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<title>FórumEmprego.net Tag: profissões - Recent Posts</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:44:19 +0000</pubDate>

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<title>FD on "Profissões que conseguem escapar à crise"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/profissoes-que-conseguem-escapar-a-crise#post-127</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;Contra-corrente. Há profissões que, no meio da crise, vão conseguindo não sofrer com desemprego ou falta de clientes. Costureiras, sapateiros ou técnicos de reparação de electrodomésticos, ouvidos pelo DN, não se queixam. Outros sectores tradicionais são nichos para quem tem imaginação. A criatividade pode fazer a diferença: se não há roupa nova, recicla-se&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#38;quot;Há uns anos as pessoas compravam sapatos caros e depois faziam a manutenção no sapateiro. Agora compram sapatos mais baratos, que não têm manutenção, mas que se rasgam ou descolam e as pessoas querem que lhes dê um jeito para aguentarem mais um tempo&#38;quot;. Casimiro Santos, sapateiro no centro de Lisboa, diz não sentir a crise. Não lhe falta trabalho, mas sublinha que só ganha &#38;quot;quando as pessoas têm dinheiro e compram sapatos caros que querem tratar&#38;quot;. E lembra com ar nostálgico: &#38;quot;Ganhei muito dinheiro nos anos 80. Nessa altura havia dinheiro que nunca mais acabava&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As dificuldades económicas sentidas em quase todos os sectores parecem não afectar sapateiros, costureiras e reparadores de electrodomésticos, que continuam a ter &#38;quot;muito trabalho&#38;quot;. Um fenómeno conhecido dos economistas por substituição, normal em alturas de dificuldade económica.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Crise também é coisa de que a família Ahrorov não se pode queixar. O casal oriundo do Uzbequistão trabalha lado a lado no centro comercial. Ansor é sapateiro e Dilfuza costureira. Tanto um como o outro confirmam que têm &#38;quot;muito trabalho&#38;quot;. &#38;quot;Os portugueses estão sempre a falar da crise mas não a tenho sentido. Acho que gostam de se queixar&#38;quot;, refere a costureira, que vive em Portugal há oito anos.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A maioria dos clientes de Dilfuza quer arranjar &#38;quot;roupas usadas, mudar os forros, botões, fechos e aproveitar essa roupa&#38;quot;. Também o marido, que faz sapatos por medida, nota que &#38;quot;as pessoas compram menos e arranjam mais as coisas que já têm&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando o fantasma das dificuldade se abate sobre a economia é comum as pessoas começarem a procurar algo mais em conta. &#38;quot;Não existe a perda total de uma área de negócio apenas a sua substituição. Estamos perante fenómenos de substituição&#38;quot;, explica ao DN o economista Diogo Lucena. Assim, nos tempos mais difíceis os supermercados com produtos mais baratos ganham clientes e os que vendem produtos mais caros perdem. &#38;quot;Mas também não podemos esquecer que quem ia aos restaurantes mais baratos agora come sandes&#38;quot;, esclarece. Ou seja, &#38;quot;não há enriquecimento dos locais mais baratos, apenas sentem menos a crise porque ao mesmo tempo que perdem uns clientes ganham outros que antes iam a locais mais caros&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A reparação de electrodomésticos é outro recurso à poupança. &#38;quot;Mas com o preço dos aparelhos a baixar, quase não compensa fazê-lo&#38;quot;, diz Paulo Oliveira proprietário de uma loja de venda e reparação. Os clientes optam por só arranjar os aparelhos &#38;quot;de uma marca boa&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Paulo Oliveira garante que a maioria dos seus clientes não quer saber de poupanças. &#38;quot;Os portugueses não gostam de coisas em segunda mão. Preferem comprar novo. E mesmo &#38;quot;quando pedem para arranjar, acabam por comprar novo. Na semana passada, uns clientes deixaram aqui uma televisão para arranjar, mas fizeram questão de comprar um LCD gigante&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Não são só os reparadores de materiais que ganham na crise. Também os &#38;quot;restauradores&#38;quot; do espírito recebem mais pedidos de ajuda. O professor Alaje admite que &#38;quot;a crise está em todo o lado&#38;quot;, e muitas pessoas procuram-no para &#38;quot;tentar arranjar emprego&#38;quot;. No entanto, garante que &#38;quot;é difícil ajudar estas pessoas&#38;quot;. O astrólogo Sana conta que também recebe muitas pessoas à procura de emprego. Mas o número de clientes não aumentou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;AnaBela Ferreira&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178684&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1178684&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>
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<title>FD on "Homens já se atrevem a ter profissões de mulheres"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/homens-ja-se-atrevem-a-ter-profissoes-de-mulheres#post-74</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 19:28:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">74@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;HELENA NEVES&#60;br /&#62;
