicos,&#60;br /&#62;
culturais e os recursos de saúde da área geográfica&#60;br /&#62;
do centro de saúde, com repercussão na organização dos&#60;br /&#62;
cuidados de saúde e na saúde das populações;&#60;br /&#62;
b) Adquirir atitudes e aptidões necessárias à gestão dos&#60;br /&#62;
problemas de saúde mais frequentes, designadamente ao&#60;br /&#62;
nível da anamnese, semiologia e formulação diagnóstica;&#60;br /&#62;
c) Realizar a entrevista clínica, dominando as técnicas&#60;br /&#62;
de comunicação e de registo clínico.&#60;br /&#62;
4.1.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer os conceitos que enquadram o exercício&#60;br /&#62;
de MGF;&#60;br /&#62;
b) Dominar os conceitos epidemiológicos necessários à&#60;br /&#62;
compreensão e diagnóstico dos problemas de saúde mais&#60;br /&#62;
frequentes;&#60;br /&#62;
c) Conhecer as particularidades da anamnese e da caracterização&#60;br /&#62;
semiológica dos problemas de saúde mais frequentes e&#60;br /&#62;
dos quadros clínicos pouco organizados e indiferenciados;&#60;br /&#62;
d) Conhecer os diferentes modelos de consulta e os&#60;br /&#62;
princípios de uma comunicação facilitadora da relação&#60;br /&#62;
médico -doente;&#60;br /&#62;
e) Conhecer os princípios e componentes do registo&#60;br /&#62;
clínico e de um sistema de informação em saúde.&#60;br /&#62;
4.2 — Estágio MGF2:&#60;br /&#62;
4.2.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Promover a abordagem familiar, utilizar instrumentos&#60;br /&#62;
para compreensão da família e através deles detectar&#60;br /&#62;
indivíduos, famílias e grupos de risco;&#60;br /&#62;
b) Aplicar adequadamente procedimentos preventivos a&#60;br /&#62;
qualquer pessoa e aos diversos grupos com necessidades&#60;br /&#62;
específicas de saúde e intervir na educação para a saúde;&#60;br /&#62;
c) Formular e testar hipóteses diagnósticas, seleccionando&#60;br /&#62;
adequadamente os exames complementares e analisando&#60;br /&#62;
criticamente o processo de decisão diagnóstica&#60;br /&#62;
referente aos problemas mais frequentes ou às afecções&#60;br /&#62;
que põem a vida em risco;&#60;br /&#62;
d) Estabelecer uma boa relação médico -doente e utilizá-&#60;br /&#62;
-la como parte integrante do processo diagnóstico e terapêutico.&#60;br /&#62;
4.2.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Interiorizar os conhecimentos necessários à compreensão&#60;br /&#62;
das famílias e saber utilizar os instrumentos de&#60;br /&#62;
caracterização e avaliação familiar;&#60;br /&#62;
b) Dominar os conhecimentos necessários à promoção&#60;br /&#62;
de saúde e à indução da modificação de estilos de vida;&#60;br /&#62;
c) Conhecer e saber interpretar os exames complementares&#60;br /&#62;
de diagnóstico de utilização mais frequente;&#60;br /&#62;
d) Conhecer os programas de vigilância periódica de&#60;br /&#62;
saúde, bem como os procedimentos preventivos recomendados,&#60;br /&#62;
à luz do conhecimento e evidência técnico-&#60;br /&#62;
-científicos actuais.&#60;br /&#62;
4.3 — Estágio em MGF3:&#60;br /&#62;
4.3.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Seleccionar problemas da prática profissional para&#60;br /&#62;
objecto de estudo, investigação e apresentação;&#60;br /&#62;
b) Seleccionar e interpretar indicadores de qualidade e&#60;br /&#62;
de gestão da consulta;&#60;br /&#62;
c) Aplicar as regras da comunicação, escrita e oral,&#60;br /&#62;
adequada às diversas actividades no âmbito do exercício&#60;br /&#62;
médico;&#60;br /&#62;
d) Estabelecer, relativamente aos diferentes problemas&#60;br /&#62;
de saúde contactados, planos de actuação abrangentes,&#60;br /&#62;
exaustivos e integrados e avaliar os seus resultados;&#60;br /&#62;
e) Negociar com os doentes o acordo terapêutico, estimulando&#60;br /&#62;
a sua autonomia, responsabilizando -os pela&#60;br /&#62;
sua saúde e auxiliando -os a lidar com a doença ou incapacidade.&#60;br /&#62;
