<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="bbPress" -->

<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
>

<channel>
<title>FórumEmprego.net Topic: 9º ano, e agora?</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:06:48 +0000</pubDate>

<item>
<title>FD on "9º ano, e agora?"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/9%c2%ba-ano-e-agora#post-82</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 15:10:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
<guid isPermaLink="false">82@http://forumemprego.net/</guid>
<description>&#60;blockquote&#62;&#60;p&#62;Chegados ao 9º ano os alunos devem escolher uma área ou o tipo de ensino que pretendem para ingressar no 10º ano. A mudança de escola, as indecisões e as disciplinas para alcançar determinada profissão, são algumas dificuldades que os jovens encontram e com os serviços de orientação das escolas tentam lidar.&#60;br /&#62;
Num mundo onde a crise económica se faz lembrar todos os dias e a importância da qualificação é aspecto sublinhado a todo o momento, as escolhas começam cedo para os alunos que frequentam o 9º ano de escolaridade.&#60;br /&#62;
Par uns ainda é cedo para fazer escolhas, mas outros acreditam que os jovens devem habituar-se desde logo a escolher. Uns sabem desde logo o que pretendem ser como profissionais, mas outros ainda não decidiram. Contudo, os caminhos a seguir para tal são aspectos para os quais necessitam de ajuda.&#60;br /&#62;
Usualmente os estabelecimentos de ensino possuem serviços de orientação vocacional para quem assim o deseje de modo a ajudar os alunos nas suas escolhas e decisões.&#60;br /&#62;
“O mercado de trabalho e a crise preocupam-me um bocado”, dizia Paulo Machado que, com 16 anos de idade, parece já ter decidido o que quer do futuro. “Vou para o curso profissional de electrónica. Já reprovei duas vezes e já estou a ficar velho para tirar um curso na universidade”, afirmou.&#60;br /&#62;
Os serviços de orientação vocacional das escolas proporcionam informação aos alunos e tiram dúvidas para facilitar o processo de decisão. “O meu papel é de mediadora no sentido de os pôr a pensar e criar-lhes dúvidas para que possam abrir os horizontes”, avançou a psicóloga Virginia Martins, que desenvolve o serviço de orientação vocacional na Escola EB 2, 3 de Pevidém.&#60;br /&#62;
“Há alunos que vivem esta fase de forma muito stressante”, avança Virginia Martins, ao mesmo tempo que a psicóloga Helena Azevedo da Escola Abel Salazar, em Ronfe, frisa que há adolescentes que “vivem” esta fase “com angústia”.&#60;br /&#62;
Segundo aponta Virginia Martins a orientação surge no sentido de preparar os alunos para a mudança. A orientação vocacional está, na escola de Pevidém, englobada na área de projecto. “É opcional que os alunos venham à sessão ou não”, adianta, referindo que é feita uma recolha dos interesses dos estudantes, se pretendem uma via profissional ou mais virada para prosseguimento de estudos e, quais são as aptidões que possuem.&#60;br /&#62;
Por outro lado, a psicóloga considera importante fazer com que os adolescentes percebam que já não se trata de escolher uma profissão “para a vida toda, porque todos temos de ser um bocadinho polivalentes”.&#60;br /&#62;
Ao que nota os alunos trazem o “mito” de uma carreira para a vida toda, mas por outro lado, existem preconceitos em relação “a algumas profissões”, sendo que pensam que a escola nesta fase será “decisiva”. “Tentamos desdramatizar um bocadinho porque nesta fase ainda são muito novos”, notou, referindo que é preciso conhecer uma profissão para a escolher e que “até podem chegar ao 10º ano achar que não é aquilo que querem e mudar”.&#60;br /&#62;
De resto, algumas iniciativas e informações que os vários estabelecimentos de ensino promovem prendem-se com o facto de dar a conhecer as profissões e as ofertas formativas que os alunos dispõe.&#60;br /&#62;