Trabalho. Empregos em Portugal ainda são divididos pelo sexo&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Trabalhou nas obras e até vendeu peixe, mas agora é 'manicure'&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Manuel e Henrique são dois dos homens que em Portugal se atreveram a escolher profissões até à pouco tempo dominadas por mulheres: um é manicure e outro educador de infância.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Aos 28 anos, Manuel Varela, desafiado pela mulher, começou com sucesso a arranjar unhas. Apesar de, inicialmente, ter achado uma ideia &#38;quot;disparatada&#38;quot;, por considerar que &#38;quot;não era um trabalho adequado para homens&#38;quot;, agora defende-a com orgulho e diz que é a profissão da sua vida.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Quando iniciou o curso de Manicure, Manuel era o único aluno no meio de tantas mulheres. &#38;quot;No início do curso achavam estranho estar lá um homem, mas depois começaram a achar normal e, apesar de gozarem, ajudavam bastante&#38;quot;, contou, admitindo também que nunca se sentiu incomodado.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vindo de Cabo Verde para Portugal aos cinco anos, começou a trabalhar aos 18. Trabalhou nas obras, vendeu peixe, pintou barcos e foi motorista, mas confessa que, inconscientemente, sempre teve um cuidado especial com as mãos. &#38;quot;Sempre usei luvas para trabalhar, fosse nas obras, a vender peixe ou a pintar barcos. Era para as mãos não gretarem.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O manicure da Amadora confessa que nunca fala da sua nova profissão aos amigos e por vezes até os desafia a adivinharem o trabalho que faz, mas até agora nunca acertaram.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O jovem de 31 anos dá sempre conselhos às suas clientes e admite que a sua cor preferida é o vermelho, porque &#38;quot;fica muito bem nas unhas&#38;quot;.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por outro lado, Henrique Santos, de 37 anos, há 15 que luta contra o instinto maternal das colegas de trabalho, para provar a sua capacidade como educador de infância.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Henrique foi o segundo homem a tirar o curso de Educação de Infância na Escola Superior de Educação de Lisboa, mas continuam a ser poucos os que se aventuram numa carreira ocupada em 97,2% por mulheres.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Há dois anos que Henrique trabalha num jardim-de-infância da rede pública, na Póvoa da Galega, concelho de Mafra, e confessa que nem tudo foi fácil. &#38;quot;Tive sempre de provar e comprovar que as minhas opções pedagógicas tinham alguma razão de ser e que eram coesas, concretas e justificadas&#38;quot;, disse.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O educador contou que no início da sua formação as colegas tinham a ideia de que era &#38;quot;favorecido&#38;quot; por ser homem, mas Henrique sempre pensou o contrário e que pagou por não ter o &#38;quot;instinto maternal&#38;quot; da maioria das colegas. Com alguma mágoa recordou os tempos de estudo: &#38;quot;Tive algumas dificuldades e tive momentos no curso em que senti que havia uma espécie de esforço conjunto dos professores para nos empurrarem para fora.&#38;quot;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Se Manuel e Henrique se atreveram a entrar em profissões tipicamente femininas, as mulheres também estão a ganhar terreno aos homens em muitas profissões. E já entraram em domínios masculinos: entre eles a estiva e o trabalho em minas . LUSA&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://dn.sapo.pt/2009/03/08/sociedade/homens_se_atrevem_a_profissoes_mulhe.html&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://dn.sapo.pt/2009/03/08/sociedade/homens_se_atrevem_a_profissoes_mulhe.html&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
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<title>FD on "Quais são as profissões do futuro?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/quais-sao-as-profissoes-do-futuro#post-20</link>
<pubDate>Thu, 19 Fev 2009 18:07:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">20@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;p&#62;&#60;a href='http://www.forbes.com/2006/05/20/jobs-future-work_cx_hc_06work_0523jobs.html'&#62;Em 2006 a revista Forbes&#60;/a&#62;, uma das mais importantes a nível mundial no campo da economia e negócios, listava dez profissões que em 2026 seriam novas, que deixariam de existir e que ainda existiriam.&#60;/p&#62;
&#60;ol&#62;As novas profissões&#60;/p&#62;
&#60;li&#62;&#60;strong&#62;Analisador de genes&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Com o desenvolvimento do estudo dos genes e todas as potencialidades que tal conhecimento traz, esta vai ser uma nova profissão que estará de certeza em grande demanda.&#60;/li&#62;
&#60;li&#62;&#60;strong&#62;Oficial de quarentena&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Esta parece um pouco extremista, especialmente quando o artigo foi escrito uma vez que se falava da gripe das aves mas, se pensarmos bem, as doenças que antigamente se restringiam a certas partes do globo deixam de ser geograficamente limitadas nesta sociedade de transporte global. É possível que uma doença que apareça hoje no Timbuktu, depressa se alastre na maior cidade do planeta.&#60;/li&#62;
&#60;p&#62;(continua)&#60;/ol&#62;</description>
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