4.3.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer os diferentes níveis de intervenção junto&#60;br /&#62;
da pessoa doente ou com problemas de saúde, incluindo&#60;br /&#62;
os relativos à prescrição de fármacos de mais frequente&#60;br /&#62;
utilização;&#60;br /&#62;
b) Conhecer a importância da relação doente/família e&#60;br /&#62;
comunicação médico/doente/família no processo de consulta;&#60;br /&#62;
c) Conhecer os aspectos psicossociais, éticos e legais que&#60;br /&#62;
estão envolvidos nos problemas de saúde dos doentes.&#60;br /&#62;
4.4 — Estágio em MGF4:&#60;br /&#62;
4.4.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Identificar problemas de saúde de forma integrada&#60;br /&#62;
a partir de queixas, sintomas e sinais, analisando -os no&#60;br /&#62;
contexto pessoal, familiar, profissional e social, tendo em&#60;br /&#62;
conta a opinião do doente na sua hierarquização;&#60;br /&#62;
b) Construir planos terapêuticos que tenham em conta a&#60;br /&#62;
globalidade dos problemas e ou das necessidades de saúde,&#60;br /&#62;
hierarquizando prioridades e demonstrando uso adequado&#60;br /&#62;
dos recursos disponíveis;&#60;br /&#62;
c) Coordenar os cuidados prestados por outros profissionais&#60;br /&#62;
de saúde, assumindo uma posição de provedoria&#60;br /&#62;
do doente;&#60;br /&#62;
d) Gerir a prática clínica e garantir a acessibilidade dos&#60;br /&#62;
doentes aos cuidados de saúde;&#60;br /&#62;
e) Adoptar uma abordagem clínica crítica, baseada na&#60;br /&#62;
investigação e na evidência científica;&#60;br /&#62;
f) Prestar cuidados de saúde no domicílio, integrando as&#60;br /&#62;
necessárias técnicas e competências específicas.&#60;br /&#62;
4.4.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer e saber interpretar objectivos, critérios e&#60;br /&#62;
indicadores de desempenho clínico;&#60;br /&#62;
b) Conhecer métodos de abordagem de situações complexas&#60;br /&#62;
diversas, incluindo as de multimorbilidade e as&#60;br /&#62;
associadas à polimedicação;&#60;br /&#62;
c) Adquirir conhecimentos nas áreas de prevenção quaternária&#60;br /&#62;
e de cuidados continuados e paliativos;&#60;br /&#62;
d) Adquirir conhecimentos na área do planeamento e&#60;br /&#62;
gestão em saúde.&#60;br /&#62;
4.5 — Estágio de pediatria:&#60;br /&#62;
4.5.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Realizar a vigilância de saúde infantil adequada a&#60;br /&#62;
cada faixa etária;&#60;br /&#62;
b) Manejar os problemas de saúde, agudos ou crónicos,&#60;br /&#62;
mais comuns nas várias idades pediátricas;&#60;br /&#62;
c) Aplicar técnicas de comunicação com crianças, adolescentes&#60;br /&#62;
e suas famílias.&#60;br /&#62;
4.5.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer as características das etapas mais importantes&#60;br /&#62;
do desenvolvimento físico, intelectual, emocional&#60;br /&#62;
e social, do nascimento à adolescência;&#60;br /&#62;
b) Conhecer os problemas de saúde mais frequentes&#60;br /&#62;
desde o nascimento até à adolescência;&#60;br /&#62;
c) Conhecer os desvios do normal identificando os sinais&#60;br /&#62;
de alarme para referenciar atempadamente;&#60;br /&#62;
d) Conhecer o valor da educação para a saúde e a oportunidade&#60;br /&#62;
de prevenção da doença, em todas as abordagens&#60;br /&#62;
dos problemas da criança e do adolescente;&#60;br /&#62;
e) Conhecer e saber lidar com as crises normais na vida&#60;br /&#62;
da criança e do adolescente;&#60;br /&#62;
f) Conhecer a forma como o comportamento da família&#60;br /&#62;
pode influenciar a saúde, bem -estar e comportamento&#60;br /&#62;
social da criança/adolescente e a influência que a criança/&#60;br /&#62;
adolescente, aguda ou cronicamente doente, tem sobre o&#60;br /&#62;
comportamento da família.&#60;br /&#62;
4.6 — Obstetrícia/ginecologia:&#60;br /&#62;
4.6.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Efectuar os procedimentos ginecológicos básicos&#60;br /&#62;
