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<title>FórumEmprego.net Tag: mulheres - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:43:54 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "Engenheiras discriminadas na construção civil"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/engenheiras-discriminadas-na-construcao-civil#post-96</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 16:14:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;PATRÍCIA JESUS&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Engenheiras discriminadas na construção civil&#60;br /&#62;
Trabalho. Há áreas da engenharia onde as mulheres ainda têm dificuldade em entrar: encontrar engenheiras a dirigir obras é muito raro. O DN falou com engenheiras que enfrentaram situações de discriminação e descobriu que também é raro fazerem queixa à Comissão para a Igualdade no Trabalho&#60;br /&#62;
&#38;quot;Não queremos raparigas para trabalhos no local da obra.&#38;quot; Esta é uma resposta que Ana (nome fictício) já ouviu algumas vezes nos três meses que anda à procura de trabalho. A engenheira civil queixa-se de discriminação quando se candidata a certo tipo de posições, nomeadamente as que exigem presença diária nos locais de construção. Uma experiência partilhada com várias colegas, assegura.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Nas engenharias, a direcção de obras parece ser a última barreira, já que as mulheres estão em peso na fiscalização, nos gabinetes e nas áreas da segurança e ambiente. As empresas admitem que há poucas engenheiras no terreno, mas negam que exista discriminação.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana já teve provas do contrário: &#38;quot;Telefonei para responder a um anúncio e disseram-me que a vaga já estava ocupada. Fiquei desconfiada e pedi ao meu namorado para telefonar uns minutos depois. Para ele a vaga já estava disponível&#38;quot;, conta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Catarina Marcelino, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), esta é uma &#38;quot;situação clara de discriminação&#38;quot; mas &#38;quot;é preciso fazer queixa&#38;quot;. &#38;quot;Só com queixas podemos actuar e usar os números para pressionar as entidades&#38;quot;, diz. No último ano, a CITE recebeu apenas 11 queixas de discriminação por causa do sexo e nenhuma nesta área. A Ordem dos Engenheiros não tem conhecimento de nenhum caso.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ana diz que nunca se queixou pela mesma razão que prefere não dar a cara e nos pede para não revelarmos o nome verdadeiro: &#38;quot;Neste mundo toda a gente se conhece e não quero ficar marcada.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Outras nem se lembram dessa hipótese. Foi o caso da engenheira Mónica Luz, de 30 anos. &#38;quot;Sempre quis ir para a construção mas cheguei a ouvir em entrevistas que as empresas não queriam mulheres em obras porque o pessoal não ia aceitar bem, mesmo as grandes empresas.&#38;quot; A experiência que teve nos quatro anos que esteve a dirigir obras - da Madeira ao Algarve - foi bem diferente. &#38;quot;Os primeiros dias são sempre complicados porque os trabalhadores não estão habituados a ver mulheres na obra - é raro encontrar uma -, mas tive sempre experiências muito boas.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Manuela Tavares, da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), acrescenta que &#38;quot;às vezes as empresas embrulham a questão: falam na disponibilidade, em padrão de exigência, etc.&#38;quot;. Mas para a dirigente da UMAR, a ideia de que as mulheres têm menos disponibilidade é uma desculpa. &#38;quot;Usam-se estereótipos porque ainda não se admite que uma mulher possa estar entre homens e mandar neles&#38;quot;, diz.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/14/sociedade/engenheiras_discriminadas_construcao.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/14/sociedade/engenheiras_discriminadas_construcao.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Homens já se atrevem a ter profissões de mulheres"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/homens-ja-se-atrevem-a-ter-profissoes-de-mulheres#post-74</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 19:28:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">74@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;HELENA NEVES&#60;br /&#62;
Trabalho. Empregos em Portugal ainda são divididos pelo sexo&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Trabalhou nas obras e até vendeu peixe, mas agora é 'manicure'&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Manuel e Henrique são dois dos homens que em Portugal se atreveram a escolher profissões até à pouco tempo dominadas por mulheres: um é manicure e outro educador de infância.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aos 28 anos, Manuel Varela, desafiado pela mulher, começou com sucesso a arranjar unhas. Apesar de, inicialmente, ter achado uma ideia &#38;quot;disparatada&#38;quot;, por considerar que &#38;quot;não era um trabalho adequado para homens&#38;quot;, agora defende-a com orgulho e diz que é a profissão da sua vida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando iniciou o curso de Manicure, Manuel era o único aluno no meio de tantas mulheres. &#38;quot;No início do curso achavam estranho estar lá um homem, mas depois começaram a achar normal e, apesar de gozarem, ajudavam bastante&#38;quot;, contou, admitindo também que nunca se sentiu incomodado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vindo de Cabo Verde para Portugal aos cinco anos, começou a trabalhar aos 18. Trabalhou nas obras, vendeu peixe, pintou barcos e foi motorista, mas confessa que, inconscientemente, sempre teve um cuidado especial com as mãos. &#38;quot;Sempre usei luvas para trabalhar, fosse nas obras, a vender peixe ou a pintar barcos. Era para as mãos não gretarem.