Carlos Oliveira, Director de Comunicação da FEUP
OntemOs cursos de engenharia continuam a ser uma garantia de emprego?
Os nossos cursos têm uma elevada taxa de empregabilidade. Cerca de 40% dos alunos já têm emprego quando terminam o curso. Ao fim de meio ano 90% já estão colocados e os restantes 10% correspondem a estudantes que decidiram continuar com uma pós-graduação.
Esta facilidade de arranjar emprego é uma segurança para os estudantes e explica, em parte, o êxito da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
De onde são oriundos os estudantes da FEUP?
Captamos alunos de Bragança até Leiria. Para a "Semana profissão: engenheiro" a maior afluência será de jovens de regiões vizinhas, de Viana do Castelo a Aveiro. Acabamos com as visitas de um dia, concentrando numa experiência mais intensa, que dura meio dia. Isso permite que um aluno venha mesmo em tempo de aulas. Teremos cerca de 300 alunos por dia e nem poderiam ser mais, pois são um grande peso para os laboratórios, onde se faz investigação.
As iniciativas da FEUP dirigem-se apenas para alunos dos 11 e 12ª anos?
Não. Implementámos no nosso ano passado um jogo destinado a alunos a partir do 8º ano, que iremos desenvolver este ano. Os jovens respondiam a um questionário on-line, com perguntas semanais sobre Engenharia e a faculdade. No final atribuÃmos um prémio. No ano passado, tivemos 80 inscrições e, este ano, vamos fazer evoluir o jogo recorrendo à s redes sociais, ou seja, criando uma comunidade de desenvolvimento da engenharia.