(entrevista clínica, exame ginecológico, esfregaço cervico-&#60;br /&#62;
-vaginal);&#60;br /&#62;
b) Reconhecer os diferentes problemas ginecológicos;&#60;br /&#62;
c) Executar os procedimentos técnicos necessários à&#60;br /&#62;
aplicação de métodos contraceptivos específicos;&#60;br /&#62;
d) Efectuar uma abordagem compreensiva da mulher&#60;br /&#62;
grávida e do casal, avaliando o risco pré -natal nas suas&#60;br /&#62;
várias dimensões;&#60;br /&#62;
e) Executar e interpretar os procedimentos de monitorização&#60;br /&#62;
clínica da gravidez, requisitar e interpretar os&#60;br /&#62;
resultados de monitorização laboratorial e ecográfica;&#60;br /&#62;
f) Actuar, do ponto de vista diagnóstico e terapêutico,&#60;br /&#62;
nas patologias intercorrentes mais comuns na grávida e&#60;br /&#62;
puérpera;&#60;br /&#62;
g) Monitorizar e interpretar a progressão do trabalho&#60;br /&#62;
de parto e realizar partos eutócicos, episiotomias e episiorrafias;&#60;br /&#62;
h) Identificar as situações, ginecológicas e obstétricas,&#60;br /&#62;
que justificam a intervenção de outros profissionais de&#60;br /&#62;
saúde.&#60;br /&#62;
4.6.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer os problemas de saúde específicos da mulher,&#60;br /&#62;
desde a adolescência até à velhice, sabendo como&#60;br /&#62;
actuar preventivamente nas diferentes fases;&#60;br /&#62;
b) Conhecer os aspectos fisiológicos, fisiopatológicos&#60;br /&#62;
e psicológicos do normal desenvolvimento da gravidez,&#60;br /&#62;
parto e puerpério;&#60;br /&#62;
c) Conhecer e saber como resolver as intercorrências&#60;br /&#62;
comuns, nas diferentes idades e estados;&#60;br /&#62;
d) Conhecer os problemas de saúde, ginecológicos e&#60;br /&#62;
obstétricos, que justificam a intervenção de outros profissionais&#60;br /&#62;
de saúde.&#60;br /&#62;
4.7 — Urgência:&#60;br /&#62;
4.7.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Efectuar abordagem inicial, integrada, adaptada e&#60;br /&#62;
pertinente, ao doente em situação de doença aguda, urgente&#60;br /&#62;
ou emergente;&#60;br /&#62;
b) Efectuar abordagem inicial integrada, adaptada e pertinente,&#60;br /&#62;
ao doente politraumatizado, executando as medidas&#60;br /&#62;
salvadoras de vida adequadas;&#60;br /&#62;
c) Executar procedimentos simples de pequena cirurgia&#60;br /&#62;
(suturas, drenagens, limpeza de feridas).&#60;br /&#62;
4.7.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer os princípios da abordagem de doentes&#60;br /&#62;
em situação urgente e ou emergente e saber identificar os&#60;br /&#62;
sinais de priorização na prestação de cuidados;&#60;br /&#62;
b) Conhecer a abordagem do doente politraumatizado,&#60;br /&#62;
saber identificar os mecanismos de «agressão» e saber&#60;br /&#62;
como avaliar as repercussões das lesões nos diferentes&#60;br /&#62;
órgãos e sistemas;&#60;br /&#62;
c) Conhecer os critérios diagnósticos e princípios&#60;br /&#62;
de tratamento das situações médicas agudas mais comuns;&#60;br /&#62;
d) Conhecer os critérios de diagnóstico e terapêutica das&#60;br /&#62;
lesões ortotraumatológicas mais frequentes do esqueleto&#60;br /&#62;
axial e apendicular;&#60;br /&#62;
e) Conhecer os critérios diagnósticos e terapêuticos das&#60;br /&#62;
emergências toxicológicas.&#60;br /&#62;
4.8 — Psiquiatria/saúde mental:&#60;br /&#62;
4.8.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Diagnosticar, saber tratar e ou saber referenciar os&#60;br /&#62;
problemas mentais e de dependência mais frequentes;&#60;br /&#62;
b) Efectuar uma abordagem familiar e psicossocial dos&#60;br /&#62;
doentes com transtornos mentais;&#60;br /&#62;
c) Utilizar as estratégias terapêuticas fundamentais em&#60;br /&#62;
psiquiatria;&#60;br /&#62;
d) Diagnosticar e tomar medidas terapêuticas imediatas&#60;br /&#62;
em situações agudas e urgentes em psiquiatria;&#60;br /&#62;
e) Efectuar uma entrevista clínica adequada em psiquiatria.&#60;br /&#62;