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O manicure da Amadora confessa que nunca fala da sua nova profissão aos amigos e por vezes até os desafia a adivinharem o trabalho que faz, mas até agora nunca acertaram.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O jovem de 31 anos dá sempre conselhos às suas clientes e admite que a sua cor preferida é o vermelho, porque &#38;quot;fica muito bem nas unhas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por outro lado, Henrique Santos, de 37 anos, há 15 que luta contra o instinto maternal das colegas de trabalho, para provar a sua capacidade como educador de infância.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Henrique foi o segundo homem a tirar o curso de Educação de Infância na Escola Superior de Educação de Lisboa, mas continuam a ser poucos os que se aventuram numa carreira ocupada em 97,2% por mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há dois anos que Henrique trabalha num jardim-de-infância da rede pública, na Póvoa da Galega, concelho de Mafra, e confessa que nem tudo foi fácil. &#38;quot;Tive sempre de provar e comprovar que as minhas opções pedagógicas tinham alguma razão de ser e que eram coesas, concretas e justificadas&#38;quot;, disse.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O educador contou que no início da sua formação as colegas tinham a ideia de que era &#38;quot;favorecido&#38;quot; por ser homem, mas Henrique sempre pensou o contrário e que pagou por não ter o &#38;quot;instinto maternal&#38;quot; da maioria das colegas. Com alguma mágoa recordou os tempos de estudo: &#38;quot;Tive algumas dificuldades e tive momentos no curso em que senti que havia uma espécie de esforço conjunto dos professores para nos empurrarem para fora.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Se Manuel e Henrique se atreveram a entrar em profissões tipicamente femininas, as mulheres também estão a ganhar terreno aos homens em muitas profissões. E já entraram em domínios masculinos: entre eles a estiva e o trabalho em minas . LUSA&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/08/sociedade/homens_se_atrevem_a_profissoes_mulhe.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/08/sociedade/homens_se_atrevem_a_profissoes_mulhe.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Desemprego - Crise vai afectar mais as mulheres"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/desemprego-crise-vai-afectar-mais-as-mulheres#post-67</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 11:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">67@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62; A nível global, as mulheres vão continuar a ser mais afectadas pelo desemprego neste ano de 2009. Mas, nas economias desenvolvidas, em que se incluem os países da União Europeia, os homens serão os mais atingidos pela crise.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A crise económica global vai afectar homens e mulheres no que toca ao desemprego. Mas, as mulheres vão ser mais atingidas porque, regra geral, têm empregos mais vulneráveis, com piores condições de trabalho, menos produtivos e, consequentemente, com salários mais baixos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;São alguns dos dados revelados num Relatório da Organização Internacional do Trabalho sobre as Tendências de Emprego Feminino em 2009, na véspera do Dia Internacional da Mulher.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define três cenários para este ano e o mais optimista aponta para taxas de desemprego de 6,5% para as mulheres e 6,1% para os homens, a nível mundial.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No cenário mais pessimista, que para a OIT é o mais realista e provável, as taxas de desemprego, a nível global, podem subir até aos 7% para os homens e 7,4 para as mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Só nas Economias Desenvolvidas e na União Europeia é que esta tendência é contrariada: apesar de o número de desempregadas ser superior, o crescimento do número de desempregados está a fazer-se de forma mais acelerada: o ano passado, o desemprego dos homens cresceu 1,1%, enquanto o das mulheres, aumentou 0,8%. E assim, a taxa de desemprego para os homens, este ano, pode chegar aos 7.9%, enquanto a das mulheres, poderá ficar nos 7,8%.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Esta situação prende-se com o facto de a crise económica ter atingido mais fortemente os sectores industrial, de transportes, comunicações e energia, onde os homens predominam.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Mas, para a OIT, há ainda uma outra certeza: O emprego vulnerável vai aumentar para todos, mas sobretudo para os homens. A tendência só se inverte claramente, atingindo mais as mulheres, nos países da América Latina e Caraíbas.&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&#38;amp;SubAreaId=39&#38;amp;ContentId=279166&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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