A Mostra Pedagógica que o município de Famalicão costuma organizar, assim como a feira “Orienta-te” que costuma acontecer em Guimarães, ajudam os alunos a ter um contacto mais directo com as profissões e com as escolas.&#60;br /&#62;
“Gostava de seguir psicologia, mas ainda não sei bem”, atira Liliana Machado, que acha que as sessões de orientação vocacional auxiliaram a saber o caminho que precisa de seguir para chegar aquela área.&#60;br /&#62;
Até porque a orientação também passa por saber quais são as disciplinas necessárias para determinado curso ou onde ele existe. “É importante trabalharem o plano B porque se não for possível ir para a primeira opção depois não fiquem frustrados”, diz Virginia Martins, notando que as ofertas dos estabelecimentos de ensino para onde vão são limitadas.&#60;br /&#62;
Por outro lado, a pressão dos amigos e colegas ainda se nota quando os adolescentes têm de fazer escolhas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Orientação deve ser feita desde cedo&#60;br /&#62;
A psicóloga Helena Azevedo considera que o desenvolvimento vocacional é feito desde que são pequenos, por isso considera que a orientação deveria ser feita desde o primeiro ano.&#60;br /&#62;
“Ao longo da escolaridade tem de trabalhar-se mais em termos de conhecimento do mundo das profissões e ir no sentido de tomar uma decisão”, apontou.&#60;br /&#62;
Helena Azevedo considera que para alguns adolescentes do 9º ano “ainda é cedo” para tomarem decisões enquanto que para outros não. “Depende da fase do desenvolvimento em que estão”, adiantou, referindo que usualmente, quem já decidiu que vai ingressar no mundo do trabalho estará melhor preparado para tomar a decisão, uma vez que já “vêm pensando nisso ao longo do tempo”.&#60;br /&#62;
Por seu lado, Virginia Martins considera que os jovens têm de se habituar a tomar decisões, até porque as escolhas a que o final do 9º ano obriga “não é nenhum drama” e não vão “inviabilizar” outras escolhas.&#60;br /&#62;
Segundo Helena Azevedo os alunos dividem-se, na maioria, naqueles que já tem ideias definidas muitas vezes com a orientação confirmam essas ideias, o que “não significa que conheçam a realidade da profissão”.&#60;br /&#62;
Na Escola Abel Salazar além das actividades de orientação vocacional para os alunos do 9º ano, são também desenvolvidas actividades, ainda que diferentes, logo no 8.º ano. Os pais também são envolvidos no processo já que é feita uma sessão de modo a que estes também estejam informados.&#60;br /&#62;
“As saídas profissionais são uma grande preocupação dos pais e dos alunos”, disse Helena Azevedo, assegurando que estão “cada vez” mais preocupados com facto de irem ter trabalho ou não.&#60;br /&#62;
“Vou seguir ciências tecnológicas, porque ao nível dos cursos é o que tem mais saídas”, notou Sara Silva, que, com 14 anos, diz que “gostava de ser tanta coisa”. A pediatria é uma das áreas que gostava de seguir, mas para já diz que vai estudar até ao 12º ano e depois verá as notas que consegue.&#60;br /&#62;
Já Maria João pensa optar pelo curso de multimédia. “Já me falaram que tem várias saídas, nomeadamente fotografia que é uma área que eu gosto, mas ainda não sei o que vou ser”, referiu.&#60;br /&#62;
A jovem Patrícia Lemos confessa gostar de crianças, por isso diz que gostava de ser pediatra ou educadora de infância. Para já vai ingressar no 10º ano, no curso de ciências tecnológicas porque as amigas também vão. A mesma área de Vera Oliveira que quer ser veterinária.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Por: Alexandra Lopes&#60;/p&#62;&#60;/blockquote&#62;
&#60;p&#62;&#60;a href=&#34;http://www.entrevilas.com/noticia.asp?idEdicao=172&#38;amp;id=4695&#38;amp;idSeccao=1303&#38;amp;Action=noticia&#34; rel=&#34;nofollow&#34;&#62;http://www.entrevilas.com/noticia.asp?idEdicao=172&#38;amp;id=4695&#38;amp;idSeccao=1303&#38;amp;Action=noticia&#60;/a&#62;
&#60;/p&#62;</description>
</item>

</channel>
</rss>