4.8.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Identificar factores de risco para a saúde mental;&#60;br /&#62;
b) Conhecer e aplicar as medidas de detecção e prevenção&#60;br /&#62;
de transtornos da saúde mental e dependências;&#60;br /&#62;
c) Saber entender as emoções e conflitos psicológicos&#60;br /&#62;
dos doentes com problemas de saúde mental;&#60;br /&#62;
d) Saber adequar os recursos disponíveis da comunidade&#60;br /&#62;
na promoção da saúde mental e no apoio aos doentes&#60;br /&#62;
psiquiátricos.&#60;br /&#62;
4.9 — Estágios opcionais:&#60;br /&#62;
4.9.1 — Objectivos gerais de desempenho:&#60;br /&#62;
a) Reconhecer os problemas de saúde mais frequentes&#60;br /&#62;
na área de diferenciação escolhida;&#60;br /&#62;
b) Adquirir aptidões específicas/técnicas diagnósticas/&#60;br /&#62;
técnicas terapêuticas passíveis de aplicação em MGF, de&#60;br /&#62;
acordo com o estado de desenvolvimento do conhecimento&#60;br /&#62;
médico e da prática clínica na área de diferenciação escolhida;&#60;br /&#62;
c) Interpretar os protocolos de complementaridade eventualmente&#60;br /&#62;
existentes entre MGF e a área de diferenciação&#60;br /&#62;
escolhida.&#60;br /&#62;
4.9.2 — Objectivos gerais de conhecimentos:&#60;br /&#62;
a) Conhecer os aspectos semiológicos e fisiopatológicos&#60;br /&#62;
e os critérios de diagnóstico dos problemas de saúde mais&#60;br /&#62;
frequentes na área de especialização respectiva;&#60;br /&#62;
b) Interpretar os exames auxiliares de diagnóstico mais&#60;br /&#62;
comuns na área de especialização respectiva;&#60;br /&#62;
c) Conhecer os princípios terapêuticos e os fármacos&#60;br /&#62;
mais utilizados na área de especialização respectiva.&#60;br /&#62;
4.10 — Ligação à unidade de saúde de colocação — durante&#60;br /&#62;
os estágios obrigatórios e opcionais realizados fora&#60;br /&#62;
do CS os médicos internos deslocar -se -ão periodicamente&#60;br /&#62;
à unidade de saúde de colocação:&#60;br /&#62;
a) Esta ligação destina -se a garantir a coesão do processo&#60;br /&#62;
formativo;&#60;br /&#62;
b) As tarefas são programadas e coordenadas pelo respectivo&#60;br /&#62;
orientador, não podendo em nenhuma circunstância&#60;br /&#62;
pôr em causa os objectivos definidos para o respectivo&#60;br /&#62;
estágio.&#60;br /&#62;
4.11 — Cursos curriculares — os cursos curriculares&#60;br /&#62;
têm a finalidade de robustecer os conhecimentos considerados&#60;br /&#62;
relevantes para o exercício diferenciado da especialidade.&#60;br /&#62;
4.11.1 — Poderão ser desenvolvidos cursos de entre as&#60;br /&#62;
seguintes áreas: investigação, qualidade, medicina baseada&#60;br /&#62;
na evidência, ética e deontologia, cuidados paliativos e&#60;br /&#62;
continuados, comunicação e relação médico -doente.&#60;br /&#62;
4.11.2 — Os cursos têm carácter obrigatório ou opcional,&#60;br /&#62;
de acordo com o plano de formação da respectiva&#60;br /&#62;
coordenação de internato.&#60;br /&#62;
4.11.3 — A carga horária total para cursos curriculares&#60;br /&#62;
não deverá exceder as 250 horas.&#60;br /&#62;
5 — Avaliação:&#60;br /&#62;
5.1 — Avaliação de desempenho:&#60;br /&#62;
5.1.1 — Tipo de avaliação — a avaliação de desempenho&#60;br /&#62;
de cada estágio é contínua e de natureza formativa, de&#60;br /&#62;
acordo com o Regulamento do Internato Médico.&#60;br /&#62;
5.1.2 — Momentos de avaliação — a avaliação de desempenho&#60;br /&#62;
é formalizada no final de cada estágio.&#60;br /&#62;
5.1.3 — Parâmetros a avaliar — os parâmetros de&#60;br /&#62;
avaliação são explicitados numa grelha de avaliação de&#60;br /&#62;
desempenho e a ponderação que lhes é atribuída é a seguinte:&#60;br /&#62;
a) Capacidade de execução técnica — 4;&#60;br /&#62;
b) Interesse pela valorização profissional — 2;&#60;br /&#62;
c) Responsabilidade profissional — 3;&#60;br /&#62;
d) Relações humanas no trabalho — 1.&#60;br /&#62;
5.1.4 — Competência para avaliar — a avaliação de&#60;br /&#62;
