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<title>FórumEmprego.net Topic: Trabalho temporário: mercado deverá reestruturar-se este ano</title>
<link>http://forumemprego.net/</link>
<description>Falar sobre emprego, desemprego, trabalho, formação</description>
<language>en</language>
<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:34:01 +0000</pubDate>

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<title>FD on "Trabalho temporário: mercado deverá reestruturar-se este ano"</title>
<link>http://forumemprego.net/topic/trabalho-temporario-mercado-devera-reestruturar-se-este-ano#post-206</link>
<pubDate>Wed, 08 Abr 2009 07:28:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>FD</dc:creator>
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<description>&#60;p&#62;As empresas de trabalho temporário estão a ser «fortemente» penalizadas pela crise, o que deverá levar a uma reestruturação do mercado durante este ano, disse hoje à Lusa o provedor Vitalino Canas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão mesmo desaparecer», afirmou o provedor do trabalho temporário, que hoje apresenta o primeiro relatório de actividade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo Vitalino Canas, antes mesmo da crise, esta reestruturação já se estava a fazer, com a fusão entre a Randstad e a Vedior a ser «um sinal disso mesmo».&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão desaparecer», considerou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Para Vitalino Canas, as empresas mais pequenas estão também a sofrer com «alguma concorrência desleal» entre as empresas que cumprem as suas obrigações fiscais e da segurança social e outras que não o fazem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com o provedor, «há muitas que não estão devidamente licenciadas» pelo IEFP e fazem contratos ocasionais com os trabalhadores, desaparecendo logo que se sentem ameaçadas por qualquer fiscalização.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;De acordo com a informação publicada no site do Instituto de Emprego e Formação Profissional, actualmente existem 243 empresas de trabalho temporário licenciadas, a sua maioria (165) concentradas na região de Lisboa e Vale do Tejo.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O Provedor do Trabalho Temporário foi criado em Julho de 2007, por iniciativa da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A completar 18 meses de actividade, o advogado e também deputado do Partido Socialista faz um balanço «positivo» da criação desta figura jurídica ao serviço dos cidadãos, que não tinha qualquer tradição ou antecedentes em Portugal.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Os pedidos de ajuda ao Provedor do Trabalho Temporário dispararam nos três primeiros meses do ano, com as questões relacionadas com a cessação de vínculos laborais a dominarem os temas.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Até ao final de Março, a provedoria recebeu 35 pedidos de ajuda, o que representa já mais de 70 por cento do total recebido desde a criação desta figura jurídica (49).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo Vitalino Canas, este acréscimo de processos prende-se, por um lado, pelo aumento da notoriedade da figura do Provedor do Trabalho Temporário, mas também poderá estar associado ao facto deste ser um sector do particularmente afectado pela crise.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Temos reparado que a natureza das questões que nos colocam hoje é ligeiramente diferente e nestes processos que nos estão a entrar verificámos que há um número bastante significativo de processos que têm que ver com a cessação do contrato ou do vínculo laboral», explicou o responsável.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No 1º relatório da actividade, respeitante a 2007/2008, as questões que chegaram ao Provedor do Trabalho Temporário referiam-se sobretudo a queixas e pedidos de informação sobre férias, subsídios de férias e Natal (24 por cento).&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Além destes processos, segundo Vitalino Canas, há ainda casos de pedidos de informação relativos a prestação de serviços, contratos a termo e até de contratos de trabalho sem termo, que embora surjam fora do âmbito das relações jurídico-laborais de trabalho temporário, não ficaram sem resposta.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;«Esta situação decorre da fácil e frequente confusão entre trabalho temporário e trabalho precário», referiu.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Diário Digital / Lusa &#60;/p&#62;
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&#60;/p&#62;</description>
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