desempenho compete ao orientador de formação ou ao&#60;br /&#62;
responsável de estágio conforme se trate de estágio de&#60;br /&#62;
MGF ou de outro estágio, respectivamente.&#60;br /&#62;
5.2 — Avaliação de conhecimentos:&#60;br /&#62;
5.2.1 — Tipo e conteúdo da avaliação — a avaliação&#60;br /&#62;
de conhecimentos é de natureza formativa, formaliza -se&#60;br /&#62;
através de uma prova oral e tem por base:&#60;br /&#62;
a) A análise e discussão do relatório de actividades do&#60;br /&#62;
estágio;&#60;br /&#62;
b) A discussão dos conteúdos científicos relativos aos&#60;br /&#62;
objectivos de conhecimentos.&#60;br /&#62;
5.2.2 — Momentos de avaliação — a avaliação de conhecimentos&#60;br /&#62;
é feita no final de cada estágio ou cumulativamente&#60;br /&#62;
no final de cada período de 12 meses, respeitando,&#60;br /&#62;
neste caso, a todos os estágios realizados no ano&#60;br /&#62;
transacto.&#60;br /&#62;
5.2.3 — Documentos auxiliares de avaliação — os parâmetros&#60;br /&#62;
e critérios de avaliação deverão ser explicitados&#60;br /&#62;
numa grelha de avaliação de conhecimentos.&#60;br /&#62;
5.2.4 — Competência para avaliar:&#60;br /&#62;
a) A avaliação de conhecimentos compete a uma comissão&#60;br /&#62;
nomeada pelo coordenador de internato respectivo;&#60;br /&#62;
b) A comissão de avaliação é composta por directores&#60;br /&#62;
de internato e ou orientadores de formação.&#60;br /&#62;
6 — Avaliação final do internato:&#60;br /&#62;
6.1 — Prova de discussão curricular — o curriculum&#60;br /&#62;
vitae deve conter o resultado das avaliações formativas&#60;br /&#62;
de desempenho e de conhecimentos obtidas ao longo do&#60;br /&#62;
processo formativo.&#60;br /&#62;
6.2 — Prova prática — consta da observação de um&#60;br /&#62;
doente, elaboração de história clínica e sua discussão e rege-&#60;br /&#62;
-se pelo preceituado no Regulamento do Internato Médico&#60;br /&#62;
no que respeita a provas que envolvam doentes.&#60;br /&#62;
6.3 — Prova teórica — assume a forma de uma prova&#60;br /&#62;
oral.&#60;br /&#62;
6.4 — Classificação final do internato — a classificação&#60;br /&#62;
final do internato é igual à classificação da avaliação final&#60;br /&#62;
e resulta da média aritmética das notas obtidas em cada&#60;br /&#62;
uma das três provas.&#60;br /&#62;
7 — Aplicabilidade:&#60;br /&#62;
7.1 — O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro&#60;br /&#62;
de 2010 e aplica -se aos médicos internos que iniciam&#60;br /&#62;
a formação específica a partir dessa data.&#60;br /&#62;
7.2 — Pode, facultativamente, abranger os médicos internos&#60;br /&#62;
que iniciaram a sua formação específica em 2009 e,&#60;br /&#62;
nesse caso, os interessados deverão entregar na coordenação&#60;br /&#62;
do internato da respectiva zona, no prazo de dois meses&#60;br /&#62;
a partir da publicação deste programa, uma declaração em&#60;br /&#62;
que conste a sua pretensão com a concordância averbada&#60;br /&#62;
do orientador de formação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/05800/0185301857.pdf&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/05800/0185301857.pdf&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Tecnologia: ESOP promove curso gratuito de &#039;open source&#039; a partir de Abril"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/tecnologia-esop-promove-curso-gratuito-de-open-source-a-partir-de-abril#post-120</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">120@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Lisboa, 21 Mar (Lusa) - A Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas vai levar a cabo um curso de introdução a este tipo de tecnologias, no âmbito de um protocolo assinado com a Agência para a Modernização Administrativa em Abril de 2008.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O curso de Introdução às Tecnologias Open Source (ou seja, de código aberto) é composto por sete sessões e terá lugar na Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação, em Lisboa, entre 14 de Abril e 17 de Novembro, sendo o acesso gratuito mas sujeito a inscrição no endereço electrónico &#60;a href=&#34;http://www.esop.pt/workshops&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.esop.pt/workshops&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo a Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (designada por ESOP), &#38;quot;as sessões de formação têm como destinatários &#38;quot;funcionários e agentes da Administração Pública, nomeadamente gestores de projectos, analistas e outros profissionais envolvidos na gestão e optimização de tecnologias de informação&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O programa, que pode ser consultado em detalhe em &#60;a href=&#34;http://www.esop.pt/uploads/2009/03/cartaz.pdf&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.esop.pt/uploads/2009/03/cartaz.pdf&#60;/a&#62;, inclui sessões sobre o Ubuntu (um sistema operativo baseado em Linux), o sistema de gestão de conteúdos empresarias Alfresco, o gestor de conteúdos Joomla ou o Sugar CRM (utilizado por empresas na gestão comercial).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;HSF.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Lusa/fim&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504451&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;amp;op=view&#38;amp;fokey=ex.stories/504451&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "ADPM: Promove a realização de acções de formação de curta duração"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/adpm-promove-a-realizacao-de-accoes-de-formacao-de-curta-duracao#post-117</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 09:26:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">117@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) promove a realização de acções de formação de curta duração em: línguas, informática e contabilidade, na cidade de Beja e na vila de Mértola.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) promove a realização, no âmbito do Programa Operacional Humano – Formação Modulares, destinado à formação na área do secretariado e trabalho administrativo ao nível do ensino secundário, de acções de curta duração em: línguas, informática e contabilidade. Estas acções de formação vão começar a ser ministradas em Beja e Mértola, no início do mês de Abril, em horário pós-laboral.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Qualificar os recursos humanos locais e dar certificação académica e profissional aos formandos destas acções de formação são os objectivos desta actividade&#38;quot;, nas palavras de Isabel Pardal, da ADPM, entidade promotora da iniciativa.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana Elias de Freitas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/27272&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/27272&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Enganaram centenas com falsos cursos de formação"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/enganaram-centenas-com-falsos-cursos-de-formacao#post-86</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:56:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">86@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;18 Março 2009 - 00h30&#60;br /&#62;
Cerca de 200 pessoas enganadas na região do Tâmega&#60;br /&#62;
‘Vendiam’ falsos cursos financiados pela Europa&#60;br /&#62;
Prometiam cursos financiados por fundos comunitários, mas exigiam &#38;quot;entradas&#38;quot; até aos 1500 euros para despesas de inscrição. Prometiam subsídios equivalentes ao salário mínimo, mais cem euros de ajudas para deslocações e utilizavam o nome da Penafiel Activa, empresa municipal que dá cursos de formação e de Informática. A GNR acredita que as duas mulheres, de 33 e 43 anos, burlaram cerca de 200 pessoas de vários concelhos da região do Tâmega e Sousa. Foram detidas pelos investigadores que recuperaram 4000 euros e fichas de inscrição com os logotipos das empresas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Eu estava desempregada e receber dinheiro para fazer um curso pareceu-me aliciante. Dei 1500 euros, com a promessa de reaver o dinheiro no início do curso&#38;quot;, contou ao CM uma das vítimas. &#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&#38;amp;contentid=504A7106-E6DC-4948-B940-D0B9476838C9&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&#38;amp;contentid=504A7106-E6DC-4948-B940-D0B9476838C9&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "Enganaram centenas com falsos cursos de formação"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/enganaram-centenas-com-falsos-cursos-de-formacao#post-85</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 14:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">85@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;Mulheres prometiam salário mínimo mais subsídios, mas exigiam pagamentos antecipados&#60;br /&#62;
00h30m&#60;br /&#62;
JOSÉ VINHA&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Centenas de pessoas do Vale do Sousa e Baixo Tâmega foram lesadas num esquema de falsos cursos de formação profissional para cozinheiras e electricistas. Duas mulheres foram detidas e constituídas arguidas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As suspeitas usavam indevidamente o nome de uma empresa municipal e de uma firma privada de formação para angariarem formandos para cursos que nunca existiram. O número de pessoas enganadas deverá ser muito superior àquele que se conhece - perto de duas centenas, a avaliar pela documentação apreendida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Penafiel.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os contactos com os candidatos a formandos eram feitos num apartamento da Avenida Soares de Moura, em Penafiel, onde mora a alegada mentora do esquema, uma mulher casada, de 34 anos, que está grávida e é vizinha da empresa privada de formação profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A mulher terá posto em prática o estratagema em Janeiro deste ano, prometendo cursos excepcionalmente bem remunerados e financiados pela União Europeia. Aliciava as pessoas com a promessa de pagar 450 euros por mês, durante ano e meio, por apenas duas horas diárias (das 20 às 22 horas), entre segunda a sexta-feira. Dizia que os cursos seriam realizados nas empresas &#38;quot;Penafiel Activa, E.M.&#38;quot;, da autarquia, e &#38;quot;Inforfiel - Formação Profissional, Lda&#38;quot;, privada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aos inscritos era prometido, se fossem casados, além do salário mínimo, 100 euros para transporte e mais 100 euros por cada filho menor. Só que a mulher começava por exigir 35 euros de inscrição e aos casados pedia mais 100 para o subsídio de transporte e outros 100 para a ama. Garantia que o dinheiro adiantado seria devolvido pouco tempo depois. Para alargar o esquema recorreu a angariadoras locais, a quem pagava 34 euros por formando inscrito. Uma mulher, de 44 anos, dona de uma mercearia em Macieira, Lousada, terá conseguido 60 inscrições. É a segunda arguida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Curiosamente, o curso de cozinheiro deveria começar anteontem, mas a promotora alegou que &#38;quot;não havia tachos, nem panelas&#38;quot;, para começar as aulas, referiu ao JN Maria da Conceição Costa, 43 anos, de Lousada, uma das vítimas. Maria da Conceição e a cunhada, Maria de Fátima, 40 anos, souberam do caso pelo JN e nem queriam acreditar. As duas cunhadas foram contactadas pela dona da mercearia de Lousada, prima de ambas. Aliás, o esquema passava muito pela divulgação entre conhecidos e há famílias inteiras burladas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Não acredito que a minha prima tenha alguma coisa a ver com isso. É uma pessoa séria e acreditava naquilo. Andava muito animada por ir frequentar o curso de cozinheira&#38;quot;, assegura Maria da Conceição. Também Maria de Fátima defende a prima: &#38;quot;Ela angariava pessoas na sua boa fé. Como eu, que arranjei mais gente. Afinal, as condições eram boas e ninguém desconfiou que fosse mentira&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1172228&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1172228&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
<item>
<title>FD on "ANJE promove cursos de Plano de Marketing e Formação Pedagógica Inicial de Forma"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/anje-promove-cursos-de-plano-de-marketing-e-formacao-pedagogica-inicial-de-forma#post-83</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 15:11:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">83@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), Núcleo do Algarve, Faro arranca em Abril com novas formações profissionais.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A população activa e desempregada, com o 9.º ano concluído e que tenha ou não finalizado o 12.º ano, poderá a partir de 21 de Abril, das 19:00 às 23:00 horas, desenvolver conhecimentos em Marketing, com a formação Plano de Marketing, co-financiado, com atribuição de subsídio. Esta formação irá decorrer nas instalações do Ninho de Empresas, em Faro. Já para aqueles que querem ter o Certificado de Aptidão Pedagógica de Formador / a, a ANJE, promove a partir de 1 de Abril de 2009, o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, não co-financiado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana Luísa S.&#60;br /&#62;
00:08 quarta-feira, 11 março 2009&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92676&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92676&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Cursos de Educação e Formação de Adultos"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/cursos-de-educacao-e-formacao-de-adultos#post-13</link>
<pubDate>Mon, 16 Fev 2009 19:24:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">13@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;&#60;strong&#62;O que é&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (cursos EFA) são percursos formativos flexíveis adaptados às competências que os adultos já possuem e que asseguram, simultaneamente, o aumento dos seus níveis de qualificação escolar e profissional, só profissional ou só escolar, tendo em vista melhorar as suas condições de empregabilidade. Conferem certificação escolar e profissional.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Para quem&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Adultos, com idade igual ou superior a 18 anos sem a qualificação adequada ao mercado de trabalho e, prioritariamente, sem a conclusão do ensino básico ou do ensino secundário&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os destinatários dos cursos EFA de nível secundário, em regime diurno ou a tempo integral, têm de ter idade igual ou superior a 23 anos&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Apoios&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Bolsa de formação em acções com pelo menos 200 horas e realizadas a tempo completo&#60;br /&#62;
Subsídio de refeição&#60;br /&#62;
Despesas de transporte&#60;br /&#62;
Despesas de acolhimento&#60;br /&#62;
Subsídio de alojamento&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;strong&#62;Onde&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Centros de Formação Profissional do IEFP&#60;br /&#62;
Estabelecimentos de Ensino Público, Particular ou Cooperativo&#60;br /&#62;
Outras Entidades Formadoras Acreditadas&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para saber mais: &#60;a href=&#34;http://www.novasoportunidades.gov.pt/&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.novasoportunidades.gov.pt/&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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